Diário - 1 Temporada


Diário 1 Temporada 

Frio como o inferno  ( parte 1)

Ty e Lilliana ganharam 3xp

Liliana ganhou 2xp pelo resumo 

Liliana comprou Carisma 2 ( 4xp) sobrou 1xp

Ty pegou 4 mil e uma amostra da droga V

Liliana 3 mil e 500 é uma espingarda 

Thomás 3 mil e uma pistola 

Ty gastou 3xp para ter investigação 1

Resumo 


Liliana, lembra dos maus bocados que ela passou e das dificuldades do centro de artes marciais de salvo, da escola pública onde estudou e do orfanato pelo qual passou antes de fugir.

Zona comercial, Academia de Artes Marciais DeSalvo


Liliana acordou no meio da noite com um barulho alto,estava um breu do lado de fora e ela não conseguia ver exatamente o que era. Ela desceu até o térreo para ver o que era e do lado de fora estava muito frio e com neve por todo lugar. 


Lá ela encontrou um símbolo de V com uma seringa, o que imediatamente trouxe a memória a droga que todos estavam falando recentemente, V, ou Valquíria, algo que parecia estar se espalhando como água e agora essa gangue por trás das vendas achava que a academia fazia parte de seu território.


Ao retornar para seu quarto, sua primeira reação foi ligar para Kath, sua mãe, uma das sócias da academia e por sinal uma vampira. Ela contou sobre a pichação e Kethdisse que iria dar uma olhada no assunto, mas que era para ela cobrar do seu Tio Charlie as câmeras de segurança novas que ela já havia dito para ele por, além disso, Kathdisse sobre a nevasca que se aproximava, para ela se proteger e tomar cuidado aparentemente até os celulares iriam dar problema e ficar sem sinal. 


Quando desligou, Liliana olhou para o relógio e viu que ainda eram 4 horas em ponto e pensou que seria melhor esperar algumas horas para falar com Charlie, pôs seu despertador para tocar e voltou a dormir.


Ainda bem cedo, Liliana comentou com Charlie sobre o problema das gangues e da falta de iluminação na rua, não só isso, Kath havia novamente mandado ele colocar as câmeras e que se ele não fizesse ela provavelmente iria brigar com ela, o que o fez reclamar do preço de contratar o serviço de segurança sem contar que eles ainda precisavam consertar o aquecimento, mas ele se comprometeu a dar uma olhada no assunto quando viu a cara de pidona e choro de Liliana. 


Ele disse que ia separara manhã para tratar do assunto das gangues com os conselheiros do bairro e resolveu deixa-la treinando as crianças e adolescentes das aulas da manhã o que com certeza as deixou em pânico e as fez suspirarem, ainda mais quando viram o sorriso maquiavélico que Liliana fazia enquanto concordava “Pode deixar que eu cuido do treino delas...”.

 

Zona comercial, perto do distrito financeiro

Ty Jameson um renomado artista marcial do passado que enriqueceu com sua rede de SPAs também acorda no meio da madruga.

Ty olhou para o lado de fora, porém não era possível ver direito o que estava acontecendo, mas uma coisa parecia certa: havia alguém pichando seu muro e ele iria pegá-lo. Ele pegou seu casaco de forma precisa e se pôs a descer as escadas correndo, porém ele tropeçou no começo da escada, caiu rolando e bateu a cabeça.

Ele acordou com sua segurança dando tapinhas no seu rosto e quando olhou para o lado pôde perceber que já era de manhã.

Ele pediu ajuda a ela com seus equipamentos e juntos realizaram um juju de cura, reparando seus ferimentos.

Nesse momento sua esposa apareceu, ela estava muito incerta do paradeiro de Ty. Ela questionou ele onde ele havia passado a noite e a manhã e ele respondeu que havia sido a escada, o que a fez estranhar e em seguida perguntou se ela não era um especialista em artes márcias e questionar se fazia sentido um cair sozinho na escada. Tyreafirmou que ele era sim um especialista e famoso no estilo do Louva-Deus, o que não ajudou em nada com aquela situação. Vendo que aquela conversa não iria a lugar nenhum, ela pediu para ele cuidar da situação do filho deles e ir falar com a especialista, além disso ela também disse para ele ter cuidado com a nevasca que se aproximava, porém ele não pareceu dar muita bola e disse que tinha que ir ver a pichação, o que a deixou mais irritada. Ela disse para ele parar de enrolar e ir logo.

Ty ignorou o que sua esposa disse e foi ver o que era a pichação. Era o mesmo símbolo que Liliana encontrou na academia DeSalvo. Ele pesquisou sobre o símbolo na internet e pode encontrar outras referências pela cidade, combinado com seus diversos conhecimentos sobre muitos assuntos logo ele concluiu que deveria haver alguma relação com a casa noturna chamada Ragnarock, afinal, o símbolo tinha a ver com valquírias, semidivindades da mitologia nórdicaRagnarok era o fim do mundo nórdico, uma coisa com certeza estava relacionada a outra. Essas drogas novas da cidade deviam estar nesse bar.

Ele se pôs a preparar o carro para sair na neve.

Em um determinado momento, quando entrou no carro, ele recebeu uma ligação estranha e sem identificação. A voz do outro lado pedia para confirmar sua caixa postal e que não poderia dar mais detalhes por ali.

Ele encontrou a especialista em crianças, a senhora Stone, porém ignorou o assunto, sua esposa e seu filho e foi checar a caixa postal. Sua esposa até perguntou se ele havia tomado nota do que ela havia falado mais cedo e ele a havia completamente ignorado, era sobre a nevasca e para ele tomar cuidado, ele não deu muita bola.


Ty encontrou um pacote na caixa de correio, dentro dele algumas informações, um cartão da Associação de Relojoeiros, um aviso para destruir o conteúdo da mensagem após ler. 


Era uma solicitação para retornar a sues deveres e encontrar com o Sr. Gold, caso tivesse dúvidas um número de telefone foi fornecido e ele poderia usá-lo para contata-los das 20 à meia-noite.


Ao checar no Google, o número batia com um telefone público dentro da associação. 


Pelo jeito ele teria que ir lá checar o que eles queriam.

 

Zona Comercial, Academia DeSalvo

Após as aulas e do seu treino da manhã, enquanto almoçava e falava com o cozinheiro, um dos outros atletas dali que também ajudava com as necessidades do lugar e do projeto, o telefone público da academia começou a tocar e para sua infelicidade ela parecia ser a mais perto. 


Era a voz de uma mulher que dizia estar procurando pela Liliana, Liliana perguntou sobre o que seria a ligação que ela iria chama-la, a mulher se recusou a responder, disse que era assunto privado. Ela perguntou quem queria falar pelo menos, mas a mulher também se recusou a responder, meio que sem saber o que fazer, 


Liliana fingiu que ia chamar a pessoa que ela procurava, enrolou um pouco e voltou com uma voz um pouco diferente dizendo que era quem ela buscava.


Nesse momento a voz trocou e a de um homem apareceu. Era um homem chamado Thomas que dizia ser seu tio e irmão de seu pai, ele queria encontra-la e perguntou se poderia ir até a academia falar com ela. Liliana então marcou com ele numa lanchonete ali perto e voltou para terminar seu almoço muito desconfiada, “por quê depois de tanto tempo? ”.

Ela pegou suas coisas, pôs sua roupa de frio, arrumou a moto para a neve e foi para a lanchonete. 

Chegando lá encontrou a lanchonete meio vazia por causa do frio, cumprimentou os policiais Joe e Larry que tomavam algo quente e a garçonete Samira, para quem pediu um chá e sentou numa das mesas do fundo.

Um tempo depois, apareceu um senhor de idade, ela estava pensativa olhando para o chá intocado e não percebeu direito quando ele se aproximou e o cumprimentou sem levantar. 


Thomas disse que já estava atrás do pai dela há um bom tempo, mas só agora encontrou alguma pista e ele queria saber como o pai dela estava, o que a deixou ainda mais desconfiada afinal ela nem mesmo usava mais o mesmo sobrenome, como ele poderia a ter encontrado. 


Liliana disse que seu pai havia morrido já há bastante tempo e que seu corpo, assim como o da sua mãe estavam no cemitério público da Zona, o que trouxe espanto para Thomas e Liliana respondeu que era o que dava para pagar na época. 


Mas considerando que ela era só uma criança pequena na época até mesmo ele ser enterrado já foi um milagre. 


Thomas disse que era um policial, ou melhor, foi um detetive e agora estava aposentado, e agora que aposentou ele tinha mais tempo para tentar achar seu pai e o grupo com o qual ele havia se associado um pouco antes de desaparecer. 

Ele disse que havia uma pista, algo no Hotelda rua Rosco na Zona Portuária, a antiga zona nobre da cidade, agora controlada pela máfia italiana. 


Ele entregou um cartão para ela, de uma pousada não muito longe, um dos poucos lugares recebendo gente nesse clima desolado, ele disse que já havia deixado pago por duas semanas e que ela poderia ficar lá se precisasse, ele havia falado com o pessoal da pousada que tinha uma sobrinha e ela poderia acabar aparecendo por lá. 


Ele também deu a ela US$ 300,00, ele não poderia dar mais, porque ele precisaria de dinheiro para a missão que teria pela frente.


Liliana resolveu esperar um tempo e dar uma dianteira para o tal de Thomas, afinal ela conhecia bem a cidade e poderia encontra-lo facilmente, e então pôs-se a segui-lo. Ele foi até o hotel, um hotel que um dia já havia sido um hotel de luxo e agora era tomado por prostitutas e traficante de drogas. 


Ela procurou um local apropriado para guardar sua moto, um local discreto onde ela sabia que não a roubariam e entrou furtivamente no hotel.

Nesse bairro cheio de pessoas que já poderiam ser consideradas “zumbis” humanos, Thomas com uma pasta foi até um balcão decrépito e disse que havia ido negociar com a Annie. 


Após um vai e vem quando estavam quase convencidos uma mulher apareceu no fim do corredor e gritou “Ele é um tira!”, o que escalou as tensões novamente e fez todos sacarem suas armas.


Liliana, furtiva como um ninja, não quis escalar a situação então ela jogou um objeto qualquer perto do pé de um dos homens armados de forma que se ele fosse atirar provavelmente tropeçaria. 


Porém Thomas conseguiu os convencer que era só uma negociação e que tinha dinheiro, a mulher mandou eles o levarem para o 4º andar, eles o revistaram e o encaminharam para um elevador. 


Não perdendo tempo, Liliana resolveu os seguir pela escada, mas quase chegando no piso, ela pisou em uma parte podre da escada o que a fez cair e perder a consciência.

 

Associação de Relojoeiros

Ty chega associação de Relojeiros, porém deixou o atendente ultrajado quando perguntou se poderia comprar relógios ali, o que fez explicar que ali era um local de reuniões e um prédio administrativo não uma loja de relógios. 


Ty se desculpou e pediu para ser direcionado para a sala do Sr. Gold.


Na sala do Sr. Gold eles pareceram passar um tempo falando sobre amenidades, porém poderia muito bem terem sido alfinetadas ou até ameaças veladas. 


O Sr. Gold disse que era hora de Ty cumprir com suas obrigações depois de suas férias e ty disse que nunca havia tirado férias.


Depois de um tempo, o Sr. Gold perguntou qual era o seu objetivo, que o fez responder que era dar uma vida melhor para seu filho. 


Em seguida, ele perguntou o que Ty sabia de sua sociedade, o que fez Ty suspirar “isso de novo...” e se pôr a explicar sobre procurar o conhecimento numa cidade astral perdida e sobre a Sociedade da Lua de Prata, o nome real de seu grupo.

 

Que ele especificamente queria encontrar pessoas que soubessem da verdade da vida que as pessoas querem negar.


Seguindo com a conversa, o Sr. Gold fala sobre a nova droga nova da cidade e que um membro do grupo deles que eles acreditavam estar morta provavelmente era a responsável pela fabricação. Ela costumava usar seus conhecimentos para fins nefastos e forjou a própria morte para fugir da punição, porém ela havia retornado.


Ty perguntou se o caminho que ela seguia era o da alquímia, que o Sr. Gold não confirmou e nem negou, ele somente disse que seus arquivos da ordem haviam sido queimados e que não tinham muito sobre ela, então ela deveria ter alguém dentro da ordem ainda. 


Ty então perguntou o que eles queriam que eles fizessem e onde queriam que ele fosse e se era na Ragnarock.

O Sr. Gold estranhou a perguntou e perguntou o porquê dele querer ir na Ragnarock, o que fez Ty contar suas deduções sobre Valquírias e o fim do mundo. 

O Sr. Gold disse que ir lá era muito perigoso, que a balada era território da máfia russa e que ela pertencia a alguém chamado de Klaus Lupino.


Em seguida, Sr. Gold entregou a Ty um cartão do Hotel Purgatório, antigo Hotel Seacouver. Ele estava sob nova administração e a “Nossa Querida” era quem estava administrando-o. 


Ele disse que a alguém mais a ajudava com o projeto pois além de fabricar ela precisaria de ajuda com a distribuição, havia então provavelmente uma segunda pessoa conhecedora de assuntos sobrenaturais com eles, ainda que ela estava se arriscando muito, então deveria estar precisando de uma quantidade muito grande de dinheiro rapidamente para fazer alguma coisa

.

Annie se chamava Annie Petrelli, um membro da elite da cidade que sempre teve muito dinheiro, então deveria ser algo grande o que a fez se expor fazendo algo tão arriscado quanto vender drogas.

 

Zona Portuária, Hotel Purgatório

Liliana acordou com um pouco de dor cabeça, uma voz masculina dizia palavras estranhas e sem nexo, havia um homem em cima dela, ele parecia estar procurando coisas para roubar e ela pôde entender algumas palavras como “...a carne dos anjos caídos...” ou qualquer coisa parecida. Ela deu um tapa na mão do homem e mandou ele sair dali, ela se levantou e procurou se não faltava nada batendo nos bolsos até confirmar que tudo estava normal, no máximo algumas escoriações leves.

Olhando em volta, ela percebeu que estava no 3º andar, ela caiu um andar inteiro pela escada, fazia sentido ela ter apagado.

Ela subiu novamente para o 4º andar tomando cuidado com a escada ruim. Ela pode ver no fim do corredor, um homem assistindo TV sentado num sofá, um jornal falando sobre a piora do clima, uma nevasca tão forte que poderia ser como a grande nevasca dos anos 70 e no corredor 5 portas, 5 quartos. 4 com números e uma sem.

Ela foi sorrateiramente com sua agilidade de gato, checando porta a porta. 

A primeira porta estava trancada e tudo escuro dentro.

A segunda porta estava destrancada e com a luz acesa. 

Ao observar com calma, Liliana pôde perceber que era uma mulher cuidando de um bebê da forma como podia.

A terceira porta também estava destrancada e não dava para ver direito o que tinha, porém, ao abrir uma armadilha... saltando como um gato enquanto dava um mortal para trás, um tiro de 12 disparou no lugar onde estava sua cabeça momentos antes e acertou a parede atrás dela. 

O cara do sofá levantou assustado, e ela entrou deslizando através da porta com arma e fechou a porta atrás dela antes que ele pudesse ver alguma coisa.

Dentro do quarto havia uma espingarda pendurada descendo do forro virada para a porta e dentro dela mais nenhuma munição. 

Liliana pegou a arma e pôs-se a olhar o quarto estranho, escondido no banheiro ela encontrou mais quatro munições, carregou duas na espingarda e guardou as outras no bolso. 

Ela encontrou mais duas coisas relevantes, primeiro havia um envelope fixado embaixo da cama com US$ 500,00, ela pegou o dinheiro e o fixou exatamente da forma como estava antes.

Em cima da cama em meio a uns papéis havia ainda uma mensagem “Acredito que a vadia está passando dos limites, não mate ela antes de descobrir como ela fabrica, o portador da gaita ta indo aí, se achar alguém que está desconfiado passa ele também.” Ela não sabia de quem falava, mas devia ser conversa de traficantes.

Ela pensou que, a essa hora, o homem do corredor deveria estar se aproximando já, Liliana então checou a munição da espingarda e encostou as costas contra a parede ao lado da porta com a arma em punho, tentando ouvir o que se passava do lado de fora. Nesse momento a maçaneta começou a girar devagarzinho e ela se preparou para apontar para a cabeça de quem quer que abrisse aquela porta, uma pistola apareceu no seu campo de visão aos poucos, era o cara da pistola, porém ele não estava sozinho, haviam outros dois homens no corredor junto dele e eles viram ela e iriam atirar sem se preocupar que havia um deles no meio.

Pensando rápido Liliana disse prontamente “O cara da carne dos anjos tentou me roubar, aí eu atirei nele”, se esforçando ao máximo para transferir o nervosismo que sentia, o que não era muito difícil e olhar com olhos de cachorrinho. 

O que pareceu convencer os homens que perguntaram “Por que você ta com uma 12?”, “As mulheres precisam se proteger, é um bairro perigoso, tem drogados tentando roubar a gente.” Isso com certeza os convenceu. “Tranca essa porra de porta! Só tem gente estranha nesse lugar...” E foram embora xingando enquanto Liliana suspirava. Os olhos de cachorrinho sempre funcionavam.

 

Saída da Associação do Relojoeiros

Ty conversa com sua segurança enquanto tramam um plano. Eles precisavam de uma amostra do produto para saber como funcionava, reconhecer se era ela mesmo e observar o que acontecia, não era aconselhado confronta-la nesse momento.

Ty perguntou se ela estava familiarizada com os caminhos, que ela prontamente respondeu que só no caminho da bala. 

Ele disse que não era bem disso que estava falando e comentou sobre Annie a traficante que foi membro da Sociedade da Lua Prateada e provavelmente seguia o caminho da alquimia. Ty propôs que eles se disfarçassem e fiquem um tempo morando juntos no hotel enquanto ela fingia ser uma prostituta que trabalhava para ele, o que a deixou um pouco desconfortável e constrangida.

Ela propôs que ao invés desse plano, eles poderiam fingir serem compradores de droga representando um cliente, ela seria a compradora e ele iria de segurança dela. Pareceu ser mais sensato que seu plano original e Ty aceitou.

A segurança descobriu que Ty não sabia manejar armas e achou estranho, porque pensava que ele era alguém bem preparado.

Quando chegaram no hotel, a segurança se apresentou como uma compradora e os homens do hotel se puseram a revistar eles. Antes de subir, Ty ficou manjando a bunda dela de forma descarada o que deixou a segurança sem saber como reagir, enquanto flertava.

Enquanto passavam pelo terceiro andar, eles viram três homens que pareciam estar batendo em viciado “Já falei para deixar os moradores em paz! ”. Os homens pararam de bater nele e os acompanharam enquanto os outros retornaram para a entrada.

Enquanto passavam pelo 4º andar, eles puderam ver perto da terceira porta, buracos de tiro na parede que pareciam recentes, provavelmente de uma espingarda, e foram até a porta sem número. Antes mesmo de entrar no quarto era possível ouvir um homem gritando.

Dentro do quarto, um homem idoso pendurado era torturado com um equipamento de dar choque em gado (pau quente, cattle prod). “Eles são compradores”, disse um dos três homens. A mulher que provavelmente deveria ser a Annie, entregou o equipamento para um deles e partiu para negociar.

A segurança disse que seus clientes eram da máfia russa e a italiana e que eles precisavam comprar uma amostra para analisar e saber se era bom mesmo. Annie disse que 1 litro deveria ser suficiente e que depois eles ainda poderiam diluir para revender, após um tempo de negociação eles chegaram num valor (que poderia ser US$ 10.000,00 ou US$ 100.000,00, não faço ideia). Os dois pagaram e se retiraram do local, ignorando completamente o homem que era torturado como se não fosse nada.

Quando eles se aproximavam do elevador o prédio todo começou a tremer, parecia um terremoto.

 

Zona Portuária, Rua Rosco, Hotel Purgatório, 4ºandar, quarto 3 

Liliana encostou a porta e suspirou fundo. Ela estava tentando ouvir o que acontecia do lado de fora, abriu devagar a porta, porém quando ia sair ouviu novamente passos se aproximando.

Os três homens de antes estavam de volta, porém agora havia um homem oriental e uma mulher com eles. Eles passaram pelo quarto que ela estava, olharam rapidamente para os buracos na parede e seguiram caminho. 

Eles pararam na porta do quarto sem número e quando a porta abriu era possível ouvir a voz de Thomas gritando. Eles ficaram pouco tempo no quarto e já retornaram, dessa vez sem os três homens, logo nesse momento o prédio inteiro começou a tremer, parecia um terremoto.

 

Liliana aproveitou a confusão e o sacolejar e foi até o quarto furtivamente na esperança que suas habilidades gatunas lhe dessem uma vantagem contra o pessoal do quarto, porém ao chegar lá todos pareciam estar em perfeita condição, ela teria que esperar mais um pouco. 

Porém ao tentar retornar ao quarto a tremedeira se intensificou e parecia que o prédio estava prestes a desmoronar. A parte do piso em que ela estava cedeu e ela caiu no andar de baixo. Sorte que ela caiu em pé.

Nesse momento, um cara que mais parecia o exterminador do futuro entrou pela janela do corredor, foi correndo até o quarto sem número e tirou Annie e 2 dos homens de lá, ignorando completamente o homem oriental e a mulher. Deixando somente um homem no quarto que Annie mandou ficar para guardar as coisas.

Tão logo isso aconteceu pedaços do teto caíram por cima da mulher, soterrando-a de escombros. Ele viu a bela mulher subir a escada correndo e o homem oriental areconheceu, parecia ser Liliana a atleta olímpica da Academia DeSalvo da qual ele também já fez parte num passado distante, conhecida por ajudar com projetos sociais. 

O homem oriental exclamou “Liliana! O que você está fazendo por aqui? ” 

E ela responder “Sacumé, né. Ajudando o pessoal da cidade como sempre. ” E ele lembrou do homem torturado. 

Nesse momento ela também reconheceu o homem, ele já tinha treinado na academia TyJameson, ele participou de umas lutas clandestinas e depois abriu um SPA, “pelo jeito ele era só mais um viciado agora...” ela pensou, e se pôs a correr em direção ao quarto sem número, antes que o homem pudesse pedir ajuda.

Chegando na porta, ela encontrou um dos homens sozinho, ela encostou a espingarda do lado e sacou sua soqueira de prata, colocou cuidadosamente e assim que o homem se distraiu, atacou ele como uma pantera, golpeando e o apagando em um único golpe.

Lil li a na...” Disse com dor o homem pendurado. Era Thomas o idoso que dizia ser seu tio e detetive. 

Ela o soltou cuidadosamente, quando se libertou o homem furioso partiu e jogou a uma maleta para fora da janela que se abriu e expôs vários frascos que deveriam ser de drogas, enquanto xingava e bravejava. 

Enquanto ele pegava suas coisas, Liliana checava o homem descordado, como ele encontrou mais US$ na carteira, sua habilitação que ela se encarregou de pegar os detalhes e a chave do seu carro. Ela devolveu a carteira sem o dinheiro, ficando com a chave e o dinheiro. Thomas pegou suas coisas e encontrou mais duas pistolas, sendo uma delas a arma do homem desacordado.

Liliana pegou sua nova velha espingarda e eles saíram de lá.

Nesse momento, Thomas reconheceu os dois, o oriental e mulher que estava saindo dos escombros e perguntou para Liliana quem era eles que ela prontamente respondeu que eram só drogados e não deveria dar atenção para eles e pôs se a tentar a ajudar a mulher do quarto com o bebê que se assustou, apesar de parecer bem.

Thomas, Liliana e a mulher do bebê desceram e não encontraram dificuldades pelo caminho.

Quando Ty e segurança estavam livres, eles foram para o quarto de Annie vasculhar o que podiam e encontraram lá escondido em fundo falso de uma gaveta um envelope com US$ 10.000,00, um bloco estranho que a segurança identificou com C4 e uma anotação que dizia que as pessoas que usavam as drogas ficavam capazes de feitossobre humanos e parecendo zumbis.

Quando os dois desceram eles puderam ver o idoso e Liliana indo para um lado em um carro e uma moto e um carro com Annie e os outros indo para o outro lado. Eles escolheram seguir Liliane ao invés de Annie.

Thomas foi até sua pousada, uma das poucas funcionando nesse inverno, 

Liliana cumprimentou o pessoal da pousada e acompanhou Thomas até o quarto, chegando lá ele só disse que deveria ter um kit de primeiros socorros no banheiro e apagou. 

Liliana, fez o atendimento nele e ele já começou a dormir melhor.

Quando chegaram o pessoal da pousada até desconfiou do estado dos machucados de Thomas que eram muito visíveis e queriam chamar uma ambulância o que ele prontamente negou, não querendo chamar atenção, deixando eles estranhando, 

Liliana então comentou do preço das ambulâncias enquanto Thomas seguiu resmungando. 

Liliana falou baixinho para a recepcionista como se não quisesse que Thomas ouvisse que tentaram assaltar ele e ele tomou uma surra e ficou com o ego ferido, para ela não estranhar que ele estivesse ranzinza, mas que só parecia mais feio do quer era realmente, tirando as dúvidas da mulher. 

Porém eram realmente ferimentos pesados o que o fez desmaiar assim que chegou, ainda mais na sua idade.

Nesse momento, Ty chega na pousada dizendo que quer falar com os que acabaram de entrar, o que o fez a recepcionista dizer que não era assim que funcionava. 

Após um pouco de convencimento ela pediu para tirar foto dos documentos e disse que se acontecesse qualquer coisa ela os tinha e ia ligar para o quarto e os deixou esperar do lado de dentro.

O interfone do quarto no fim do corredor tocou “Quarto 112”, a recepcionista disse que havia duas pessoas querendo falar com eles esperando e disse o nome de TyJameson para ela, achando estranho ela disse que iria até lá ver o que era.

Ty disse que viu o estado do homem e que poderia ajuda-lo o que fez Liliana perguntar se ele era médico, ele negou, porém, a mulher com ele disse que ele tinha alguns conhecimentos tradicionais de medicina que poderiam ser úteis. 


Liliana em dúvida disse que não sabia se poderia deixar drogados verem um homem desacordado, o que os deixou um pouco bravos pelo o que Liliana prontamente se desculpou “Ah, desculpe! Dependentes químicos”. 


Eles ofereceram que iriam ajudar o homem em troca de informações. De alguma forma eles conseguiram convencer Liliana que estava bem desconfiada deles terem aparecido naquela pousada, ainda assim disse que eles poderiam entrar, mas ainda iria ficar de olho neles.


Os três foram para o quarto no fim do corredor.

Lá, Ty e a mulher viram o idoso dormindo na cama e uma espingarda e duas pistolas na cômoda ao lado, cômoda a qual Liliana sentou na poltrona adjacente.

Ty sacou seu kit de acupuntura, esterilizou as agulhas e pôs se a trabalhar no homem. Seus ferimentos foram realmente bem cuidados, mas ainda dava para melhorar.

Fazendo seu juju de cura, era possível ver os ferimentos se recuperando a olho nu, o que era surpreendente para Liliana.

Thomas acordou e comentou de o porquê haverem drogados no seu quarto. 

Eles responderam que não eram drogados e estavam investigando a mulher somente. 

Eles perguntaram que eles fizeram a parte deles e se eles sabiam qualquer coisa em troca da cura, Thomas relutante contou que ele estava procurando pelo irmão desparecido dele e que ela tinha informações relacionados à quando ele desapareceu. 

Ty, pediu para falar do irmão que ele diria se visse ele por aí, mas Thomas disse que ele havia morrido já.

Ty, disse que encontrou US$10.000,00 e que iria dividir 3.000 com cada, só que logo após entregar o dinheiro disse que como deu dinheiro a eles, eles deveriam dizer o que sabiam a ele. Thomas respondeu que já disse o que sabia e eles trocaram cartões, Thomas com seu cartão ainda de detetive que fez Ty querer contrata-lo para algo


Inferno Gelado ( parte 2)

Ty e Lianna ganharam 3 xp

Ty e Liliana receberam  2xp pelo resumo 

Liliana Comprou Manipulação 2, Esportes 2 ( sobrou 0xp)

Resumo Ty

Após sair do quarto do Thomas, Ty escuta uma conversa da Liliana com o porteiro da pousada, com uma nevasca muito forte; ele alcança questiona sobre o seu tio Thomas, ela responde com feições de desconfiança pq pensa que o Tio é traficante de drogas, disfarce usado para ir no hotel da Ana, o papo continua até o Ty e a motorista irem almoçar

Liliane parece ver algo na rua com uma nevasca forte e quase foi atropelada e vai almoçar no quarto, com o seu suposto tio Thomas. 

A dupla almoça na pousada, um rádio ligado avisa que a nevasca piora, Ty liga para a sua esposa e não consegue se comunicar adequadamente, e o telefone fixo fica mudo, e eles se direcionam ao quarto do Thomas. A Liliana almoça no quarto e escuta uma conversa de rádio de polícia com o Sargento e o Thomas

Ty chega e eles conversam que a Ana estava rondando a pousada, ouvindo isso o Thomas decidi sair sorrateiramente, subornando o porteiro com dois mil dólares, para sairmos de carro pelos fundos e chegarmos na delegacia, chegando procuramos o Sargento O’Neill que nos recebe e nos leva ao escritório dele, conversamos sobre o que aconteceu com o Thomas e sua tortura

Ty pede para analisar a droga que achou na sala da Ana e fica com a metade da droga, indo para os arquivos pesquisar sobre o tráfico de drogas ao redor da boate Ragnarok, enquanto que a Liliana vai para a academia da delegacia fazendo amizade com uma policial e malhando. 

Na pesquisa Ty descobre sobre Lupino estar ligado a duas máfias, a italiana e a russa, ele se dizer feiticeiro, canibal, com seus conhecimentos ele constata que umas da runas de Lupino é de um antigo culto sumério que serve a divindade maligna Dagon que exige sacrifícios humanos, anotando tudo no papel sobre a mesa

 O investigador novato vai em busca dos outros, ao chegar eles recebem a notícia que a delegacia vai ser alvo de ataques e os policiais levam os civis para locais seguro, o Ty dá o seu endereço e a Liliana vai para academia de Salvo primeiro, após eles descerem o Ty e a Íris vão para a Associação de relojoeiros, encontrando o Mr. Gold no escritório subterrâneo dos anos 60 ele entrega as anotações da pesquisa e conversam sobre o caso, terminando o relatório

Ty vai para casa, passa um tempo com sua família e conversa com a Íris sobre lutar contra esses seguidores de Dagon, e é aconselhado a procurar informações com a Associação. Liliana conversa com o sensei da academia sobre os acontecimentos e vai até sua mentora compartilhar essa parte de sua vida e ter apoio emocional .


Resumo Lilliana

Centro da Cidade, Pousada Recanto, quarto do Thomas

Ao final da conversa, Thomas disse para os visitantes que era tio de Liliana, o que a deixou desconfiada quanto as suas intenções e a motivou a querer sair dali, afinal, haviam no local o casal de “drogados” e o homem estranho que dizia a todos que era seu tio, não era uma companhia muito auspiciosa.

O casal composto por Ty Jameson e íris também resolveu que já era hora de se retirar e todos se dirigiram para a entrada da pousada e de lá era possível ver que a neve estava muito forte. O velho dono da pousada disse a eles que se quisessem poderiam ficar ali enquanto esperavam a neve diminuir e que inclusive poderiam almoçar no restauranteTy refletindo, perguntou a sua associada se ela achava que seria possível sair naquelas condições e ela o respondeu dizendo que o motor estava frio demais e talvez não ligasse, ele então disse a Liliana que eles tinham objetivos parecidos, ele tinha coisas a tratar com a Annie e que eles poderiam se unir para lidar com ela, se ela já estava receosa com esse casal que os haviam seguido desde o hotel Purgatório isso a deixou ainda mais alerta, pois quem pediria a uma pessoa qualquer pra ir lidar com um traficante em seu lugar...

Ty vendo como Liliana estava resolveu se dirigir para o almoço e deixou ela com seus pensamentos.

 

A porta de entrada era reforçada e preparada para enfrentar o frio, portanto era difícil ver o que se passava do lado de fora, ainda mais com toda a neve que caia, mesmo assim, Liliana olhava na esperança de que pudesse voltar para sua casa. Nesse momento ela teve a impressão de ver alguém perdido em meio a nevasca e pediu ajuda para o velho que disse que não tinha nada nas câmeras além de uns fios velhos, mesmo assim, convencida de que tinha alguém do lado de fora ela resolveu sair e pediu que o velho a ajudasse segurando a porta.

Liliana saiu correndo em meio a nevasca até um local onde fosse possível ver melhor e mesmo assim não encontrou ninguém, ou foi o que ela pensou. Quando ela chegou ao meio da rua, ela pode ver do outro lado um carro com farol acesso, e logo reconheceu um carro que provavelmente seria dos traficantes “Eles estavam aqui! ” ela pensou, nisso o carro acelerou para cima dela que precisou correr para fugir dele e conseguir voltar para a pousada, com toda a neve não era nem possível saber se eles tentaram a atropelar de propósito ou era só mais uma casualidade do dia e eles simplesmente não se importavam, de qualquer forma, a verdade era que eles estavam ali na pousada, se não foi o próprio Ty que os tinha levado até ali, eles o haviam pelo menos seguido.

 

Enquanto isso acontecia, Ty almoçava com Íris. No fundo era possível ouvir o rádio, uma das poucas coisas que ainda funcionava, dando suas recomendações básicas: Não sair de casa, comer comidas quentes e alternando com suas músicas clássicas de elevador.

Íris chamou a atenção de Ty sobre ele não ligar para sua esposa para dar notícias, contrariado, ele o fez, indignado pela petulância de sua secretária. O que fez Íris lembra-lo que não só não era sua assistente como também não era sua psicóloga e que se ele tinha problemas com sua família que ele se resolvesse e não deixasse sobrar para ela.

Ele até conseguiu falar um pouco, o sinal do telefone parecia ter voltado, porém ainda era péssimo, palavras entrecortadas era tudo que ele conseguia ouvir, mas de alguma foi possível comunicar que estava bem. Nessa hora a luz piscou e a ligação caiu.

 

Liliana já dentro da pousada e preocupada, pediu para o velho que levasse algo quente para ela no quarto do fim do corredor.

Logo ao chegar no quarto, ela foi direto para o telefone na cabeceira da cama, mas não tinha nenhum sinal, estava completamente mudo. Thomas vendo sua situação perguntou o que havia acontecido e ela lhe disse que encontrou os traficantes do lado de fora da pousada. Ele sacou um velho rádio da polícia e após pouco tempo ele conseguiu contato com um velho amigo, eles conversaram um pouco, porém Thomas não deu muitos detalhes para o homem, ele disse que a neve era forte, mas que até a noite deveria dar uma melhorada.

Nisso, Ty e Íris entraram no quarto. Thomas contou para eles sobre os traficantes que estavam rondando o prédio e que eles precisavam buscar uma solução.

Nesse meio tempo, Liliana comia algo e tentava se lembrar de algo. Nisso ela viu o rádio e se lembrou dos Minitrens, os contrabandistas da região usam a neve como oportunidade de transportar suas coisas, talvez fosse possível pedir para eles os buscarem e levarem em segurança, ficaria algo como US$ 1000,00 por cabeça e seria bem confortável, só que acompanhada desse grupo suspeito ela preferiu não falar nada. Ela não iria se indispor com os contrabandistas também e piorar sua situação se houvesse outra alternativa.

Thomas resolveu ir até o velho e negociou com ele para os tirarem dali. Em troca de US$ 2000,00 o velho aceitava se arriscar na nevasca e os deixar na delegacia, o que levou a maior parte do dinheiro que Thomas tinha.  O velho os levou até uma garagem coberta que dava para uma saída de emergência e ligou seu carrinho que ainda funcionava, nessa hora Ty disse para Íris deixar sua arma preparada, o que quase fez o velho reconsiderar demandando mais esforço por parte de Thomas para que ele não desistisse.

Aos trancos e barrancos eles avançaram.

 

Delegacia de Seacouver do Distrito

Entrando na delegacia era notável a diferença de temperatura, comparado com o frio de rachar do lado de fora ali era bem confortável. Era possível ver um balcãpgrande logo na entrada com um policial comendo rosquinha e outros funcionários mais para dentro. A maioria dos polícias deveriam estar aqui esperando a neve passar. 

Ty foi diretamente ao balcão e disse para o policial que queria falar com quem era o responsável dali. O que deixou o ele visivelmente incomodado e o fez até exclamar a frase:

Ta achando que aqui é pousada?!”

Thomas intercedeu e disse que ele era um velho amigo do Sgt. O’ Neil e se ele podia chamar ele. O’ Neil então aparece e chama eles para sua sala.

Lá eles contam o que aconteceu para ele, sobre a captura de Thomas e da situação da pousada, Ty inclusive disse que foi ele quem resgatou o Thomas dos traficantes, fazendo Liliana levantar uma sobrancelha.

Nessa hora um policial entrou na sala e disse que estava havendo um tiroteio na pousada e descreveu uma situação onde “zumbis” fortemente armados que não pareciam sentir dor cercavam o local. O sargento disse que eles poderiam ficar ali até a situação se resolver e que eles iriam lidar com aquilo.

Ty ainda conseguiu convencer o sgt a deixar o perito residente analisar a amostra de Valquíria que ele possuía e de alguma forma devolver o resto e sem mais perguntas. 

O’ Neil os levou para o laboratório onde o químico cansado e sonolento foi acordado bruscamente, e se viu sendo cobrado por um cara desconhecido na figura de TyJameson. O que o deixou bem confuso, ainda mais quando ele disse que queria receber a droga de volta. O sargento o orientou e o químico disse que deveria demorar algumas horas para sair o resultado, algo como umas sete. O sargento disse para os convidados que depois que saísse o resultado ele enviaria para eles.

De lá, Ty seguiu para checar arquivos da polícia e Liliana para a academia da delegacia

 

Liliana pediu para O’ neil para que pudesse utilizar a academia deles enquanto a neve não passasse e sem ter muito o que fazer ele deixou. Ela encontrou uma policial baixinha entediada na delegacia e pediu algumas roupas emprestadas para que pudesse treinar, a policial sem muito ter muito o que fazer ainda aproveitou para ir treinar com ela. Elas conversaram sobre tópicos diversos incluindo sobre a droga nova que da cidade e elas fizeram uma pequena amizade.

Já Ty, convenceu o sargento a lhe permitir checar alguns arquivos de casos antigos sobre tráfico de drogas na região. Ao cruzar algumas referências, novamente o nome Jack Lupino surgiu.

Jack Lupino, o dono da balada Ragnarock trabalhava para Joe Potinello e ainda tinha conexões com a Bratva, a máfia russa. Haviam boatos de que ele seria canibal e ele se auto intitulava um feiticeiro capaz de fazer poções e invocar capirotos e deuses antigos. Os autos ainda o descreviam como um homem cheio de tatuagens de runas nórdicas.

Fato era que ninguém entrava no Ragnarock sem sua autorização.

E, apesar de nunca ter sido preso, haviam algumas fotos suas. Ao olhar as fotos nos documentos Ty identificou que ele não possuía somente runas nórdicas, mais que isso, haviam símbolos referentes a diversas religiões e idiomas antigos, como elementos da antiga Mesopotâmia,especialmente da Suméria. Os símbolos que preenchiam uma das metades de sua face, diziam que ele seria um servo de Dagon, descrito na Bíblia como um deus conhecido por exigir sacrifícios humanos e considerado pelos feiticeiros como um deus maligno. 

Ele não se lembrava de nenhuma linhagem de feiticeiros associados a Dagon e, portanto, se existissem, seria uma ordem muito antiga. Uma ordem em que aqueles que fizessem a tatuagem se declarariam servos e canibais.

Ele fez questão de anotar o que descobriu em folhas retiradas de um bloco de notas que encontrou próximo e de pedir para sua secretária comprar um novo bloco de notas para ele.

 

Enquanto se organizavam após sua atividade, o sargento disse que com a melhora do clima daqui a pouco já daria para eles voltarem para suas casas. Nesse momento, apareceu um policial dizendo que as coisas se complicaram e aquela horda de “zumbis” da pensão se dirigia para a delegacia.

O sargento arranjou um transporte para eles, um camburão da swat os escoltaria até em casa e um policial que parecia novato ficou encarregado de os levar. Liliana fazendo sua tradicional cara de filhotinho pidona e chorona convenceu o sargento a emprestar para eles alguns coletes para que pudessem viajar em segurança. O novato confirmou o endereço de suas residências e se pôs em movimento.

Chegando a academia, Liliana dessa vez pediu se não poderia ficar com eles emprestados por enquanto e que depois levaria na delegacia os coletes, que isso seria muito importante para ela. O Homem meio inseguro acabou deixando e Liliana o agradeceu muito e piscou para eledizendo que isso os ajudaria demais o que acabou o deixando completamente encabulado.

Ao retornar para o carro, Ty disse que havia mudado de ideia e deu um novo endereço ao homem: A Associação de Relojoeiros.

 

Associação de Relojoeiros

Chegando no local, o contraste era óbvio, Ty ainda vestindo como um traficante, cafetão ou quem sabe um drogado e a decoração mais clássica dos anos 1960 se chocavam. O sr. Gold o recebeu em sua sala, ofereceu uma máquina de escrever que pudesse fazer seu relatório e perguntou como havia sido a missão.

Ele disse sobre as diversas estórias desde a Suméria até a Guerra Civil de Cultos de Dagon e que ele iria atrás de procurar detalhes sobre outros possíveis grupos de feiticeiros que deveriam ter se apresentado.

Assim que ele terminasse de escrever ele poderia subir que o Sr. Gold se encarregaria de chamar alguém para leva-lo em casa e que sua primeira missão poderia ser considerada completa. 

De lá ele e Ísis foram embora para sua casa com um homem em um caminhão de neve.


Zona Comercial, Academia DeSalvo, Escritório de Charlie

Charlie e Liliana conversavam e Charlie perguntou sobre o que havia acontecido, Liliana sumiu sem dizer nada na hora do almoço no meio da Nevasca e só agora no fim da tarde que aparecia.

Ela lhe contou a história, ou pelo menos a maior parte dela, sobre o homem chamado Thomas que se dizia ser seu tio, a confusão no Hotel Pandemônio e sobre ter encontrado o tal do Ty Jameson comprando drogas. Pelo menos eles haviam conseguido dinheiro para colocar as câmeras, consertar o aquecimento e quem sabe até poder usar para negociar uma luta. Mas era melhor eles tomarem cuidado com esse pessoal que atacou a pousada. Charlie disse que iria falar com Thomas sobre ele parar com a busca e que iria fechar a academia por garantia, enquanto isso, era melhor ela ir comer.

No refeitório, Liliana conversava com o cozinheiro enquanto ouviam o rádio que contava do ataque dos zumbis de olhos verdes e do confronto com a polícia. 


Zona comercial, Casa de Ty Jameson

Ao chegar em sua casa Ty encontrou sua mulher preocupada com o seu sumiço, porém ela estranhou demais as roupas estranhas que ele estava usando o que ele desconversou sobre, ainda disse para a especialista ficar por lá pela noite.

Em seguida, ligou na academia DeSalvo aparentemente para saber de Liliana, mas desligou sem dar muitas informações.

Separou algumas coisas para sua secretária.


Zona Comercial, Academia DeSalvo

Ao anoitecer, uma figura apareceu em meio a nevasca na porta da academia, era Kath.

Com Kath, Liliana se pôs a contar todos os detalhes que sabia, incluindo os pormenores dos zumbis, Annie, o assassino, o exterminador do futuro e até a mágica que TyJameson fez, algo tão incomum que parecia algo que havia sido feito pela própria Kath. Liliana perguntou se ela não conseguiria ajudar com essa tal de Annie como entrar na mente dela ou algo parecido e Kath disse que veria o que poderia fazer. Ela ficaria garantindo a segurança deles por essa noite, mas depois se encarregaria de investigar mais sobre a droga e talvez até lidar com Annie. 

Liliana disse que o tal de Thomas tinha um rádio da polícia, era possível usar ele para ficar por dentro que estava acontecendo. Kath concordou, eles tinham mesmo que falar com Thomas e convencê-lo a parar com essa busca.

Kath ainda perguntou a opinião de Liliana sobre TyJameson, se ela achava que ele seria útil. O que ela respondeu que provavelmente não. Ele não era confiável e abandou o Thomas sozinho para morrer, não bastasse isso ainda levou os traficantes até a pousada e tentou chantagear o Thomas. Antes ele pelo menos fosse bom em combate, mas considerando que ele largou a luta para abrir um Spa e virar traficante não parecia ser o caso.

 

Zona comercial, casa de Ty Jameson

Ty e Íris conversavam. Ele queria encontrar um grupo de pudesse ajudar na caça aos cultos.

Íris se comprometeu a checar nos arquivos do Sr. Gold sobre algo que pudesse ajudar com aquilo


Inferno Gelado ( parte 3)

Ty, Aurelius, Lilianna ganharam 3xp

Ty gastou 3xp comprando Pesquisa 1

Ty ganhou 2 xp pelo resumo

Aurelius ganhou 2 xp pelo resumo 

Liliana ganhou 2xp pelo resumo 

Lilliana comprou lábia 2

Resumo Ty

Markov/ Aurelius está atendendo pedidos da sua senhora cainita, que lhe pede para achar alguns Artefatos recebe as instruções, um contato de transporte e verifica o tempo com uma nevasca forte, após encontrar o transportador que pratica várias atividades ilícitas na cidade

Ele o atende bem e o leva ao guarda do museu que abra a porta para ele entrar e é levado ao curador, onde começa a negociação imediatamente. Após uma boa conversa

Markov/ Aurelius o convence a negociar para adquirir os artefatos e o ameaça informando que a Francesca poderia acabar com o museu, e funciona deixando o curador atônito e fechando a negociação, e acaba descobrindo uma adaga suméria de 6 mil anos

Markov- Aurelius  vai se desvencilhar- se do curador e ao sair, escuta um grito abafado, chama o curador para sair, que o informa que ele pode subir, chegando lá, ele vê um segurança caído e escuta sons de tiros e frase “ A carne, a carne dos anjos caídos. “ Markov/ Aurelius  desce rapidamente e pergunta ao curador por armas e pela saída

O curador pega uma arma antiga enquanto eles saem e veem um vulto de olhos verdes ao longe, indo até o carro do curador que é convencido de ir ver a Francesca, Markov pede para dirigir e pelo caminho passa pela delegacia, vendo a delegacia devastada na entrada, deixando o curador fazer a denúncia do ataque no museu

Markov / Aurelius liga para o transporte dado pela Francesca, que marca atrás da pousada para ir buscá-lo. Markov aguarda o curador o levando para o local do transporte, eles drogam o curador para que ele durma e o levam até a entrada da casa da Francesca e o prendem num quarto retirando alguns de seus pertences, indo até sua senhora Markov reporta todos os últimos acontecimentos .

Ty está em casa terminando de jantar e recebe uma ligação de uma suposta colega, ele desconfiança que é a Ana Petrelli mas ela não se identifica e o ameaça, desligando a ligação em seguida, chamando a Íris ele avisa que não podem passar a noite em casa e eles têm que ir para casa do seu sogro, após a Sarah discutir com ele sobre o que aconteceu eles saem e Ty fica em um hotel qualquer e sua família vai para o seu destino, Ty pede um quarto e toma algumas doses de whisky para poder dormir.

Liliana está a noite na academia Desalvo e eles ouvem no rádio sobre um ataque no museu e conversam sobre, mais notícias surgem do rádio da polícia, após Liliana acompanhar a conversa inadequada dos policiais ela procura o mapa da cidade na academia e vai marcando os pontos de ataques na cidade e ve que as marcações formam a runa de Sutur a divindade do fogo e da criação do mito nórdico, e inimigo de Odin e que planeja recomeçar o ciclo da vida sem humanos, mas deverá ser impedido no Ragnarok, Liliana comenta a descoberta com sua mentora, que responde que isso é uma descoberta, que ela soube da existência de Feiticeiros há pouco tempo.

Enquanto isso, na mansão da Francesca que decide conversar a sós com o curador, Markov e Elliot ficam conversando até ela retornar e ordenar o Markov junto com o curador para pegar os artefatos, pedindo ao Elliot para lhe armar e recebe instruções mais específicas para ir ao museu, por algum motivo o curador parece atender a qualquer pedido do Markov, que maliciosamente lhe pede para devolver o dinheiro depositado mais cedo de volta para a Francesca e todas as suas falas com o curador são frias e sem coração, chegando no museu há um atendente que facilmente é convencido pelo curador, a deixar eles a vontade para pegar os artefatos 

Markov/ Aurelius  movido pelo seu espírito apodrecido pega a arma e ameaça a vida do curador para ele acelerar o serviço, e chegando na garagem percebe um carro a mais, Markov/ Aurelius  ativa seus poderes de Carniçal e percebe vários rastros e escuta algo mexendo em coisas dentro do museu enquanto o curador está do outro lado

Ele ordena maliciosamente o doutor a dirigir para sair dali como se sua vida depende-se disso, Markov pessoas maltrapilhas com olhos que parece brilhar na noite cheia de nevasca que começam a correr atrás do carro e ele atirar neles e não parece atingir o alvo, mas o curador, bom de volante segue o seu destino até a casa da Francesca, chegando lá encontra o segurança sangrando avisando sobre os drogados que são muito perigosos, Markov procura o lugar seguro da mansão e verifica vários drogados baleados e mais uma vez ele destrata o curador.

Ty Jameson acorda no fim da madrugada, no hotel com a tv ligada e aparece o mapa no jornal com os pontos de ataque dos drogados, nesse momento ele se lembra das runas do Lupino, e vê que no mapa forma essa runa de Sutur, com linhas imaginárias parecendo um ritual; ele volta a dormir e para num pesadelo onde sua família é brutalmente assassinada em sua casa pela Annie Petrelli, fuzilado por ela, a casa desmorana em cima dela, e num vazio profundo alguém fala com Ty lhe oferecendo ajuda por um preço, que ele aceita para sair daquela situação.


Resumo Aurelius 

📖 Memórias de Aurélius

Primeira memória — O Bom Doutor e a Negociação no Museu

Recordo-me do silêncio polido do salão do museu, quebrado apenas pelo tilintar das chaves que o Bom Doutor carregava consigo. Seu olhar era firme, o de um erudito orgulhoso, mas eu já havia aprendido: todo homem se parte se pressionado nos lugares certos.

— “O destino de certas peças não está nas vitrines, Doutor, mas nas mãos de quem entende o peso delas. E eu entendo.” — disse-lhe, deixando minha voz cair num tom grave, pausado.

Ele tentou argumentar, citar leis e regulamentos. Eu o interrompi apenas ao avançar um passo, encostando minha mão ossuda sobre o braço dele. Não apertei, apenas deixei a ameaça repousar como uma serpente enrolada.

— “Se negar, sua reputação ruirá. Se negar, sua família perderá mais do que coleções.”

O suor desceu em sua testa como tinta escorrendo por tela antiga. Seus olhos, antes altivos, vacilaram. Ao final, cedeu. Não apenas cedeu: seguiu-me como um cão resignado, deixando atrás de si as luzes do museu. O Bom Doutor caminhava ao meu lado, como se sua vida agora fosse apenas uma anotação de rodapé nos livros que tanto venerava.

E eu o levei… para Franchesca.

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Segunda memória — A Entrega ao Delírio

Na penumbra do Refúgio, entreguei o Bom Doutor à minha Senhora. Franchesca o observou como quem contempla uma estátua rachada: não com piedade, mas com deleite. Sua voz, doce e frágil, ecoou com uma ordem invisível.

— “Olhe-me, Doutor. Olhe-me e obedeça…”

Seus olhos se abriram como portais negros. O Bom Doutor resistiu por um instante, mas logo se afogou no oceano de Dominação. Eu vi a mente dele se quebrar em silêncio.

Foi então que a crueldade tomou forma: Sob o comando de Franchesca, ele se tornou meu instrumento, e cada sugestão sórdida que eu soprava era obedecida.

No porto, sob a névoa pesada, saqueamos um depósito esquecido, carregando ídolos corroídos e caixas que exalavam cheiro de mares mortos. O Bom Doutor ria nervoso, a risada de um homem cuja alma já não lhe pertence.

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Terceira memória — A Mansão Violada

Voltamos ao Refúgio de Franchesca, triunfantes. Mas ao cruzar os portões da mansão, o triunfo morreu em minha boca. O mordomo jazia no chão, o corpo lacerado, sangue manchando as escadas como tinta em pergaminho antigo.

No salão, vultos se moviam: drogados, miseráveis, invasores sem noção do inferno que haviam despertado.

Segurei o Bom Doutor pelo colarinho, arrastando-o comigo.  Não lutamos, não naquele momento. Fizemos o que predadores fazem: recuamos para atacar na hora certa.

Descemos às entranhas da mansão, ao bunker que apenas poucos conheciam. O ar cheirava a ferro e mofo, o abrigo de velhos horrores. Fechamos a porta atrás de nós, ouvindo os passos erráticos dos intrusos ecoando lá em cima.

Ali, nas trevas do bunker, o Bom Doutor começou a chorar.

E eu sorri. Pois entendi que ele já não era mais curador de nada — apenas mais uma relíquia quebrada na coleção de Franchesca.


Lilliana

SeacouverEscritória de Curadoria da Franceska

Markov que estava catalogando informações é chamado por Franceska, sua regente. Ela queria que ele fizesse um trabalho para ela, aproveitar o clima da forma como estava e ajuda-la com umas aquisições. Ela disse para ele ir até o museu da cidade onde novas pessas haviam recém-chegado e ainda estavam sendo catalogadas e que Markovas obtivesse, da forma como fosse melhor.

Markov recebeu de Franceska um envelope com os itens a serem adquiridos e um cartão contendo somente um número de telefone e a palavra “Transporte”. Ele olhou para o relógio e marcavam 18h30, esse era um serviço que funcionava até as 20 horas.

Markov foi deixado na portaria do museu pelo veículo de neve e por um interfone conversou com um segurança, após um tempo, o segurança o deixou entrar e o leveu para a sala do curador, deixando-os sozinhos, enquanto o curador pensava em como alguém sabia daquela carga que acabara de chegar. 

Eles negociaram por um tempo e Markov fez uma proposta que deixou o homem empolgado, mas não sem antes fazer uma ameaça ao homem que ficou completamente coberto de medo. Ele disse que Franceskapoderia ser uma investidora importante, tudo dependia do quanto ele estava disposto a contribuir. O homem apavorado passou a conta e ele transferiu o dinheiro, em seguida, perguntou se não haveria algum item adicional interessante que não estaria na relação dele.

O curador mostrou uma adaga antiga que Markov estimou ter em torno de 6000 anos, provavelmente da Suméria. Enquanto eles falavam uma equipe trabalhava na sua preservação. 

Nesse momento, Markov ouviu o que parecia ser um grito abafado. Ele perguntou ao homem se houve mais alguém ali e ouviu que só eles e os seguranças, então, Markovresolveu ir em direção a fonte do grito e ao subir de andar o que ele encontrou uma lanterna caída no chão. Dessa vez, sons de tiro eclodiram perto dele e junto deles palavras que mencionavam a carne dos anjos caídos.

Markov decidiu fugir dali, ao descer, ele falou com o curador que tentou usar o telefone e não havia sinal algum. Eles seguiram para uma saída de emergência enquanto Markov ouvia passos se aproximando, o curador entregou uma garrucha para ele e eles seguiram para um elevador que precisava de chave e ele estava com dificuldade de encontrar a correta, deixando Markov ansioso pois o som estava se aproximando. Assim que a porta abriu, rapidamente eles entraram e pouco antes de fechar, Markov pode ver um vulto com olhos verdes cobertoz de sangue.

Ao chegar no estacionamento do subsolo, Markovpercebeu que não estava com os objetos de sua Regente e pressionou o curador para que ele o acompanhasse, guiando o carro do homem

“Seria interessante você conhecer a nossa hospitalidade”.

Markov seguia pelas ruas escuras e cobertas de neve, na direção que ele acreditava ser a correta, porém era bem difícil de ter certeza. Depois de um tempo, ele viu luzes que poderiam ajudar a se localizar. Eram da delegacia de polícia do distrito, em volta, carros pegando fogo e muitas pessoas caídas no chão. Policiais e drogados.

Markov foi até a frente da delegacia e disse para o curador falar com os policiais sobre o museu. Enquanto ele estava ausente, ele finalmente conseguiu algum sinal de telefone e ligou novamente para o “Transporte”, eles disseram que a polícia não gostava muito do que eles faziam e então marcaram de se encontrar perto de uma lanchonete, no beco atrás de uma pousada que abria mesmo em dias de neve. Assim que o doutor voltou eles seguiram para o beco o que provocou estranhamento no homem.

Do meio da neve surgiu o vagão de trem. Eles entraram e o carniçal convenceu os homens a apagarem o curador com um Boa Noite Cinderella em um café. Chegando na residência eles carregaram ele até a entrada e foram embora.

Markov chamou um servo da casa e juntos carregaram o homem até um quarto. Ele pediu para retiraram os itens do curador e foi se reportar para Franceska.

“Ele está muito bem acomodado em um dos cômodos mais desconfortáveis da casa”.

Ela decidiu ir falar com homem.

 

Zona Comercial de Seacouver, Residência de Ty Jameson

Ty estava comendo com sua esposa e filho, esposa essa que ele nunca dava muita atenção. Ele tentou checar seu celular, mas nada de sinal. Ele decidiu procurar por detetives nos classificados, até que o telefone fixo tocou.

Era uma voz feminina, um pouco familiar.

“Olá colega, nós dois trabalhamos para os relojeiros, eu sou uma ex funcionária.

Apesar de claramente ser Annie PetrelliTy se fez de desentendido, provocando a moça. E ela disse que iria sentir falta do humor dele antes de desligar.

Ty, percebendo que aquilo era uma ameaça, chamou a segurança e pediu para ela leval a família dele para algum lugar seguro enquanto ele ficaria em um hotel qualquer. Chegando a conclusão que a casa de seu sogro poderia ser uma boa opção.

Sua esposa, sem entender o que estava acontecendo, pediu explicações para Ty que se negou a conversar com ela e eles discutiram. A mulher por fim disse que iria, mas que depois eles teriam uma conversa séria. Íris levou a família e a especialista embora e antes de sair, Ty pediu para que ela falasse para o sogro contratar seguranças e que depois voltasse para encontrá-lo.

Ty seguiu para o Hotel Nova Aurora e enquanto preenchia o cadastro ele pediu para que só atendesse Íris Washburn e que se alguma outra pessoa o procurasse que deixasse o nome na portaria.

 

Zona Comercial de Seacouver, Academia DeSalvo

Enquanto Liliana comia, Kath estava de guarda anotando furiosamente e de forma incessante no escritório. Liliana falou um pouco com Charlie que disse que o Thomas já deveria estar dormindo.

Liliana conversou um pouco com Kath e perguntou para ela se ela estava usando o rádio do homem que lhe respondeu que não, nem sequer havia falado com ele ainda. Elas subiram juntas para o quarto dele, assim Kathpoderia conhece-lo e Liliana pediria o rádio.

Após dizer que poderia pegá-lo pela manhã no escritório caso não a encontrasse, as duas retornaram para lá. Elas continuaram a monitoram o que acontecia naquele momento contemplativo. 

Liliana ouviu que ouve um ataque no museu da cidade, semelhante ao que ouve na polícia e que o agente Theodore e seu parceiro estavam indo ao local. Achando peculiar a localização do ataque, ela resolveu mapear os acontecimentos pela cidade. Ignorando o mapa fixado ainda em bom estado da cidade na parede, ela achou um antigo guia de viagens qualquer e começou a marcar os locais dos ataques.

Estranhamente, eles formavam um padrão, uma runa de Sultur, um deus de fogo associado ao mito da criação nórdica do qual surgiram os Aesir e os Vanir, dele viria um mundo novo após o Ragnarok sem humanos. Alguém que também era referenciado como um demônio do fogo ou até um vilão dos quadrinhos do Thor. Liliana falou isso para Keth e elas conversaram sobre os “zumbis” que estavam aparecendo nos locais, Kath disse que ela não deveria se preocupar muito afinal zumbis não costumam durar muito tempo, eles são normalmente encontrados com sinais de degeneração cerebral e overdose. Além disso, Kath também notou que o museu não parecia fazer parte do padrão e que mandaria alguém lá para investigar.

 

Casa de Franceska

Markov deixou sua Regente falando sozinha com o curador e foi conversar com Elliot, um carniçal que fazia a segurança dali a quem ele se referiu como “pelo menos mais inteligente que os macacos drogados”.

Quando Franceska retornou ela decidiu que queria que Markov acompanhasse o curador para buscar alguns novos itens num depósito na Zona Portuária, que ela precisava lidar com alguns outros assuntos nesse momento. Ela mandou Elliot preparar o carro para ele, arrumar uma 9mm e deu um inventário novo para Markov com a orientação de tentar ser discreto e fazer os depósitos usuais.

O curador estava extremamente cooperativo, quase que como se tivesse tido sua mente influenciada. Markovdevolveu os itens do curador e mandou ele retransferir o dinheiro que ele havia pago de volta.

Eles seguiram para a Zona Portuária, num portão o curador inseriu um cartãozinho que o fez abrir e eles seguiram para uma área que onde um homem recebeu eles. Havia uma entrada de cartão para acessar o elevador também.

Ao chegar no local onde os itens estavam, Markovmandou o homem fazer tudo o mais rápido possível. Um tempo depois, o elevador se abriu, era o homem da segurança, ele disse que o sistema provavelmente iria cair, que as câmeras já não estariam mais funcionando e que a luz de emergência seria acionada. Assim que ele saiu, continuando suas sessões de maus tratos com o homem, Markov sacou sua arma e pôs na cabeça dele e o mandou se apressar dessa vez com mais veemência.

Quando eles chegaram no estacionamento, havia um carro a mais. Markov usou Auspícios e pôde identificar marcas frescas de neve que apontavam que pessoas se arrastando de maneira frenética, um par de sapatos refinados de mulher e um par de homem. O segurança não estava em lugar nenhum e a esquerda no local onde ficava sua sala barulhos que pareciam ser de alguém revirando o lugar.

Eles seguiram para o carro, e quando estavam terminando de guardar os itens, Markov ouviu novamente o barulho de alguém se aproximando rápido. Ele mandou o homem dirigir como se valesse a vida dele.

Markov pôde ver pessoas maltrapilhas de olhos verdes correndo em direção ao carro. Ele tentou atirar contra uma de duas que estavam logo atrás e errou, seu único consolo era que pelo menos dessa vez ele estava levando as coisas para sua senhora.

Ao retornar, o local estava revirado com Elliot caído chão. Ele deixou ele ali, mandou o doutor sumir de sua vista e disse que ele iria “vasculhar o local”, enquanto seguia procurando um local seguro para ficar até sua senhora chegar.

Quando chegou onde seria a sala segura, ele encontrou drogados mortos pelo caminho, pareciam que eles haviam morrido pela perda de sangue, mas até a hora que eles caíram, eles continuaram seguindo em frente e andando normalmente.

Vendo que a sala parecia estar intocada, ele gritou pelo curador e o mandou pegar o segurança para se esconderem na sala segura.

 

Hotel Nova Aurora

Ty acordou com o sinal da TV funcionando, na tela um noticiário falava sobre os ataques e ele pôde ver um símbolo que ele também associou a Sultur e se lembrou de uma das tatuagens de Jack Lupino, ele fez algumas anotações rápidas no celular e pediu por café, mesmo sendo de madrugada.

Ele tentou ligar na Academia DeSalvo por algum motivomas sem sucesso.

Ele saiu de quarto e a luz de emergência estava acessa. Ele resolveu descer para pediu para ligarem para a polícia da recepção porém quando chegou lá p balconista parecia estar dormindo. Ty decidiu falar com o segurança então. O segurança disse que as 5 ele iria sair da posição dele e que ele poderia ir na sala de rádio e ajuda-lo e Ty deu ao homem 200 dólares.

Quando saiu, eles seguiram para as salas dos empregados e o homem lhe perguntou se era coisa importante. Tyexplicou que sua família estava sofrendo ameaças e que também se tivesse algum colega vigilante precisando de emprego ele estava disposto a contratar.

Na sala do rádio eles entraram em contato com a polícia. Ty pediu para falar com O’Neill e que achava que Liliana poderia estar em perigo e para eles mandarem alguém lá.

Depois disso, ele voltou para o quarto para dormir. Seus sonhos eram esquisitos, haviam drogas e pessoas invadindo sua casa. Ele perdeu o controle por um momento e acordou no chão de sua casa, ela estava revirada, na parede pichação da Valquíria.

Ele viu alguém sendo devorado vivo, era sua esposa e ao lado seu filho já destroçado na cama. Annie apareceu empunhando uma arma “Eu disse que isso ia acontecer, você não devia se meter em coisas que não te dizem respeito! Nem nos seus sonhos você está seguro...”

Ele não conseguia se mover, mas conseguia falar. “A casa, a mansão prateada te aguarda” ele disse, e usou suas habilidades de manipular sonhos e derrubar a casa em cima dela. Logo depois algo ainda mais estranho aconteceu e ele se viu caindo em um abismo sem fim...

No abismo um homem ruivo encupuzado apareceu e disse “interessante”. Ele parecia ser uma criatura dos sonhos. 

“Me ajude” Ty disse.

“Por que eu deveria ajudá-lo?”

“Eu já viajei muito nesse mundo, sou um dos poucos que consegue andar pelos sonhos”

”Então, você se acha especial?!”

“Eu não sei a resposta que você quer ouvir”

“Pensei que alguém tão sábio...”

“Porque temos algo em comum”

“Isso não é uma resposta, você está ciente que pode ficar aqui para sempre?”

Sem paciência, ele mandou o homem ruivo seguir o caminho dele, porém quando o homem se virou ele disse novamente “Me ajude...”

“Você disse para eu ir embora e me chama de novo, você está ciente que precisará me ajudar com algo? ”

Ty continuou destratando o homem até que disse “Se quisesse me ajudar, você me ajudaria. ”

O Ruivo disse que ajudá-lo interferiria no equilíbrio, ainda mais com a mulher lá em cima, por isso um favor era necessário como pagamento. Ty dessa vez aceita, ele se vê novamente na casa, mas não vê a mulher mais. Ele ouve a voz do Ruivo dizer que voltaria depois.

Nessa hora ele acorda com o som do telefone. Era a viatura que passou para buscar ele.

Ao entrar no carro, os policiais acham que ele é mais um drogado, o que já era de praxe para Ty Jameson.

 

Zona Comercial, Academia DeSalvo

Liliana dorme no escritório e Kath a carrega até sua cama.

Liliana acordou com alguém batendo na sua porta, era Charlie, ele disse que havia um policial procurando por ela lá embaixo.

Liliana se arrumou para sair, chegando lá o policial disse que Ty Jameson sofreu uma ameaça e eles queriam que ela fosse até a delegacia com eles. Ela pegou sua pistola, sua soqueira de prata e uma bolsa térmica cheia de marmitas e refeições, pôs sua mochila nas costas e foi com eles puta da vida pensando qual o problema novo que esse tal de TyJameson arranjou para ela.

 

Ty Jameson se Lembrou que annie Petrelli viajou pela Mansão dos Sonhos e ficou louca no processo.


Inferno Gelado parte 4

Aurelius, Liliana e Stephan ganharam 3xp

Aurelius e Liliana ganharam 2 xp pelo resumo 


Resumo Aurelios 

Recebo ordens da Senhora Franchesca para investigar mais sobre os ataques à Cidade , dos prováveis "Drogados" , Ela indica 2 nomes para me aliar e seguir as investigações

Em um primeiro momento gentilmente sigo com o Bom Doutor até o Museu da cidade para buscar as obras de arte adquiridas ao nosso Acervo . Me ofusco ao chegar lá e deixo o bom doutor sozinho no resgate das obras . O museu estava em investigação pela polícia pelo ataque dos marginais ( drogados ) . A Neve diminuiu.

Volto para a Mansão com o Doutor e as obras de arte


Resumo Stephen - Caçador

Um espirito Maligno ( Vampiro ) assombrava a familia dele, ele estava prestes a iniicar a carreira clerical. Abandonou a faculdade de teologia e começou a estudar formas efetivas de lidar contra ciraturas das trevas

Soube a infromação de que fatos estranhos estavam acontecendo na cidade de Seacouver

descobre informações sobre a droga Valkiria , e sua distribuição por traficantes no bar Ragnarok

Dona Franchesca pede para eu me encontrar com Liliana , e a informação do envelope que está no quarto de uma amiga que ficava com ela no dojo

Sou recebido no Dojô e busco por dona Liliana

Conversa no escritório com Liliana

Anne Franchinelli está fabricando a droga de maneira discreta na casa noturna ( atualmente fechada ) Ragnarok

Lugar controlado pelo traficante Jow Cochinello e seu mafioso Jack Lupino ( perigoso e ocultista )

Olho o documento com as informações ( utilizo memória eidética )

O Bar é uma casa norturna, está atualmente fechada. Porém os capangas de Jack Lupino estão por lá

O unico estabelecimento desta rua é o bar Ragnarok ( nome escrito com Runas ) em um bairro afastado

Casa nunca foi aberta , sempre em reforma

Vejo com o Bom doutor sobre um mapa da galeria de esgoto da região da casa Ragnarok , onde provavelmente a droga é escoada

Nos dirigimos ate a região próxima da casa noturna, deixamos o carro no beco e vamos para o Bueiro

Nos dirigimos ate a região próxima da casa noturna, deixamos o carro no beco e vamos para o Bueiro

encontramos uma escotilha , para um escritorio adaptado

( encontrado na escrivaninha, um molho de chaves, um cartão magnético e vários documentos )

Encontramos um relatório sobre 5 cainitas na cidade , uma delas sobre Franchesca , é um relatório de algum aliado da senhora.

Mentora da Liliana ( cainita ? ) - boa em investigação

indivíduo X - parece ter contato com a nova ordem mundial - grupo que afirma que controla o mundo por trás dos bastidores, bom contato para resolver problemas

outro indivíduo Y - controla o submundo do oculto

Outra Cainita - Extremamente perigosa , não se aproximar

Outra Cainita - Extremamente perigosa , não se aproximar

Distraio a atenção de Liliana sobre o documento, de maneira a manipular e intimidar a sairmos logo daqui e manter em segurança a informação sobre cainitas . Investigamos os papéis e saímos pelo corredor, num primeiro momento evitamos a escada . há uma outra escotilha de saída

Foi encontrado um alarme silencioso abaixo da escrivaninha , sensor

Sessão termina para Aurélios no corredor de saída pela outra escotilha



Resumo Liliana 

Mansão de Franceska, Sala Segura

Elliot se recupera enquanto Aurelius e o curador conversam e juntos os três aguardavam o retorno de Franceska. Após um tempo, ela finalmente chega e os três foram encontrá-la.

Ela perguntou para eles o que havia acontecido ali, eles explicaram que havia sido por causa de um ataque dos zumbis de olhos verdes e após ser atualizada dos acontecimentos recentes ela deu suas ordens. Para um dos carniçais ela pediu que desse fim nos corpos e para Aurelius ela disse que ele deveria cooperar com a protegida de uma Associada, que lhe respondeu que o doutor não estava tão cooperativo, ela não deu muita bola para tal coisa e continuou que ele deveria contribuir para ajudá-los a descobrir quem estava causando confusão pela cidade, ela iria entrar em contato para ver onde ela estava e enquanto isso ele deveria retornar ao museu para ajeitar as coisas com o curador e trazer o que ficou por lá que a essa hora as coisas já deveriam estar mais tranquilas, ela pediu para o segurança ajustar o carro para a neve e eles poderiam usá-lo.

Ao sair já era possível notar que a neve estava menos intensa e apesar de não ser muito, o sinal do celular já mostrava uma barrinha na tela. Eles ligaram o rádio para ouvir no caminho e que funcionava de forma precária para ouvir no caminho e esse contava sobre a situação da polícia que estava sobrecarregada e foi assim até que finalmente chegaram no museu.

Os dois entraram pela porta dos fundos, na entrada um segurança se aproximava e o curador pediu para Aurelius aguardar um pouco, porém quando ele se virou o carniçal havia desaparecido. Ele conversou um pouco com o homem que voltou para sua mesa para tomar café e foi para pegar os itens da Franceska, depois de um tempo ele retornou segurando duas sacolas gigantes, acolchoadas e redondas cheias de itens e a porta quase que se abriu sozinha e ele pôde seguir em direção ao carro. Quando ele foi tentar abrir o porta malas e viu que precisava das chaves Aurelius pareceu surgir no nada para abri-lo. 

 

Zona Comercial, Academia DeSalvo

Um pouco antes de sair para a delegacia, enquanto terminava de preparar seus equipamentos, Charlie apareceu novamente e lhe entregou um bilhete. Era de Keth, o bilhete falava de uma “amiga” dela chamada Franceska e que esses ataques estavam afetando a Comunidade deles, então elas estavam formando uma aliança para resolver esse caso, logo mais deveria aparecer um ajudante dela chamado Aurelius.

Liliana e os policiais conversaram um pouco sobre luta durante o caminho. Lá, o sargento O’neil ofereceu café para ela e explicou um pouco mais da situação, ele comentou dos ataques por toda a cidade e eles acertaram dela dar um depoimento anônimo contando na participação da Annie Petrelli e do Hotel Pandemônio. O sargento deu para ela a cópia do laudo que eles haviam combinado e ele ficou de mandar um detetive e a policial baixinha Mary para ficarem na academia.

 

Chega Stephen Bech

Stephen era um seminarista muito devotado que já estava em seus últimos anos do curso de teologia até que algo estranho matou seu pai. Nesse momento sua vida virou de ponta cabeça e ele passou anos como caçador indo atrás dessa coisa o que quer que fosse.

Recentemente ele recebeu um chamado de seu antigo amigo, o Padre Ian, relatando que haviam coisas estranhas em Seacouver.

Igreja do Padre Ian

Stephen chegou um pouco antes da neve cair e se hospedou na pousada da paróquia, quando melhorou um pouco o clima ele seguiu para a igreja. O local estava todo pichado e entre os rabiscos estava o símbolo da gangue que distribuía a droga V. Ele bateu na porta pesada e foi recebido por um dos coroinhas, que depois de se apresentar o levou até o padre, no caminho, Stephen pôde perceber que a igreja estava toda reforçada e que eles estavam adicionando mais proteções contra o frio.

Um irlandês de batina o cumprimentou, era o Padre Ian, que o conhecia desde que o próprio Stephen fora coroinha dele. O Padre disse que chamou ele ali por haviam muitas coisas estranhas acontecendo na cidade recentemente e ele sabia que o Stephen estava atrás de coisas estranhas e perguntou se ele não estava disposto a ajudar. O padre contou como toda a situação dessa nova Valquíria era muito estranha também. O padre entregou para ele uma pasta com a foto de um cara coberto de tatuagens de deuses profanos que ele reconheceu como sendo de diversos mitologias diferentes como Dagon, Sultur, Azazel. Era um traficante aparentemente intocável que diziam mexer com coisas ocultas e tinha envolvimento com os italianos e com os russos. Eles falaram sobre como essa Valquíria apesar de degradar a mente deixava os usuários mais fortes, matando eles aos poucos, mas deixando eles aparentemente incapazes de sentir dor.

O padre ofereceu para Stephen ficar na casa sacerdotal e que ele poderia ficar quanto tempo quiser, com uma certa relutância Stephen aceitou e foi buscar suas coisas no quarto da pousada antes de retornar para a missa.

Na igreja novamente, Stephen sentiu um calafrio percorrer sua espinha, como se houvesse algo de muito errado, então ele avistou um homem muito pálido e bem vestido observando um dos vitrais. Stephen foi em direção ao homem e eles começaram a conversar, o homem disse que era muito incomum ver algo da idade de Stephen por ali, apesar deles aparentarem serem da mesma idade. Stephen perguntou ao homem sobre as coisas estranhas que estavam acontecendo por lá e o homem se referiu a ele como “Stephen”, ele disse que era só por ele ter cara de Stephen, mas ainda assim era muito estranho... o homem pálido disse que: 

“Isso meu caro Stephen... você tem cara de Stephen... isso é porque a tempestade está vindo e você sabe o que dizem a respeito de tempestades...”

Continuando sua própria frase: 

“Tempestades são quando deus chora pelo pecado da humanidade. ”

O que deixou Stephen um tanto encucado, afinal, ele nunca havia ouvido aquilo. O homem que continuava se referindo a Stephen por Stephen, ainda comentou sua uma espécie de luz que infelizmente a maioria das pessoas não tinha dentro delas, mas que ele via em Stephen. Essa conversa continuou até que a missa começou, o homem pálido se sentou em um banco e Stephen optou por sentar logo atrás dele.

Enquanto o padre fala da estória dosbre os 8 anjos que derramaram os 7 cálices de tormento pelos pecados da humanidade, Stephen teve uma visão. Nela, ele via pessoas com 6 asas e 3 rostos lutando numa guerra vestida de couraças, uma face humana, uma face de águia e uma face de leão, até que uma delas foi empalada por uma lança em sua face humana, e o autor do golpe parecia muito com o homem pálido... Quando ele voltou a si, a missa já estava acabando e o homem não estava mais por lá.

Enquanto coroinhas, obreiros e diáconos continuavam sua tarefa de reforçar a igreja contra o frio, o Padre Ian levava Stephen para a casa sacerdotal. No caminho, Stephen perguntou se o padre já havia visto algo estranho e sentido como se um mal encarnado estivesse na sua frente. Eles passaram por uma porta pesada em direção a um corredor e em seguida uma segunda porta para chegar na casa sacerdotal, o padre apresentou o lugar para ele o quarto dele era o do fim do corredor e poderia procura-lo ali caso precisasse. Stephen foi para seu quarto deixar suas coisas e trancou a porta, nesse momento ele viu uma bíblia estranha lá, uma que parecia ser muito, muito antiga.

Ele pegou a biblía que parecia feita de couro e o idioma não era inglês, era uma versão de um hebraico antigo quase aramaico que ele só havia visto em textos antigos durante o tempo de seminário. Ao folheá-la ele viu algo ainda mais incomum, quando chegava no Apocalipse, no Livro de João que deveria ir somente até o capítulo 22, havia um 23º.  Nele, contado como se através da perspectiva de um anjo, se falava de uma guerra entre anjos que foram para a Terra e morreram, dizia que Satanás podia ser o pai da mentira, mas apesar de tudo ele nunca havia matado outros anjos. Dizia que os falsos deuses atormentarão a humanidade no fim dos dias e que os anjos mais uma vez lutarão. Que os indícios do fim começariam por uma horda de amaldiçoados com olhos de esmeralda.

Intrigado, Stephen abraçou a Bíblia, se ajoelhou e começou a rezar com lágrimas saindo de seus olhos... 

Pa!

Ele foi interrompido por um barulho que parecia ser o barulho de alguém arrombando o portão da igreja. Ele enxugou as lágrimas e pegou um 38 antigo na sua mochila e foi ver o que poderia ser.

Ele abriu a porta que dava para o corredor e um pouco antes de abrir a da igreja ele ouviu as palavras:

“... A carne, a carne dos anjos caídos... ”

Ele respirou fundo e decidiu abrir a porta devagar enquanto apontava a arma para frente.

Na mesma hora que a porta foi aberta um cara com olhos verdes incandescentes pulava para cima dele tentando acertá-lo. De surpresa, Stephen até tentou se esquivar mas tomou um soco de raspão. Ele revida e consegue acertar um tiro na perna do seu agressor.

Um segundo agressor pula sua na direção de forma toda destrambelhada e erra, caindo em cima de um altar próximo e quebrando ele todo.

Um terceiro ataque e ele esquiva desse, mas acaba se afastando da porta.

Nisso, um quarto agressor pega uma imagem sacra e arremessa na sua direção, Stephen sai do caminho a tempo e consegue acertar um tiro, o derrubando.

Nessa hora um dos agressores tentou unha-lo, e ele se defendeu com um soco que ambos erraram, só que ele emendou um tiro, acertou com sucesso.

Após um novo ataque, vendo que eles não paravam, Stephen correu na direção da porta de onde havia vindo. Trancou ela e a segunda porta e pegou o telefone.

 

Casa de Franceska

Ao retornar para mansão, Franceska Mandou Aurelius para a academia DeSalvo, ele deveria procurar por Liliana e dizer para ela pegar o envelope da amiga dela. Ele disse que estava com pouco sangue e Franceska o alimentou e seguiu para seu descanso.

Chegando na academia, o local estava fechado e tinha um interfone e uma câmera apontada para ele, ele disse que foi em busca da dona Liliana e um homem negro o recebeu, um cara que devia ter pelo menos uns 50 anosmas que estava em forma como um atleta. O homem o levou até um sofá e disse para ele esperar que ele iria chama-la. De lá ele pôde ver crianças treinando e um mural cheio de histórias.

Após um tempo Liliana aparecendo perguntando se ele era o menino da Franceska, Aurelius respondeu que sim e ela o levou para um escritório. Chegando lá, ela abriu um envelope que estava em cima da mesa e começou a lê-lo vendo isso Aurelius pediu para olhar também.

Na carta, Kath dizia que o único lugar possível para a fabricação dessas drogas devia ser a Ragnarock, ela gostaria de ajuda para encontrar provas de que são eles ali fazendo e que eles não precisavam se colocar em risco, enquanto isso ela iria atrás de reforço na sua comunidade.

Aurelius registrou tudo com sua memória fotográfica e perguntou para Liliana se ela conhecia o lugar. Ela lhe contou que era uma balada que nunca abriu, ela pertencia a um cara chamado Jack Lupino, um cara pirado cheio de capangas armados, que ficava numa região perigosa e que ninguém podia acessar o local sem autorização. E ainda, haviam muitos boatos de pessoas desaparecendo a noite nessa região.

Aurelius logo percebeu que se produzem drogas ali, deveria haver um sistema de escoamento. Ele ligou para o doutor pedindo mapas antigos das galerias da cidade e usou isso para encontrar uma possível entrada, um bueiro do outro lado da rua.

Liliana pediu para ele esperar um pouco no sofá e voltou usando uma mochila, juntos eles seguiram no carro de Aurelius até um beco próximo onde esconderam o carro. No caminho uma coisa era certa, quanto mais eles se aproximavam desse local, menos pessoas na rua haviam.

Juntos eles removeram a tampa do bueiro e Aurelius entrou primeiro.

Aurelius calculou mal a descida e caiu estatelado no meio da água suja, enquanto ele levantava ele viu Liliana o encarando com uma cara de confusa o que o deixou irritado.

Enquanto eles avançavam Liliana tentava se lembrar de um local por onde pudessem sair, ela pensou em pelo menos, onde havia uma escada, porém não sabia ao certo onde daria.

Os pensamentos de Aurelius foram interrompidos pela voz de Liliana. Ela apontou para o grande número de ratos que passavam correndo por eles enquanto os ignoravam, ela disse que isso era um possível sinal de que o nível da água estava aumentando e eles teriam que se apressar. Os dois se puseram a correr, porém Liliana logo tomou a dianteira com facilidade enquanto Aurelius tentava acompanhar, porém do nada Liliana parou.

“Tem algo aqui”, ela disse. E abriu uma espécie de escotilha que pareceu surgir do meio do nada. Dentro, parecia um quarto com computador, escrivaninhas e móveis.

Aurélius disse que iria conferir antes deles entrarem e se pôs a usar Auspícios, porém não viu nada de estranho.

Ele ficou parado olhando enquanto Liliana vasculhava as coisas do local, até que ela achou alguns documentos em uma das escrivaninhas. “Interessante! ” Ela disse e mostrou uma das folhas para ele. O documento que parecia uma espécie de relatório incompleto descrevia o que pareciam ser 20 indivíduos, os vampiros da cidade. E era possível notar que ele considerava a senhora Franceska como uma aliada dele, além dela ele descrevia outros 4 interessantes, 1 que parecia ser a amiga dela, a mentora de Liliana com vários contatos submundo, 1 deles que tinha contatos na nova ordem mundial e que já o ajudou anteriormente, 1 que entendia muito do submundo oculto e uma última mulher alguém que ele considerava completamente perigosa. Era claro que esse relatório apesar de ainda incompleto era destinado a alguém que ele considerava como um filho.

Aurelius não querendo que Liliana prestasse atenção nisso, disse para ela que eles deveriam seguir e deixar isso para lá, que não tinham muito tempo para lidar com isso o que pareceu a convencer. Logo, Aurelius notou algo estranho, um detector com sinal embaixo da mesa parecia estar piscando, eles precisavam sair dali.

Haviam duas saídas, uma escotilha e um corredor. Aurelius optou por segui no corredor e havia uma luz de acender com cordinha, quando puxou, uma nova escotilha.

 

Igreja do Padre Ian

Stephen não conseguiu usar o telefone, parecia sem sinal. Ele correu até o padre e o acordou, eles precisavam sair dali.

Com o padre dirigindo ainda de pijama e Stephen vigiando em volta eles partiram em direção a delegacia. Até que um dos zumbis pulou sobre o carro, Stephen sem pensar duas vezes pegou seu revólver e atirou na direção no bicho estilhaçando o vidro no processo. O bicho sumiu de vista, porém neve e o vento frio entravam no carro e os dois passageiros estavam agora com um zumbido no ouvido. O Padre Ian perguntou o que foi aquilo e Stephen respondeu “É força do hábito” o que deixou o padre confuso quanto aos hábitos de seu antigo coroinha.

A delegacia estava com sua frente bagunçada mas parecia estar funcionando normalmente. O padre foi até o balcão para falar com um policial enquanto Stephen foi pegar um pouco de café quente para eles. Stephen entregou a bebida para o padre e mostrou a bíblia estranha que ele encontrou, o padre não conseguiu entender o idioma mas concordou que não deveria haver no evangelho segundo João um capítulo 23.

Stephen começou a falar para o policial dos caras estranhos e como eles não caiam com tiros e por algum motivo resolveu tirar o seu revólver da mochila, colocar no chão e empurrar com o pé na direção do homem.

Após falarem um pouco com o policial, ele aproveitou para tentar usar o telefone da delegacia e falar com sua mãe, quando desligou, ele viu que havia um dos drogados tentando roubar o carro do padre. Ele foi até a janela e gritou, nesse momento o carro acelerou e entrou com tudo dentro da delegacia levando 2 policiais com eles.

Os policias sacaram as armas e Stephen pegou o padre e tentou se afastar com ele dali, do lado de fora se aproximavam vários drogados. Conforme eles corriam em direção a garagem da polícia, policiais passavam correndo na direção oposta, até que eles chegaram na garagem de carros apreendidos. Stephen viu um carro velho meio aberto e levou o padre até ele enquanto procurava uma forma de abrir o portão, era possível ouvir tiros sendo disparados.

Quando chegou na guarita onde haveria um botão para o portão, nas câmeras se via uma multidão cercando a delegacia, e era nítido que os caras só caíam com tiros na coluna ou após sofrerem muito dano, o que não era fácil.

Eles saíram de lá disparados. No caminho o padre disse que conhecia um lugar que eles poderiam pegar abrigo, um hotel de um conhecido dos tempos da faculdade. Longe da delegacia, as ruas estavam vazias. 

Eles seguiram até a Zona Financeira, a parte rica da cidade, e foram até um hotel com entrada reforçada. O padre saiu no frio e falou no interfone. A porta se abriu e eles entraram. Eles desceram até uma garagem com o portão se fechando atrás deles e o padre perguntou o que estava acontecendo, Stephen respondeu que também não tinha muita certeza.

Na recepção o padre perguntou pelo Vlad que apareceu depois de um tempo para recebê-los. Eles foram encaminhados para o quarto 202 enquanto Stephen discutia alguns detalhes de segurança com o russo e sobre os bichos estranhos que os atacaram.



Inferno  Gelado parte 5

Lilliana, Ty e Vraerum.  ganharam 3 xp

Liliana gastou 2 xp para comprar furtividade 2

Ty e Liliana, Vraerum ganharam 2 xp pelo resumo



Resumo Ty

Morgath  perdido em seus desvaneios em seu trabalho na biblioteca, recebe uma visita inesperada pq não fechou as portas no horário, o senhor pede uma obra literária sobre Don Quixote, após uma busca técnica, alguém está tentando arrombar a porta, Mass Morgath disfarça dizendo ser um animal, mas isso só deixa o cliente mais nervos

Morgath saca uma arma, assustando o cliente, na verdade drogados da Valkyria estão batendo e arranhando a porta, verificando as câmeras e se preparando para agir, aperta o botão na escrivaninha para chamar a polícia, blaaamm a porta é arrombada e os maltrapilhos invadem falando: “A carne, a carne dos anjoscaídos ! “

Com uma velocidade acima do normal ele corre adentrando a biblioteca e fecha a porta e continua correndo e fechando mais uma porta

O senhor começa a questionar assim que chega e vai para a garagem, o bibliotecário começa a fazer relatórios rapidamente, numa velocidade acima do normal pega a suas sacolas com livros, entra no carro e deixa o senhor em casa

Ty estava na viatura que pediu ao Sargento, indo para a delegacia na nevasca, se lembrando de toda a história de Surtur que ele viu a runa no jornal devido ao seu conhecimento, ele vê um farol na estrada vindo em direção a viatura, ele é jogado para fora do carro no impacto e praticamente desmaia

Se levantando vai em direção a viatura ajudar aos policiais, já usando suas habilidades de orientais de pontos de pressão para curar os ferimentos do policial, enquanto isso no outro carro homens saem e puxam as armas

Ty se direcionam para o outro policial o curando e puxando sentindo que a sorte o ajudou, o tiroteio começa, policiais e bandidos são atingidos enquanto Ty cura os feridos, mas também é atingido e também curando o policial que acaba com os dois bandidos e leva o motorista inconsciente preso até um prédio abandonado como abrigo da nevasca 

O bibliotecário e atendente de lojas de antiguidades  Morgath e um cliente  conversam sobre a droga Valkyria na casa do cliente, o assunto se estende sobre os problemas das drogas, das leis ineficientes e sobre os livros e o convida para ficar, o assunto sobre livros se estende e eles vão para a estante de livros residencial do cliente, ele procura algum livro antigo na estante e acha um bem antigo sobre a conjuração de um demônio e é chamado pelo cliente, desviando seu interesse, mas insiste em terminar.

Aurelius e Liliana continuam sua missão, com os mapas que o doutor deu para Aurelius e o conhecimento de Liliana, os dois conseguem chegar pelo subterrâneo até a boate Ragnarok 

Porém existem 3 caminhos, um para os fundos que é mais seguro e demora mais, o do meio que é mais rápido porém mais perigoso e o da frente que percorreria o mesmo caminho do meio 

Aurelius vai para os fundos e Lianna pelo meio, se esgueirando sem ser notada pela construção e cercas do local, conseguindo ir no elevador furtivamente, ela vai para o escritório, onde percebe um alarme, mas consegue pegar documentos que tira fotos, depois desde ao subsolo,  onde ela passa furtivamente por guardas com Uzis na cintura, consegue se esconder e encontra Jack Lupino fazendo rituais estranhos e criando a droga,  ela grava tudo e agora começa a pense como sair dali 

 



Resumo Lianna


Loja de antiguidades 

Vhaerun, é um assistente de pesquisa original do leste europeu, ele serve a uma feiticeira vampira cuidando de sua loja de livros antigos e não faz muito tempo que ele chegou na cidade. Suas funções compreendem catalogar as peças, fazer relatórios e atender os clientes, usando seu tempo livre para pesquisar o oculto.

Ele acordou e conferiu as notícias, o frio intenso deveria cortar as comunicações, ele precisaria fazer fortificações na loja para o clima, havia notícias de ataques recentes pela cidade e para se proteger havia somente um alarme, algumas câmeras e uma pistola com um único carregador de 14 munições além de seu carro velho na garagem. Ele tinha sangue suficiente para algumas noites, sua regente deu o dever de proteger alguns artigos raros de sua coleção e fazer relatórios detalhados sobre eles.

Ele passou pelo menos 4 horas para terminar a primeira de 3 prateleiras, quando subiu para loja para checar como estava, havia um homem do lado de fora, visível pela janela. Ele fechou a cortina e deixou o homem entrar. Vhaerun ofereceu um café quente para o homem que não estava feliz por ter ficado esperando na neve e quando ele se acalmou puseram se a negociar um tomo raro e antigo de Dom Quixote, pelo que o homem pagou em cheque.

Enquanto finalizavam os detalhes da transação, Vhaerunouviu barulhos que pareciam ser de animais arranhando a porta, ele colocou uma prateleira na frente e pegou sua arma, o que deixou o cliente ansioso. Ele checou nas câmeras de segurança e parecia ser moradores de rua maltrapilhos, ele apertou o alarme silencioso e tentou tranquilizar o homem, nesse momento, a porta foi arrombada, 6 drogados de olhos verdes entraram na loja enquanto repetiam “a carne, a carne dos anjos caídos”. 

Vhaerun e o homem se trancaram na sala dos fundos enquanto esperavam as coisas se acalmarem, mas mesmo depois de muito tempo a polícia não apareceu. Enquanto aguardavam ele aproveitou para continuar com seus relatórios o que espantou o homem. Até que desistiram, ele pegou duas grandes bolsas de livros e saiu com o homem pela garagem e no seu carro seguiram juntos na direção da casa do homem.

 

 

Saída do Hotel Nova Aurora

Ty Jameson estava no carro dos policiais que foram busca-lo. Ele contou para eles um pouco da situação em que estava enquanto se dirigiam para a delegacia, já não parecia tanto que eles achavam ele um drogado e sim que estavam preocupados.

Até que Ty viu um carro vindo rápido em sua direção, ele falou para os policiais, porém não deu tempo de reagir. O carro que eles estavam foi acertado em cheio e ele foi arremessado pela janela.

Do outro carro saíram dois homens bem armados e começaram a disparar contra eles, enquanto um terceiro estava apagado ao volante. Ty curou um dos policiais inconscientes que devolveu fogo assim que despertou. Enquanto pegava o outro policial e levava para trás ele foi atingido e ficou gravemente ferido, mas ainda assim conseguiu curá-lo. 

Juntos, os três conseguiram se livrar dos seus agressores. Eles algemaram aquele que ainda estava vivo, pegaram suas armas e foram se abrigar numa construção ali perto enquanto aguardavam o reforço e a ambulância chegarem.

Ty pediu para poder usar uma das armas dos homens, porém quando viu o quão complicadas elas eram de manusear preferiu pedir uma das pistolas emprestada para um policial, que deu e eles ficaram lá até as viaturas de apoio e as ambulâncias chegarem 

 

 

Zona Comercial, Ragnarock

Aurélius e Liliana passaram por uma escotilha e subindo um corredor chegaram a um portão. Liliana precisou ajudar Aurélius a passar por ele, devida a sua extrema dificuldade em conseguir subir, o que ela fez com tranquilidade.


Eles seguiram pela construção até que chegaram a dois possíveis caminhos, uma entrada frontal que deveria estar repleta de inimigos e uma traseira que Aurélius acreditava levar a um depósito e que deveria ser mais tranquila. Liliana conferindo as imagens das plantas antigas, viu que apesar de arriscado havia um elevador ali próximo que poderia ser utilizado e que deveria levar diretamente ao laboratório e os dois se separaram.


Liliana contornando o caminho das câmeras de segurança chegou até um elevador com somente 3 botões, ao lado de cada um as letras S, T e SS, que ela não sabia identificar em que idioma deveria ser, mas provavelmente seria algum idioma latino parecido com o italiano, mesmo assim era claro que o último botão, aquele com as letras SS, deveria levar ao laboratório. Ela apertou ele e o elevador desceu.


Chegando em baixo ela se escorou na parede ao lado e pode ouvir vozes, havia alguns seguranças espalhados pela construção conversando e mais longe uma voz masculina falava sobre coisas estranhas. 



Ela ligou o gravador do celular para registrar o que falavam e seguiu furtivamente.

Ela finalmente chegou no laboratório onde um homem com olhos incandescentes falava de coisas profanas enquanto mexia numa espécie de caldeirão e bebia parte do conteúdo. 

Ela aproveitou esse momento para registrar tudo o que acontecia ali com seu celular. 

Até que o homem começou a falar sobre ver coisas como um intruso ou hóspede não convidado, ele chamou os seguranças e pediu para eles vasculharem o local. 


Aproveitando essa confusão, Lilliana conseguiu retornar para o elevador e aproveitou para se dirigir ao escritório.

Dessa vez ela pressionou o primeiro botão e o elevador subiu. Ela seguiu até o escritório e antes de entrar no local viu uma espécie de sensor que ela conseguiu contornar devido a sua grande flexibilidade.


 Lá havia uma escrivaninha, arquivos e um armário trancado.

Ela procurou nos arquivos sobre documentos referentes a produção e fotografou tudo. Em seguida, arrombou o armário de forma meticulosa e encontrou novos documentos confidenciais referentes a Valquíria e um livro. Ela registrou tudo que havia no arquivo, parecia ser mais do que suficiente para seu objetivo.

Ela então olhou o livro, era um livro de couro, pesado e parecia antigo, porém não era possível decifrar o que estava escrito nele, ela decidiu roubá-lo.


Depois organizou o resto das coisas da forma como estavam e depois pensou em como ia sair  dáli 



Resumo do Vhaerun:


Vhaerun recebeu um cliente na biblioteca. O cliente estava fugindo das vicissitudes do clima e, de forma urgente, pediu para entrar. Ele estava de mau-humor, e Vhaerun lhe ofereceu um chá de ervas, o que o acalmou. Após isso, Vhaerun perguntou qual livro ele desejava, e o cliente queria um antigo exemplar de Dom Quixote. Vhaerun realizou a venda e recebeu um cheque. Logo após, ouviu-se um grande baque na porta. Parecia ser um animal, mas, ao olhar pela câmera, Vhaerun percebeu que, na verdade, eram seis moradores de rua afetados pela droga Valkiria. Eles estavam balbuciando coisas sem sentido e conseguiram derrubar a porta, apesar da estante que Vhaerun havia colocado na frente. Ao entrarem, Vhaerun notou que o cliente havia corrido para os fundos e ele também correu, fechando a porta atrás de si. Em seguida, desceu as escadas e fechou outra porta, chegando a uma sala com os livros mais importantes. Disse ao cliente para ir para o estacionamento e rapidamente fez um relatório dos livros, guardou-os, abriu a porta dos fundos e seguiu para o estacionamento. Lá, partiram para a casa do cliente, a fim de deixá-lo em segurança. Ao chegar à propriedade luxuosa do cliente, ele lhe ofereceu abrigo até a situação se acalmar. Vhaerun aceitou e pediu para dar uma olhada na biblioteca. Por fim, acabou encontrando um livro antigo com um ritual de invocação de uma criatura demoníaca. Então, terminou de ler o livro para gravar todo o conteúdo com sua memória eidética.


Parte do Ty Jameson:


Após Ty Jameson sair do hotel o policial lhe deu uma carona até a delegacia. No entanto, no caminho, ele sofreu um atentado feito por três homens, e um deles desmaiou quando o carro bateu. Após o início do tiroteio, Ty Jameson salvou os policiais que tinham sido baleados, arrastando-os para trás do carro e cuidando deles durante a batalha. Ele ficou atrás deles de forma estratégica, aproveitando a cobertura. Após uma árdua batalha, os policiais conseguiram vencer os meliantes graças ao suporte de Ty Jameson e pegaram as armas deles. Ty Jameson tentou ficar com uma arma dos bandidos, mas percebeu que era melhor ficar com a arma do policial, que seria mais fácil de atirar. Ele também sugeriu que podia prestar primeiros socorros aos marginais para que eles acordassem e fossem interrogados, mas o policial recusou a oferta e disse que o interrogatório seria feito na delegacia.


Parte da Liliana:


Liliana foi investigar uma boate abandonada chamada Ragnarok, onde ela acredita que está sendo fabricada a droga Valkiria. A boate fica dentro de um prédio e está cheia de seguranças armados. Liliana se esgueirou furtivamente em busca de pistas, passou por armadilhas e está tentando encontrar coisas úteis que possam ajudar na sua investigação. A grande questão é se ela conseguirá sair de lá em segurança. Mesmo que encontre algo, será difícil escapar ilesa.





1x06 - O Sangue dos Anjos (parte 1)

Liliana, VaherunAurelius ganharam 3xp

Aurelius, Liliana, Vaherun ganharam  2xp pelo resumo 


Resumo Aurelius

Nos encontramos e vamos até a academia de Liliana, região proxima, volto pra mansão de Franchesca

Acerto um poste, pela má visibilidadeGasto uns pontos de sangue para me recuperar da batida

Olho ao redor não tem ninguem

Chego com dificuldade até a mansão e descanso em meus aposentos

Sessão volta para Morgath, após o descanso conversa com o contato a conversa é sobre o livro e os registros sensacionais e questiona sobre existencia de exemplares semelhantes

Vhaerun recebe informações sobre um antiquário em uma Mansão, solicita uma carta de indicação ( recusada porque eles se conhecem mal )

Liliana chega na academia, informa sobre as descobertas e aguarda sua superior, solicita que imprimam as fotos que fez e vai descansar 

Agora são 11h da manhã - ela aguarda a superiora Kath, Liliana conversa com Tomas em conversa reservada

Liliana pede informações sobre a história

" Tomas acredita que o pai de Liliana seja o irmão dele , e que ele havia falecido , mas que tinha uma filha - Liliana ", ao investigar e entrar em contato chegou até a garota

Liliana desconfia e pede algum documento que possa comprovar essa suspeita . ele pega em uma mochila uma foto de identidade e informações da pessoa ... Dossiê ( tipo uma ficha policial )

Aparece a certidão de óbito do suposto pai de Liliana , e nas informações de que havia sido casado e tinha uma filha

Liliana é interrogada por como o pai biológico morreu, ela fica desconfortável e evasiva ao assunto, responde que basicamente seu pai se envolveu com gente perigosa demais

Relata que ele se matou , porque a esposa morreu( faltou acesso às informações no relatório )

Liliana ganha tempo no assunto

Aurélius descansa na mansão até a chegada noturna de Franchesca .

A senhora pede para que a gente fique em casa até o retorno dela

Bom doutor volta a Biblioteca e o mordomo.

Eu aproveito o momento de solidão

Recebo uma carta de um possível parente meu , pego a carta, pico e jogo na lareira ( sentimentos zero )

Nossa mestra retorna

Ela informa sobre a conversa que teve , ela solicita que eu vá até um endereço na antiga área nobre , uma reunião

Para eu comparecer e comprar um livro antido do século XIV, ela demanda que se não fosse possível comprar , que eu memorizasse as gravuras para depois comentar com ela.

Solicito presença do doutor nesta missão e solicito para que ela me ensine dominação, dou as orientações para o Dr sobre cobrir ofertas no livro e observar se alguem seria uma ameaça a gente

Morganth com a carta de indicação vai até a mansão afastada na cidade, uma mansão peculiar , cheia de obras de arte antigas e assustadoras, no escritório há gêmeos carecas

Morganth comenta sobre a busca de um livro ritualistico do século XIV

Os irmãos revelam que escreveu 9 livros , porém com algumas pistas falsas e que seria necessário ter acesso aos 9 livros para acessar o capeta

Os irmãos revelam que tem acesso a um dos livros e solicitam as gravuras do livro de morganth para comparar a veracidade

(fim do meu registro da sessão )


Resumo Liliana 

Ragnarock Aurelius seguia contornando o prédio em direção a parte traseira que deveria ser o depósito. No lugar haviam diversos containers e ao fundo uma escada que descia. 

Nos containers fichas indicavam produtos químicos. Aurelius conseguiu abrir um desses containers, dentro dele o que pareciam ser diversas garrafas térmicas grandes o que ele achou estranho pois não pareciam ser de produtos que químicos pelo nível de segurança. Ele fechou o container e seguiu em direção a escada passando por diversas caixas que ele ignorou.

Nesse ponto, ele tirou fotos. Descendo a escada ele viu o que pareciam ser diversos capangas vestindo ternos e portando uzis. Ele decidiu usar Auspícios. Aurelius conseguia até sentir o cheiro dos produtos químicos. 

Ele viu um cara falando “a carne, a carne dos anjos caídos” enquanto colocava algo num caldeirão que é identificável como carne humana com seus poderes de Auspícios. Depois de ver o que ele queira, Aurelius resolveu se retirar dali.   

Ragnarock, Escritório Após vasculhas o local e não encontrar mais nada que não parecesse importante além do computador, Liliana decidiu partir. Como deveriam haver pessoas vasculhando o local a procura de intrusos ela achou arriscado sair pelo elevador. Ela viu o que deveria ser uma claraboia no alto e subiu de chaminé até ela. 

O peso da neve tornava difícil abrir até que ela conseguiu com certo esforço, porém quando finalmente abriu um pouco de neve entrou. 

Ela subiu rapidamente pela portinhola até o telhado. De lá era possível dois caminhos possíveis para descer. Ambos arriscados.   

Casa do cliente Vaerun Morgath estava conversando com homem que contava para ele sobre o livro que despertou tanto seu interesse. 

Após um tempo, quando o homem já contava sobre sua família como as filhas na Suíça e os funcionários da casa, Vaerun resolveu partir. 

Ele mandou uma mensagem para a sua regente descrevendo o ataque na biblioteva, mas que conseguiu pegar os livros que ela mais tinha estima, não só isso, ele terminou os relatórios que ela queria e obteve informações sobre um livro que ela poderia se interessar. 

Ele recebeu uma mensagem de resposta dizendo para ele ir para a Capela. 

O carro demorou um pouco para ligar, mas conseguiu chegar lá sem problemas. 

Lá havia um homem de uns 2 metros de altura e engomado o esperando, era um outro carniçal que trabalhava como segurança. 

O homem perguntou se ele teve problemas e Vaerun contou do ataque dos 6 drogados em seguida ele perguntou sobre sobre os livros e Vaerun contou que estavam bem. 

Os dois se separaram e o homem foi checar o carro enquanto Vaerun seguia para falar com sua senhora. Era um prédio moderno misturando com arquitetura francesa antiga com peças diversas e vários livros. Primeiro ele foi até a biblioteca deixar os livros e logo após para o hall onde ela o aguardava. 

Sua senhora contou que a droga Valquíria não era o que parecia ser, ela iria se reunir com o pessoal dela para discutir mais sobre isso. Vaerun falou sobre o livro e ela perguntou sobre as fotos da página 66 o que ele mostrou para ela. 

Ela estava buscando por outros exemplares desse livro e forneceu uma lista de possíveis pessoas que teriam eles, ela queria que ele anotasse quais gravuras se repetiam e quais não entre uma sequência de 9 páginas. 

Em seguida ela deu a ele a chave do local e disse que poderia descansar ali, ele pediu sangue a ela o que ela deu e disse que se ele continuasse a fazer um bom serviço ela lhe daria trabalhos melhores.  

Delegacia de polícia Ty estava aguardando sua segurança chegar, quando ela chegou ele optou por seguir até o Mr. Gold ao invés de sua família. 

No carro ele contou sobre o ataque e que achava que eram capangas da Petrelli e que ficou ferido no tiroteio. Na Associação de Relojoeiros, o porteiro que abriu para eles comentou sobre ele já estar de volta. 

Ty seguiu até um elevador de 9 engrenagens que fazia barulho e foi para a sala do Mr. Gold. Lá ele contou sobre o contato que teve com a criatura dos sonhos e sobre como achava que era possível curar a Annie Petrelli, Gold perguntou se o ser de sonhos perdiu algo em troca e Ty responde de forma confusa e começa a falar de sultur que ele explica que era por terem atirado nele. Gold disse para ele descansar ali e perguntou de onde veio isso de Sultur que Ty respondeu que foi pelo que viu no jornal. Ty, como sugerido pelo Senhor Gold, decide ligar para sua esposa. Ele foi até um telefone antigo do prédio que parecia ser da década de 1969, mas que ainda funcionava. 

Ele não ficou muito tempo na ligação, somente disse que não iria voltar porque estava resolvendo alguns problemas e que tinham atirado nele, o que fez sua esposa questionar se ele não deveria estar num hospital, Ty descartou o argumento e disse que estava bem, que ele tinha uma inimiga chamada Annie Petrelli e que ele voltaria assim que estivesse tudo resolvido mas que não era para ela mimar o filho deles. 

Assim que ele chegou na cama do alojamento ele apagou de cansaço.   

Ragnarock, laboratório Aurelius seguiu de volta pelo caminho que fizeram. 

Ele pulou o portão e foi até o bueiro que ele desceu enquanto fechava a tampa.  

Ele saiu pela escotilha do escritório secreto que passaram. Lá embaixo o nível da água já estava bem alto, então ele se apressou. 

Ele pulou e conseguiu pegar a escada para subir para a rua com sucesso, foi até perto do carro e se ocultou usando Ofuscação enquanto aguardava Liliana.   Ragnarock, telhados Liliana viu que além dos caminhos e do céu escuro havia algo por ali, ela percebeu o que parecia ser um drone a observando, o que ela ignorou pois estava completamente encapotada. 

 Suas duas opções de caminho eram ou uma escada de incêndio que parecia estar escorregadia pela neve e chuva ou pelos telhados, escolhendo a segunda opção. 

Ela seguiu por um tempo pela escuridão até que escorregou numa parte, porém caiu num segundo telhado mais baixo de madeira, em cima de um ventilado velho, o que a deixou um pouco escoriada. Dali, ela conseguiu ver os capangas andando.

 Ela seguiu por cima pelo telhado de madeira até a parte onde estavam os containers, por onde desceu. 

Lá ela resolveu checar um pouco o lugar. 

Ela tentou uma vez abrir o cadeado do container e não conseguiu, ela ficou frustrada e tentou com vigorosidade, porém isso fez um barulhão que ela tinha certeza que deveriam ter ouvido. Ela seguiu de forma furtiva até um terreno onde se escondeu em meio a vegetação. 

De lá ela viu uma garagem que deveria dar para a rua. Ela passou por entre os carros, porém quando estava quase no limite, havia um cara próximo, a uns 2 carros de distância dela, ela aguardou ele se virar e seguiu até o muro de forma sorrateira que pulou com facilidade. Ela foi até onde o estava o carro e quando Aurelius apareceu. “Ótimo, você está aqui”.

Eles fecharam a entrada do bueiro e saíram com o carro. Liliana disse que havia um drone observando ali a região então eles deveriam dar uma volta primeiro para dispistá-lo. 

Eles seguiram em silêncio enquanto o rádio falava sobre a situação de emergência e dizia para as pessoas não saírem. 

Ela desceu uma quadra antes da academia num beco e seguiu a partir dali. Na despedida ela disse para ele não desistir dos sonhos dele. 

No rádio, Aurelius ouvia as notícias sobre o governador mandar a guarda nacional para a cidade. 

Ele seguiu por um tempo até que perdeu o controle do carro e bateu num poste com tudo, ficando extremamente machucado, ele precisou usar quase todo o sangue que tinha para se recuperar, mas conseguiu voltar para casa.   

Vaerun ligou para o cliente que contou para ele sobre o Walter Simmons o cara quem deixou o livro com ele de herança, ele aproveitou e pediu uma carta de recomendação dele e seguiu para a casa de 2 irmãos que deveriam ter um dos exemplares.   

Academia DeSalvo Na academia, apesar de já estra perto da hora do almoço não haviam pessoas treinando, Liliana conversou com Charlie sobre o que aconteceu e onde estava enquanto tomava café e em seguida, pediu para ele imprimir as fotos que ela tirou. 

Liliana foi tomar banho e depois foi falar com Thomas. 

Thomas contou para ela sobre a investigação que fez e mostrou a cópia de um relatório assinado por ele na época da polícia, um que mostrava que seu nome era Thomas Jacobs.

 Ele queria saber mais detalhes da morte do irmão, enquanto Liliana que saber dessa ligação com Annie Petrelli. Thomas contou que ela contratou pessoas para investigar ele por algum motivo, o que ele identificou na sua investigação. 

Liliana conseguiu convencer ele a não seguir com as investigações e apesar de não parecer muito feliz ele disse que não seguiria, mas concordou em fazer algumas ligações e passar algumas informações para Liliana.  

Casa de Franceska 

Aurelius aguardava o horário de Fraceska despertar.  

Quando levantou, ela disse que as coisas que levaram para ela eram suficientes. 

Ela seguiria para uma reunião com os iguais dela para discutir sobre os problemas. 

Ela disse que eles deveriam andar sempre armados a partir de agora e que aumentaria a segurança. 

Após essa reunião, ele resolveu ficar em silêncio em seu quarto enquanto pensava em como seria sua vida se não servisse a Franceska, até que bateram em sua porta. 

O mordomo disse que tinha uma carta para ele, ele pegou ela e bate com a porta em sua cara. Aurelius olhou e viu que era de alguém que dizia ser seu parente, ele nem pensou duas vezes, picou a carta e jogou na lareira. 

Mais tarde Franceska o chamou. 

Ela queria que ele fosse em um lugar que haveriam outros carniçais. Lá ele deveria comprar um livro específico aparentemente do século 14 ou pelo menos usar sua memória eidética nele. 

Ele pediu se poderia levar o curador com ele, que ele tinha um plano para ele. Antes de sair, Aurelius pediu para ela ensiná-lo a usar o poder do sangue para ser mais convincente, o que ela concordou em fazer nos próximos dias. 

Aurelius foi até o doutor e disse para ele se trocar para irem até um leilão, ele deu instruções ao homem de cobrir todas as apostas feitas ao livro e de reparar se alguém olhava para ele de forma diferente.   

Morgath Vaerun passou no cliente para pegar a carta de indicação. De lá, ele seguiu para a mansão afastada da cidade.  Na mansão um segurança o recebeu e perguntou com quem ele queria falar, ele entregou a carta de recomendação e depois foi encaminhado para os dois irmãos. 

Eles eram dois gêmeos carecas e de bigode. 

Ele se apresentou como tendo interesse em olhar a coleção deles para comprar e falou sobre o livro. Eles perguntaram se ele sabia quem havia escrito o que ele respondeu que não, só sabia que era do século 14.

 Eles queriam que ele explicasse o que ele viu antes de deixar ele prosseguir, mas ele conseguiu convencer eles que precisaria olhar antes a versão deles para refrescar a memória. Eles desceram por diversas escadas até o subterrâneo.

Lá ele encontou o livro em latim. 

Os gêmeos puseram-se a explicar que era um entre 9 livros praticamente idênticos, seria um manual para falar com o capeta, o autor fez eles com variações nas imagens e seria necessária comparar as versões para chegar na verdadeira. 

O autor fez parte de uma sociedade secreta onde aprendeu esse ritual que levaria para um lugar onde haveria um poder maior e seria-se capaz de fazer um pacto, porém ele misturou partes verdadeiras e falsas não querendo que outras pessoas descobrissem, que em cada livro sempre havia uma imagem diferente.



Resumo do Vhaerun:


Resumo Liliana 

Ragnarock Aurelius seguia contornando o prédio em direção a parte traseira que deveria ser o depósito. No lugar haviam diversos containers e ao fundo uma escada que descia. 

Nos containers fichas indicavam produtos químicos. Aurelius conseguiu abrir um desses containers, dentro dele o que pareciam ser diversas garrafas térmicas grandes o que ele achou estranho pois não pareciam ser de produtos que químicos pelo nível de segurança. Ele fechou o container e seguiu em direção a escada passando por diversas caixas que ele ignorou.

Nesse ponto, ele tirou fotos. Descendo a escada ele viu o que pareciam ser diversos capangas vestindo ternos e portando uzis. Ele decidiu usar Auspícios. Aurelius conseguia até sentir o cheiro dos produtos químicos. 

Ele viu um cara falando “a carne, a carne dos anjos caídos” enquanto colocava algo num caldeirão que é identificável como carne humana com seus poderes de Auspícios. Depois de ver o que ele queira, Aurelius resolveu se retirar dali.   

Ragnarock, Escritório Após vasculhas o local e não encontrar mais nada que não parecesse importante além do computador, Liliana decidiu partir. Como deveriam haver pessoas vasculhando o local a procura de intrusos ela achou arriscado sair pelo elevador. Ela viu o que deveria ser uma claraboia no alto e subiu de chaminé até ela. 

O peso da neve tornava difícil abrir até que ela conseguiu com certo esforço, porém quando finalmente abriu um pouco de neve entrou. 

Ela subiu rapidamente pela portinhola até o telhado. De lá era possível dois caminhos possíveis para descer. Ambos arriscados.   

Casa do cliente Vaerun Morgath estava conversando com homem que contava para ele sobre o livro que despertou tanto seu interesse. 

Após um tempo, quando o homem já contava sobre sua família como as filhas na Suíça e os funcionários da casa, Vaerun resolveu partir. 

Ele mandou uma mensagem para a sua regente descrevendo o ataque na biblioteva, mas que conseguiu pegar os livros que ela mais tinha estima, não só isso, ele terminou os relatórios que ela queria e obteve informações sobre um livro que ela poderia se interessar. 

Ele recebeu uma mensagem de resposta dizendo para ele ir para a Capela. 

O carro demorou um pouco para ligar, mas conseguiu chegar lá sem problemas. 

Lá havia um homem de uns 2 metros de altura e engomado o esperando, era um outro carniçal que trabalhava como segurança. 

O homem perguntou se ele teve problemas e Vaerun contou do ataque dos 6 drogados em seguida ele perguntou sobre sobre os livros e Vaerun contou que estavam bem. 

Os dois se separaram e o homem foi checar o carro enquanto Vaerun seguia para falar com sua senhora. Era um prédio moderno misturando com arquitetura francesa antiga com peças diversas e vários livros. Primeiro ele foi até a biblioteca deixar os livros e logo após para o hall onde ela o aguardava. 

Sua senhora contou que a droga Valquíria não era o que parecia ser, ela iria se reunir com o pessoal dela para discutir mais sobre isso. Vaerun falou sobre o livro e ela perguntou sobre as fotos da página 66 o que ele mostrou para ela. 

Ela estava buscando por outros exemplares desse livro e forneceu uma lista de possíveis pessoas que teriam eles, ela queria que ele anotasse quais gravuras se repetiam e quais não entre uma sequência de 9 páginas. 

Em seguida ela deu a ele a chave do local e disse que poderia descansar ali, ele pediu sangue a ela o que ela deu e disse que se ele continuasse a fazer um bom serviço ela lhe daria trabalhos melhores.  

Delegacia de polícia Ty estava aguardando sua segurança chegar, quando ela chegou ele optou por seguir até o Mr. Gold ao invés de sua família. 

No carro ele contou sobre o ataque e que achava que eram capangas da Petrelli e que ficou ferido no tiroteio. Na Associação de Relojoeiros, o porteiro que abriu para eles comentou sobre ele já estar de volta. 

Ty seguiu até um elevador de 9 engrenagens que fazia barulho e foi para a sala do Mr. Gold. Lá ele contou sobre o contato que teve com a criatura dos sonhos e sobre como achava que era possível curar a Annie Petrelli, Gold perguntou se o ser de sonhos perdiu algo em troca e Ty responde de forma confusa e começa a falar de sultur que ele explica que era por terem atirado nele. Gold disse para ele descansar ali e perguntou de onde veio isso de Sultur que Ty respondeu que foi pelo que viu no jornal. Ty, como sugerido pelo Senhor Gold, decide ligar para sua esposa. Ele foi até um telefone antigo do prédio que parecia ser da década de 1969, mas que ainda funcionava. 

Ele não ficou muito tempo na ligação, somente disse que não iria voltar porque estava resolvendo alguns problemas e que tinham atirado nele, o que fez sua esposa questionar se ele não deveria estar num hospital, Ty descartou o argumento e disse que estava bem, que ele tinha uma inimiga chamada Annie Petrelli e que ele voltaria assim que estivesse tudo resolvido mas que não era para ela mimar o filho deles. 

Assim que ele chegou na cama do alojamento ele apagou de cansaço.   

Ragnarock, laboratório Aurelius seguiu de volta pelo caminho que fizeram. 

Ele pulou o portão e foi até o bueiro que ele desceu enquanto fechava a tampa.  

Ele saiu pela escotilha do escritório secreto que passaram. Lá embaixo o nível da água já estava bem alto, então ele se apressou. 

Ele pulou e conseguiu pegar a escada para subir para a rua com sucesso, foi até perto do carro e se ocultou usando Ofuscação enquanto aguardava Liliana.   Ragnarock, telhados Liliana viu que além dos caminhos e do céu escuro havia algo por ali, ela percebeu o que parecia ser um drone a observando, o que ela ignorou pois estava completamente encapotada. 

 Suas duas opções de caminho eram ou uma escada de incêndio que parecia estar escorregadia pela neve e chuva ou pelos telhados, escolhendo a segunda opção. 

Ela seguiu por um tempo pela escuridão até que escorregou numa parte, porém caiu num segundo telhado mais baixo de madeira, em cima de um ventilado velho, o que a deixou um pouco escoriada. Dali, ela conseguiu ver os capangas andando.

 Ela seguiu por cima pelo telhado de madeira até a parte onde estavam os containers, por onde desceu. 

Lá ela resolveu checar um pouco o lugar. 

Ela tentou uma vez abrir o cadeado do container e não conseguiu, ela ficou frustrada e tentou com vigorosidade, porém isso fez um barulhão que ela tinha certeza que deveriam ter ouvido. Ela seguiu de forma furtiva até um terreno onde se escondeu em meio a vegetação. 

De lá ela viu uma garagem que deveria dar para a rua. Ela passou por entre os carros, porém quando estava quase no limite, havia um cara próximo, a uns 2 carros de distância dela, ela aguardou ele se virar e seguiu até o muro de forma sorrateira que pulou com facilidade. Ela foi até onde o estava o carro e quando Aurelius apareceu. “Ótimo, você está aqui”.

Eles fecharam a entrada do bueiro e saíram com o carro. Liliana disse que havia um drone observando ali a região então eles deveriam dar uma volta primeiro para dispistá-lo. 

Eles seguiram em silêncio enquanto o rádio falava sobre a situação de emergência e dizia para as pessoas não saírem. 

Ela desceu uma quadra antes da academia num beco e seguiu a partir dali. Na despedida ela disse para ele não desistir dos sonhos dele. 

No rádio, Aurelius ouvia as notícias sobre o governador mandar a guarda nacional para a cidade. 

Ele seguiu por um tempo até que perdeu o controle do carro e bateu num poste com tudo, ficando extremamente machucado, ele precisou usar quase todo o sangue que tinha para se recuperar, mas conseguiu voltar para casa.   

Vaerun ligou para o cliente que contou para ele sobre o Walter Simmons o cara quem deixou o livro com ele de herança, ele aproveitou e pediu uma carta de recomendação dele e seguiu para a casa de 2 irmãos que deveriam ter um dos exemplares.   

Academia DeSalvo Na academia, apesar de já estra perto da hora do almoço não haviam pessoas treinando, Liliana conversou com Charlie sobre o que aconteceu e onde estava enquanto tomava café e em seguida, pediu para ele imprimir as fotos que ela tirou. 

Liliana foi tomar banho e depois foi falar com Thomas. 

Thomas contou para ela sobre a investigação que fez e mostrou a cópia de um relatório assinado por ele na época da polícia, um que mostrava que seu nome era Thomas Jacobs.

 Ele queria saber mais detalhes da morte do irmão, enquanto Liliana que saber dessa ligação com Annie Petrelli. Thomas contou que ela contratou pessoas para investigar ele por algum motivo, o que ele identificou na sua investigação. 

Liliana conseguiu convencer ele a não seguir com as investigações e apesar de não parecer muito feliz ele disse que não seguiria, mas concordou em fazer algumas ligações e passar algumas informações para Liliana.  

Casa de Franceska 

Aurelius aguardava o horário de Fraceska despertar.  

Quando levantou, ela disse que as coisas que levaram para ela eram suficientes. 

Ela seguiria para uma reunião com os iguais dela para discutir sobre os problemas. 

Ela disse que eles deveriam andar sempre armados a partir de agora e que aumentaria a segurança. 

Após essa reunião, ele resolveu ficar em silêncio em seu quarto enquanto pensava em como seria sua vida se não servisse a Franceska, até que bateram em sua porta. 

O mordomo disse que tinha uma carta para ele, ele pegou ela e bate com a porta em sua cara. Aurelius olhou e viu que era de alguém que dizia ser seu parente, ele nem pensou duas vezes, picou a carta e jogou na lareira. 

Mais tarde Franceska o chamou. 

Ela queria que ele fosse em um lugar que haveriam outros carniçais. Lá ele deveria comprar um livro específico aparentemente do século 14 ou pelo menos usar sua memória eidética nele. 

Ele pediu se poderia levar o curador com ele, que ele tinha um plano para ele. Antes de sair, Aurelius pediu para ela ensiná-lo a usar o poder do sangue para ser mais convincente, o que ela concordou em fazer nos próximos dias. 

Aurelius foi até o doutor e disse para ele se trocar para irem até um leilão, ele deu instruções ao homem de cobrir todas as apostas feitas ao livro e de reparar se alguém olhava para ele de forma diferente.   

Morgath Vaerun passou no cliente para pegar a carta de indicação. De lá, ele seguiu para a mansão afastada da cidade.  

Na mansão um segurança o recebeu e perguntou com quem ele queria falar, ele entregou a carta de recomendação e depois foi encaminhado para os dois irmãos. 

Eles eram dois gêmeos carecas e de bigode. 

Ele se apresentou como tendo interesse em olhar a coleção deles para comprar e falou sobre o livro. Eles perguntaram se ele sabia quem havia escrito o que ele respondeu que não, só sabia que era do século 14.

 Eles queriam que ele explicasse o que ele viu antes de deixar ele prosseguir, mas ele conseguiu convencer eles que precisaria olhar antes a versão deles para refrescar a memória. Eles desceram por diversas escadas até o subterrâneo.

Lá ele encontou o livro em latim. 

Os gêmeos puseram-se a explicar que era um entre 9 livros praticamente idênticos, seria um manual para falar com o capeta, o autor fez eles com variações nas imagens e seria necessária comparar as versões para chegar na verdadeira. 

O autor fez parte de uma sociedade secreta onde aprendeu esse ritual que levaria para um lugar onde haveria um poder maior e seria-se capaz de fazer um pacto, porém ele misturou partes verdadeiras e falsas não querendo que outras pessoas descobrissem, que em cada livro sempre havia uma imagem diferente.




1x07 - O Sangue dos anjos (parte 2)

Liliana e Vaerdun ganharam 3xp pela participação 

Liliana e Vaerdun ganharam 2xp pelo resumo 

Aurelius comprou dominação 1 (15xp)

Resumo Liliana 

Mansão dos gêmeos, Biblioteca Subterrânea

Morgath estava folheando o livro que ele procurava na biblioteca, agora ele já tinha acesso a duas gravuras.

Ele fez uma proposta de compra para os gêmeos, eles aceitaram e fizeram uma proposta de comprar as gravuras de outros livros que ele encontrasse, principalmente se ele as encontrasse na ordem correta. Continuando a conversa, Morgath perguntou então se eles tinham ideia de quem mais poderia ter um dos exemplares e eles lhe indicaram três nomes: 

O primeiro deles foi Valéria Stone, a que parecia ser mais acessível e menos perigosa dos três. Ela tinha uma fundação particular com um museu que revisava materiais antigos. Valeria poderia aceitar uma proposta de compra ou de troca tranquilamente se o preço fosse adequado.  

O segundo nome e o mais perigoso Ellias MacLeish. Um homem perigoso, envolvido com alguma sociedade secreta e com recursos e influência suficiente para agir impunimente e obter o que quiser. Alguém que não era conhecido por aceitar ouvir não.

O último era Paul Lambert. 

Paul herdou o livro de seu pai, embora ele aparentemente não tivesse nada de especial, o livro é uma das suas lembranças de seu falecido pai e seria muito difícil que ele aceitasse se separar dele, porém eles acreditavam que ele não teria problema em mostrá-lo para aqueles que tenham interesse.

Antes de partir, um comentário deles chamou sua atenção, eles pareciam saber quem sua senhora era e talvez até mais do que deveriam, porém eles não se atreveriam a contrariá-la, talvez isso tenha sido o que os convenceu a mostrar e até vender o livro para ele.

Ele saiu de lá e entrou no seu carro em direção a Capela, no caminho, algo chamou sua atenção... um carro suspeito estava seguindo ele. 

Ele começou a manobrar pela cidade nevando enquanto tentava despistar o veículo, mas não importava o que fizesse ele continuava se aproximando.

Até que o carro começou a se emparelhar com ele. Nesse momento ele viu que um dos homens do carro estava prestes a sacar uma arma.

Foi aí que ele viu o que parecia ser uma blitz ao longe e acelerou o que pôde em direção a ela, isso fez os homens desacelerarem, até que eles pegaram uma esquina qualquer e partiram, infelizmente não deu tempo de ver a placa nem de prestar atenção em seus rostos, mas ele tinha se livrado do perigo imediato. 

O policial parou o carro de Morgath e chamou sua atenção. Ele explicou para o policial que tinha um carro seguindo ele e quando olhou para trás não conseguia ver mais ninguém. O homem lhe deu uma multa de velocidade e disse para fazer um boletim quando fosse na delegacia pagá-la. De lá o caminho para a Capela continuou de forma tranquila.

Quando finalmente chegou na Capela, ele foi imediatamente falar com sua senhora. 

Ela perguntou se missão tinha sido um sucesso e ele lhe explicou o que aconteceu há pouco, eke suspeitava que poderia ser o tal do Ellias que queria ele morto e que deveria estar acompanhando aqueles que ele achava que tinham interesse nos livros.

Ela conhecia o nome, não parecia ter tido contato com o homem, mas sabia quem era. 

Ela lhe disse para ir falar com ele durante o dia em sua empresa, já que ela achava que ali ele não teria coragem de fazer nada e seria provavelmente mais seguro assim.

Morgath queria saber se poderia trocar as figuras com Ellias, mas ela disse que não deveria dar muito trela a ele. Ele ainda queria levar o segurança de companhia para esse encontro com Ellias, mas ela lhe respondeu que agora não poderia pois ela tinha um compromisso, uma reunião mais especificamente, que demandava sua presença e durante o dia ele ficaria encarregado de sua segurança já que era um período que ela ficava “indisposta”.

Para Valéria ela disse para que poderia fazer um levantamento nos livros da biblioteca para serem usados de moeda de troca.

Antes de sair ela também lhe deu um cheque com fundos para que fosse usado na compra do livro casso fosse necessário.

Zona Comercial, Academia DeSalvo

Após comer, Liliana tirou um cochilo para se recuperar dos acontecimentos da manhã e depois seguiu com suas obrigações.

No fim da tarde, no refeitório ela encontrou Thomas cabisbaixo e ainda desiludido e eles conversaram um pouco. 

O homem disse que não faria mais muitas perguntas mas que pretendia assim que possível ir no cemitério ver o túmulo de seu irmão.

Depois disso Liliana resolveu começar a traduzir o livro até que anoiteceu e Kath chegou.

Kath estava acompanhada de Rafael, um homem de feições latinas que era seu segurança. 

Eles cumprimentaram o pessoal da academia e acompanharam Liliana até o escritório, lá ela ofereceu um chá quente para o homem antes de começar a explicar o que aconteceu.

Liliana descreveu sua jornada e começou mostrando o relatório que ela encontrou naquela espécie de esconderijo. Kath desconfiava que o autor daquilo fosse alguém da espécie dela.

Ao olhar o que tinha sobre o laboratório e sobre a Valquíria, Kath chegou a duas conclusões: 1 pareciam haver dois tipos de drogas diferentes a que ele tomava e a que era distribuída e, 2 o homem não parecia um traficante normal, ele deveria ser um mago, alguém capaz de manipular a própria realidade, nem que fosse num nível mais limitado.

Liliana estranhou aquilo e encheu a mulher de perguntas. 

Kath explicou um pouco para ela pois precisava partir para a reunião, mas a aconselhou a não confrontá-lo diretamente, mesmo que fosse possível lutar contra ele e que ele se machucasse como um humano comum seria muito perigoso isso. 

Se encontrasse ele, ela deveria fazer o possível para fugir. Depois que ela se resolvesse com o pessoal da espécie dela ela voltaria, agora ela não poderia deixar o Rafael para ajudar na segurança da academia, mas depois não seria problema. 

Kath também não reconheceu o livro, ela se ofereceu para levar o livro estranho para alguepm traduzir, mas Liliana achou que seria melhorar esperar mais um pouco até ter uma ideia melhor do que poderia ser, ela achava que conseguiria traduzi-lo ou pelo menos o suficiente para saberem do que se tratava.

Quando Kath se despediu, Liliana continuou a traduzir o livro. 

Ela primeiro procurou por palavras aleatórias que não parecessem remeter a nada sobrenatural para tentar encontrar um idioma de referência e seguiu a partir disso.

Passada uma meia hora um policial à paisana chegou na academia. O homem explicou que tinha outro lá fora de tocaia num carro e que eles se revezariam, sempre haveriam pelo menos 2 homens por ali.


Capela

Vaerun olhava as câmeras de segurança e viu que a neve estava se intensificando novamente. 

Até que ele percebeu um grupo incomum de umas 10 pessoas, não bastasse o frio elas ainda andavam de uma forma esquisita, logo ele sacou que poderiam ser mais dos drogados, do mesmo tipo que atacaram a livraria.

Morgath ligou para a polícia e disse que o local estava sendo invadido, a atendente disse que assim quão possível fosse policiais iriam para lá, enquanto ela explicava cuidados que ele poderia ter para ficar mais seguro até lá a ligação caiu.

Aos moldes Esqueceram de Mim, ele resolveu fortificar o lugar. Primeiro ele cuidou da entrada principal, ele teve dificuldade no começo por não estar familiarizado mas depois de um tempo conseguiu, em seguida ele foi para a garagem, porém ao tentar se apressar ele acabou mais se atrasando, mas apesar da demora ele fez alguma coisa, não tão boa quanto na entrada principal, mas alguma coisa. De quebra ainda preparou alguns coquetéis molotovs.

Ele aguardou na sala de segurança até que eles se aproximaram, então correu para uma janela no alto e disparou contra um deles de lá, não foi nada muito espetacular, porém duas medidas ajudaram a atrasá-los suficientes até que policiais chegassem.

Assim que as coisas se acalmaram ele mandou uma mensagem para sua regente, quando o sinal voltasse ela veria.

Zona Comercial, Academia de Salvo, noite

Já era uma hora mais avançada da noite. Charlie e Mara estavam dormindo e Liliana estava no escritório trabalhando no livro.

Liliana viu que o policial estava praticamente cochilando no sofá do hall de entrada e foi levar um café quente para ele além de dizer algumas palavras de motivação. Eles falaram brevemente antes dela retornou para suas atividades, mas nesse momento ela viu algo de estranho, algo que poderia muito bem ser uma “horda de zumbis” se aproximava.

Ela gritou para o homem no sofá, que de supetão acordou de vez, porém assustado, conferir com seu parceiro, mas a resposta do outro lado do rádio também demorou, parecia que o outro policial também estava dormindo. 

Tão logo o outro homem pareceu acordar, uma troca de tiros começou do lado de fora e o homem do sofá pôs-se a pedir reforços.

Liliana foi correndo acordar o casal e pediu para que eles acordassem as crianças e preparassem todos para saírem dali porque o local estava sendo atacado, ela lembrou eles que parecia ser uma situação do tipo daquelas que era melhor deixar com a Kath. 

Em seguida ela arrumou suas coisas e desceu novamente.

Na entrada o homem tentava acompanhar o que estava acontecendo. 

O policial perguntou se aquela entrada aguentava e ela respondeu que sim pois eles tinham acabado de reforçá-la para segurança, mas que também não seria para sempre. Ela pediu para o homem esperar e não sair por ali agora se não acabaria atraindo eles, assim que as crianças estivessem prontas ele poderia sair junto por trás.

Todos os residentes desceram prontos enquanto aguardavam.

Nisso Liliana ouviu o que parecia ser uma voz na sua cabeça, o que a fez pensar que poderia estar ficando louca até. 

Ela foi para um cantinho e com a mão na frente da boca tentou responder aquela voz estranha. 

Uma voz masculina perguntava se ela havia mostrado algo para alguém, porém não explicava direito quem era ou o que queria saber e pareceu perder a paciência tão logo ela começou a fazer perguntas. 

A voz disse que a polícia não poderia protege-la antes de ficar completamente mudo. Isso fez ela se perguntar mais uma vez se não estava ficando louca.

Nessa hora, algo mudou do lado de fora. 

Era possível ver um homem nas câmeras andando em direção a entrada da academia e quando policiais se aproximavam dele era como se eles se retorcessem e caíssem no chão. 

Liliana disse para o pessoal seguir e que iria esperar mais um pouco para garantir que seria seguro para eles já que parecia que eles estavam de alguma forma em contato com ela.

Charlie colocou todos dentro da van e saiu na frente, não antes de deixar a chave de um carro para Liliana. 

O policial também partiu nessa hora, saindo por trás para tentar surpreender o “mago”.

Liliana guardou as coisas no carro e quando viu que as coisas estavam se intensificando resolveu deixar um “presentinho” para ele. 

Ela fez uma armadilha no assoalho de entrada. Usando um dos cartuchos de 12 e um prego no lugar de uma madeira não muito boa.

E ela aguardou até o que parecia ser o último minuto enquanto acompanhava o que acontecia do lado de fora pelas câmeras. 

Os policiais não pareciam ser um desafio muito grande para ele que tratava eles como se fossem bonecas de pano e andava com confiança e certeza sem igual na direção da academia, mais especificamente, na direção de Liliana. 

Quando ela teve certeza que o homem iria forçar a entrada e adentrar o local, ela pôs-se a correr como uma cheetah para a garagem. 

Pegou o carro e saiu e não viu mais o que aconteceu.

De lá, após andar um pouco pela cidade, ela seguiu para um hotel chamado Afterlife, um lugar nada barato, mas que seria suficiente para passar aquela noite.

Ela até conferiu os preços, mas mesmo a opção mais em conta já era bem cara. 

A vantagem era que o local parecia ser seguro, poderia ser um bom local para se reagrupar.

Quanto ao “mago”, sua intuição além do comum lhe dizia que tudo deve ter acontecido na hora em que o “cozinheiro”, disse estar vendo alguém no laboratório de drogas, ele era provavelmente o mesmo homem que ela viu na câmera. 

Naquele momento ele forjou uma espécie de conexão mental com ela, porém essa conexão mental já havia se partido, ela era o suficiente para encontrar sua posição e até tentar se comunicar quando perto o suficiente, mas nada além disso, ele não poderia ver o que ela via e nem ler seus pensamentos, parecia ser algo que ela poderia usar a seu favor, isso, se ele sobrevivesse ao seu “presente”.

Ela subiu para o seu quarto, era algo bem equipado, porém com certeza fora de sua realidade. Ela organizou suas coisas e avisou que estava bem. 

Para Kath ele foi um pouco mais detalhista e explicou que o “homem” foi até a academia e que poderia ser uma boa ideia evitar o local por enquanto, a polícia estava cuidando disso, mas ela deixou uma lembrança para ele na porta da frente antes de sair. 

Ela continuou a mexer mais um pouco no livro, antes de apagar enquanto esperava Kath terminar sua reunião e responder.



Resumo

Parte de Vhaerun

Vhaerun consegue adquirir o livro dos irmãos gêmeos, recebendo deles informações cruciais sobre outros possuidores. 

Os gêmeos revelam que Valeria Stone é a proprietária do museu da cidade, descrita como uma pessoa amigável e disposta a vender o livro. 

Já Paul Lambert deve ser um obstáculo mais difícil, visto que o livro é uma herança de seu pai falecido; contudo, os gêmeos sugerem que ele provavelmente não se importaria em permitir uma simples consulta ao objeto. 

Em relação a Elias Makolich, os irmãos alertam que ele é um problema. Trata-se de um empresário que supostamente faz parte de uma ordem secreta e tem grande interesse no livro.

Após essa valiosa conversa, Vhaerun pega o contato dos gêmeos e se despede, voltando em seguida para a capela a fim de se reportar à sua senhora. Ao sair da casa, porém, ele nota que está sendo seguido. Rapidamente, ele envia uma mensagem de áudio à sua senhora, informando sobre a perseguição e solicitando o outro carniçal como reforço. 

Ela responde que não é possível enviar o reforço no momento, mas o orienta a tentar despistar os perseguidores e, caso não consiga, a ir diretamente para a capela.

Vhaerun tenta, então, despistar seus perseguidores, mas seus esforços são em vão. Percebendo que eles estão armados, ele acelera em direção à capela. Felizmente, ao se aproximar do local, ele avista uma barricada policial, o que faz com que os perseguidores fujam imediatamente. 

Vhaerun é abordado pela polícia e questionado sobre a alta velocidade. Ele explica a situação da perseguição, mas o policial aplica uma multa e o orienta a registrar um Boletim de Ocorrência (B.O.) sobre o incidente.

Resolvida a questão com a polícia, ele se dirige à capela e se reporta à sua senhora sobre os acontecimentos. 

Ele a informa sobre a compra do livro e o símbolo diferente que notou, além de repassar os nomes de Valeria, Paul e Elias, enfatizando que Elias provavelmente será um obstáculo, pois também está interessado nos livros.

Vhaerun sugere à mestra que, ao encontrar Elias, tentará propor um acordo de benefício mútuo, mostrando o símbolo presente em seus respectivos livros, visto que Elias não terá interesse em vendê-lo. Ela, por sua vez, sugere que Vhaerun procure Elias em sua empresa durante o dia para minimizar os riscos. Vhaerun também solicita dinheiro e um livro antigo para usar como moeda de troca pelo livro em posse de Valeria.

Após a conversa, sua senhora parte para uma reunião importante com outros de sua espécie, deixando Vhaerun sozinho na capela. Ele tenta descansar, mas acorda sentindo que algo está errado. Ao checar a sala de monitoramento, ele percebe que um grupo de usuários da droga Valkiria está tentando invadir a capela. Imediatamente, ele envia uma mensagem à sua senhora, que não chega a ser entregue, e aciona a polícia. Apesar do sinal ruim, ele consegue relatar a emergência.


Em seguida, Vhaerun improvisa armadilhas nas duas entradas da capela e se posiciona com sua arma, pronto para um possível ataque. Felizmente, os invasores não conseguem entrar, pois a polícia chega e inicia um tiroteio. Vhaerun sobe para uma parte superior da capela e ajuda a polícia a conter os drogados. Após agradecer o excelente serviço, ele retorna ao interior para tentar descansar, escolhendo a sala de segurança. No entanto, estranhos fenômenos começam a ocorrer, parecendo algum tipo de manifestação fantasmagórica ou ilusão. Ele envia uma mensagem à sua senhora, que o orienta a jogar sal ao redor da capela e de si mesmo. Ele segue a instrução, os fenômenos cessam e ele finalmente consegue descansar.

Parte da Liliana

Liliana continua conversando com seu tio enquanto lancham. O tio ainda demonstra desânimo e a intenção de buscar mais informações sobre seu irmão. Liliana decide que não é o momento de lhe contar toda a verdade.

Logo depois, Kate chega, acompanhada de um homem alto, de 1,90 m, e pergunta a Liliana se ela conseguiu o que haviam combinado. 

Kate convida Rafael para se juntar a ela e Liliana no escritório, a fim de ouvirem as informações de Liliana. Ela explica que terá uma reunião em breve e que as descobertas de Liliana serão cruciais. Então, Liliana revela tudo o que descobriu.

Kate comenta que, pelo que observou, há dois tipos de drogas: uma usada pelo lupino da Ragnarok e outra que ele está contrabandeando. 

Liliana mostra fotos e documentos, que Kate pega para levar à reunião. 

Ela aconselha Liliana a não retornar à Ragnarok e a se manter em segurança. Liliana também mostra um livro que roubou do homem da Ragnarok e manifesta a intenção de decifrá-lo, Kate menciona que conhece alguém que poderia ajudar a decifrar. 

Liliana, no entanto, prefere tentar decifrar o livro por conta própria. Ao falar sobre o drone e a pessoa que fica observando os outros, Kate sugere que seja um vampiro, cujo propósito talvez seja buscar uma aliança. Kate também opina que o lupino da Ragnarok é, provavelmente, um mago ou algo semelhante, mas não tão poderoso quanto um. 

Ela informa que se reunirá com outros de sua espécie para coletar as evidências e lidar com esse mago, pois ele está agindo fora dos limites.

Em seguida, Liliana conversa com um policial que ficará responsável pela segurança do local. Ele informa que serão dois, sendo um deles disfarçado.

Com o passar do tempo, o policial que está do lado de dentro cochila. Liliana percebe e lhe traz um café para acordá-lo. 

O policial acorda, agradece, e logo em seguida são surpreendidos por um forte barulho na porta. Ao checar a câmera, Liliana vê que o local está cercado por drogados. Ela acorda os aliados para que tentem fugir.

Liliana ouve a voz de Jack Lupino em sua mente, dizendo para ela sair e que ninguém se ferirá. Nesse momento, os reforços policiais chegam e começa uma troca de tiros. 

O Lupino continua a se comunicar com Liliana, dizendo que ela o ferrou e que pagará por isso. 

Ela finge inocência, o que faz o Lupino perder a paciência e parar de falar. Liliana pega a chave do carro para sair após falar com o policial, mas ele é morto pelo Lupino. 

Liliana então decide montar uma armadilha para o Lupino antes de tentar deixar o dojo. 

Ela consegue correr, entra em seu carro e vai para um hotel passar a noite.


1x08 - O Sangue dos Anjos parte 3

Liliana , Vhaerun e Chorvax ganharam 3xp

Liliana e Vhaerum ganharam 2xp pelo resumo 

Chirvax ganhou 1 xp pelo resumo 

Resumo Liliana

Condomínio fechado, Cobertura de Chrovax

Chrovax estava dormindo em sua cama enquanto sonhos e pesadelos diversos o assolavam. Memórias de supostas vidas passadas, as mesmas que ele dizia para todos que teve, mas para além disso algo a mais que o faz acordar bruscamente.

Era por volta de 6 da manhã, estava bem frio, o aquecedor se esforçava para acompanhar a queda de temperatura. Ele decidiu acompanhar um pouco as notícias enquanto observava o que acontecia lá embaixo, quase que um outro mundo. Ataques em diversos lugares da cidade aconteciam e os culpados pareciam ser pessoas drogados sem zelo pela própria vida, até as delegacias de polícia eles haviam atacado, chegava a um ponto que o governador parecia querer mobilizar a guarda nacional para resolver.

Esses ataques aparentemente descoordenados num primeiro momento que incluíam até mesmo antiquários, museus e bibliotecas o fizeram se lembrar de seu sonho, um ritual maluco dedicado a Sultr, uma divindade maligna da mitologia nórdica que buscava o fim de tudo e que ao confrontar os deuses dava início ao Ragnarok. Esse sonho estranho de alguma forma estava também relacionado as suas vidas passadas.

Mas ele não poderia passar muito tempo pensando sobre isso. De acordo com o noticiário, o clima começaria a piorar a partir do meio dia e a noite seria quase impossível de que qualquer coisa fosse feita. Ele pegou o telefone para conferir seus e-mails e mensagens que recebeu enquanto dormira. Um de seus contatos envolvidos com contrabando de antiguidades havia confirmado a obtenção de alguns itens de seu interesse e o encontro seria as 9 da manhã, no local informado. 

Além dessa visita ele ainda aproveitaria a viagem para passar em um antiquário que ele conhecia que aparentemente estava entre os locais atacados, pelo qual havia um misto de preocupação com as pessoas familiares misturado com curiosidade. Chrovax até cogitou pedir um taxi e ir nesse exato momento, mas pelo jeito haviam problemas de quedas de energia e segurança que impediam que fosse agora, então ele se organizou para passar lá após o encontro acompanhado de seu motorista.

Quando deu o horário de sair, Chrovax desceu de elevador até a portaria onde um segurança armado e o familiar porteiro Jesus o cumprimentaram. O porteiro o informou de algumas dificuldades que estavam tendo com o frio e o encaminhou para sair pela entrada se serviço. Lá embaixo na garagem seu motorista já o estava esperando e eles partiram em direção ao encontro.

Eles seguiram pela região mais abastada da cidade até que eles chegaram em algo que parecia uma ilha, o motorista apertou um botão que fez uma ponte descer e eles puderam seguir. Assim que eles pararam Chrovax como o hipocondríaco que era começou a se entupir de remédios, até que veio um homem e abriu a porta para ele sair.

Ele foi levado para um hall onde foi recebido cordialmente por dois irmãos gêmeos. Após breves palavras ele se virou para os itens expostos e se pôs a procurar por algo que lhe interessasse. Haviam muitos artigos interessantes o que deixou mesmerizado por um tempo, até que ele um símbolo peculiar em um dos livros.

Logo ele reconheceu esse símbolo como sendo um sigilo associado a Sultr. Ao questionar os irmãos sobre o livro, eles comentaram sobre seu bom gosto e o informam que se tratava de um artigo escrito por um monge aproximadamente no ano 920 d.C., eles tiveram sorte de encontrar algo dessa época em um estado tão bom de conservação e ele já foi devidamente restaurado. Chrovax reparou que realmente estava muito bem preservado o exemplar e após uma negociação eles chegaram a um valor. 

Enquanto o livro era preparado com produtos e guardado com um certificado de autenticidade feito por um perito de confiança, ele perguntava aos gêmeos sobre a origem dele e eles explicaram que para isso teriam de cobrar a mais antes de continuar.  Os gêmeos contaram a história sobre um suposto ataque viking no século 17, na história um homem chamado Kan Woulfe possuidor de um machado dado a ele pelo próprio Odin aterrorizou a Escócia por volta do ano de 1630 até que foi morto por outro homem que haveria voltado dos mortos.

Woulfe fazia sacrifícios de líderes locais em nome de seus deuses num período que os escoceses já estavam virando jacobinos até que o filho moribundo de um chefe clã local conseguiu mata-lo e tomar o seu machado. Desde então seu espírito sem poder descansar busca seu machado para que possa ir para o Valhalla.

O livro que teria sido escrito na Suécia foi levado para a Escócia em 1920 após um ataque no templo em que ficava e tratava de lendas da sua época, algumas muito raras. Uma espécie de tradução feita por um monge chamado Olaff.

Recentemente houveram escavações na Escócia e esse livro foi encaminhado para o antiquário de um associado deles que por certos motivos precisava de dinheiro e uma nova identidade e que como eles eram bons em encontrar clientes ele os encaminhou o artigo para que vendessem.

Chrovax achou estranha essa história confusa de um livro do ano 920 que foi levado para a Escócia séculos depois da outra que eles contaram e pareceu mais que estavam tentando enrolar ele, mas disse que se esse “amigo” deles tivessem outros materiais interessantes que ele estivesse disposto a vender que ele teria interesse. E concluiu sua frase acendendo um charuto.

Ele decidiu dar mais uma olhada no local antes de ir embora e viu algo que parecia uma adaga, ele já procurava por algo semelhante a um punhal ritualístico mesmo. Os gêmeos explicaram que esse era outro artefato nórdico, porém esse não viera da mesma escavação, pelo contrário, foi um dos primeiros achados deles. Ele comprou o item o que levou quase todo o dinheiro que poderia gastar no mês e enquanto aguardava ele perguntou sobre itens da Europa oriental, eles disseram que iriam olhar sobre.

Eles contaram sobre como os donos de antiquários estavam com medo mesmo com a polícia dizendo que havia porque se preocuparem mas veriam o que encontravam.

Seguindo de lá, ele foi para o antiquário que foi vítima de um ataque.

Mansão de Francesca

Aurelius treinava com sua dominadora sua habilidade de influenciar mentes, até que deu o horário dela seguir para sua reunião. Ele decidiu então testar seus novos poderes no curador.

Ele chamou o homem inseguro que apareceu na sala. Em seguida, usou sua dominação para que pegasse o que sobrou da carta na lareira para que ele restaurasse. O homem quase que de forma robótica esticou a mão dentro do fogo e pegou o pedaço de papel queimando sua mão no processo, para só então retomar sua consciência.

Aurelius riu e repreendeu o homem, dizendo que deveria ter apagado o fogo antes enquanto ele próprio apagava, deixando o doutor desconcertado. Aurelius disse que ele deveria restaurar ali mesmo a carta enquanto ele conversava com o mordomo.

O mordomo, contou para Aurelius da segurança adicional que teriam ali na região. 

Aurelius perguntou se havia algo para ele fazer e o mordomo contou sobre um dono de antiquário que parecia ser um contato importante de Francesca que aparentemente havia morrido. Entre seus itens havia uma estátua da deusa Kali que era de interesse dela, era importante conferir se esse e os outros itens que ela queria ainda estavam no local ou haviam sido levados. 

Aurelius disse que iria lá averiguar acompanhado do doutor.

Hotel Afterlife, quarto de Liliana

Liliana estava dormindo quando Kath apareceu ao lado de sua cama quase que se materializando no ar e a acordou.

Kath lhe explicou que a reunião ainda não havia acabado, mas ela havia retornado brevemente para ver como ela estava. Liliana explicou o que havia acontecido na academia e sobre o que parecia ser um tipo de poder que foi usado para encontrá-la, mas que parecia ter se rompido já. Kath preocupada ofereceu a ela um pouco do seu sangue pois isso poderia deixa-la mais segura. Liliana perguntou como funcionaria isso e após ouvir, agradeceu e disse que aceitaria, mas que gostaria de se aproximar um pouco mais do grupo de que estavam atrás antes pelo fato desse poder aparentemente interferir nisso baseado no que Kath disse.

Antes de Kath se retirar, Liliana explicou um pouco do que conseguiu descobrir do livro, Era um livro que parecia ter sido traduzido de runas antigas para o norueguês. Nele chamavam a atenção pontos sobre deuses nórdicos e seres de olhos esmeralda além de falar sobre uma poção de gente que tornava quem consumia em Berserkir. Kath respondeu que isso parecia bater com o que eles viram dos drogados. Ela tinha que retornar para a reunião agora, mas que depois mandaria o Rafael para vê-la.

Liliana comentou sobre aquela mensagem pedindo pela morte de Petrelli, e mostrou que não a letra não batia com nada do que elas haviam obtido. Kath disse que poderia ser o próprio Potinelo quem pediu então. 

Logo após Kath se retirou dizendo que por enquanto Liliana deveria estar segura por ali e que ela pagaria os custos do hotel. Ela também veria sobre manter Annie Petrelli subjugada a elas, mas que o mago havia cruzado o limite de muitas pessoas.

Liliana pediu algumas coisas do serviço de quarto e voltou a dormir.

Liliana acordou no que parecia ser a Academia DeSalvo novamente. Mais especificamente seu quarto. Tudo era familiar, mas estranho ao mesmo tempo.

Ela pôs se a observar com mais cuidado o que acontecia e pôde perceber que era uma espécie de sonho, algo que lembrava muito as poucas histórias que ouviu de seu pai.

Ela saiu andando até chegou em um corredor e Annie Petrelli apareceu em sua frente armada. A mulher começou a perguntar sobre Ty, “Onde está Ty?” ela gritava. O que deixou Liliana confusa do porquê essa mulher perguntava de Ty Jameson para ela, precisando até confirmar se quem ela procurava era mesmo Ty Jameson.

A mulher até confirmou mas continuava muito estranha, o que fez Liliana a questionar do porquê ela saberia onde Ty Jameson estaria. Petrelli que alternava entre perguntar quem era ela e falar frases confusas disse que ela viu ele e por isso ela estava aqui, o que fez Liliana responder que ela já havia visto muita gente e todo mundo queria andar com ela isso não significava que ela sabia onde quem ela procurava estava. Aparentemente esse pessoal eram todos esquisitos, sempre fazendo perguntas pela metade e completamente confusos e perturbados.

A mulher então se descontrolou e atirou em Liliana enquanto gritava novamente por Ty Jameson. O disparo atingiu Liliana que a fez sangrar e antes que a mulher pudesse atirar novamente correu em sua direção. Liliana saltou por cima de um balcão de madeira que estava no caminho e se abaixou se esquivando de mais um tiro, ela correu, dando alguns passos na parede para confundir a mulher insana e poder se esquivar de mais ataque e então se jogou contra ela, dando um suplex na agressora armada o que fez com que ambas caíssem engalfinhadas escada a abaixo, deixando ambas machucadas.

Petrelli tentou se levantar e Liliana sem saber se ela ainda estava armada ou não, tentou travar suas pernas, porém Petrelli conseguiu puxar a perna e deu um chute contra Lilliana que o bloqueou e em seguida a raspou, a arremessando mais uma vez contra o chão.

A mulher caiu completamente consternada e com uma voz que exalava constrangimento disse que retornaria para se vingar enquanto se desmanchava no ar. 

O local também começou a se desmanchar e ela acordou novamente no quarto dela. Dessa vez havia um homem estranho perto dela. O homem de cabelos ruivos disse que agora ela estava em segurança.

O home se apresentou somo um ser dos sonhos e que gostaria de fazer um acordo com ela. Ele tinha uma pele de coloração e textura estranhas o que levou Liliana a tocar para saber se aquilo era real. Ela perguntou ao homem pelo nome dele primeiro e o que exatamente ele queria e ele explicou que não poderia falar o nome dele ainda mas continuou a explicação: ele precisava que ela ajudasse ele a impedir Lupino de invocar um antigo inimigo dele, Sultr, em troca ele protegeria os sonhos dela e daria informações sobre os sonhos deles.

Ela primeiro perguntou se a ajuda dela teria que ser para sempre e ele disse que não, que só dessa vez, em seguida perguntou sobre as informações sobre os inimigos deles, já que ela não acreditava serem as mesmas pessoas, porém ele aparentemente sabia sobre sua família e as pessoas de quem ela estava atrás, após ouvir isso, sem sequer pensar ela apertou a mão do estranho homem, confirmando o acordo. 

Antiquário de Vhaerun Morgath

O velho Chrovax conforme se aproxima da loja pode ver a loja com claros sinais de dano e Morgath guardando algumas coisas no porta malas de um carro.

Ele não conseguia ver o que exatamente era guardado, mas conforme eles conversavam Morgath ia organizando a loja. Morgath explicou que a loja foi atacada e contou para ele como aconteceu este ataque, o que deu uma noção maior para ele do que acontecia na cidade, algo que ele estava completamente alheio até aquele momento.

Depois de retornar, ele ligou para um homem chamado Jeffrey e pediu para ele conferir com seus contatos na polícia o que de fato estava acontecendo na cidade, afinal, as duas pessoas que ele encontrou relataram problemas graves, a situação na cidade parecia muito pior do que as notícias falavam. Uma vez terminado isso, ele seguiu para uma farmácia de manipulação atrás de seus medicamentos antes que as lojas fechassem por causa do clima.

Novamente na loja, o segurança Tremere encontrou Morgath a tempo de ver Chrovax saindo e perguntou sobre quem era aquele velho.

Morgath explicou para ele das várias histórias que ele contava, sobre ter sido um mago poderoso com lembranças de suas outras vidas, mas que por algum motivo já não tinha mais seus poderes, o segurança ficou cético quanto aquilo, mas não decidiu contestar.

Saindo de lá, Vhaerun Morgath queria se preparar para visitar Elias em seu apartamento e separou algumas fotos do seu livro para levar.  

Hotel Afterlife, Quarto de Liliana

Liliana acordou com alguém chamando em sua porta, era Rafael.

Ela pôde ver que era o começo da manhã e resolveu pedir alguma coisa para comerem enquanto Rafael explicava o que havia acontecido. O homem contou que havia acabado há pouco a reunião e o resultado foi que as criaturas sobrenaturais presentes decidiram se aliar.

Ele deu um contexto breve sobre o que foi decidido e disse que Kath apareceria ali depois para que elas pudessem falar mais. Ele iria averiguar algumas coisas durante o dia e por isso não poderia ficar muito tempo.

Liliana disse para ele tomar cuidado com as habilidades de rastreio do mago, mas ela explicou o que pôde sobre elas, ela disse que ele poderia pegar uma cópia das imagens das câmeras na academia e isso ajudaria eles a entender melhor o funcionamento de seus poderes. Ele disse que iria tomar cuidado e pegaria isso além de tentar se informar sobre o que aconteceu com os policiais.

Liliana comentou superficialmente sobre o contato com Petrelli e o ser dos sonhos mas deixou para elaborar mais quando Kath estivesse presente à noite.


Resumo Vaerum 

Parte de Chrovax

Chrovax fala com Jesus, o porteiro. Ele informa ao funcionário que preza pela privacidade e pede que avise aos outros para não ser incomodado. Em seguida, ele entra em seu carro e parte pela cidade, observando a tempestade, o caos gerado pelos viciados, a presença policial e a forma como a cidade lhe parece uma cidade-fantasma.

Ele chega a um condomínio exclusivo, repleto de mansões, e se dirige a uma delas, onde é recebido por um homem bem-vestido, que o convida a entrar. Era a mansão dos irmãos gêmeos. Aparentemente, eles conheciam Chrovax e o cumprimentam com um "Há quanto tempo, Senhor Chrovax". Ele os interrompe, pedindo para irem direto ao assunto.

Na biblioteca, Chrovax encontra um livro escrito por monges, que ostenta o símbolo de Sutur. Aparentemente, esse mesmo símbolo é encontrado na cidade e está ligado aos recentes ataques. Chrovax se interessa pela obra e decide comprá-la. Ele também questiona a origem do livro, e os irmãos a relatam brevemente, mencionando os nórdicos e o machado de um ser chamado Clanwolf, que o busca para retornar ao Valhalla. Aparentemente, esse machado era usado para abater as criaturas de Sutur. Os irmãos explicam que os manuscritos originais foram levados por alguém para a Suécia e que eles contam folclores e lendas da época dos Vikings; o monge em questão apenas os traduziu. O exemplar que possuem foi adquirido de um amigo antiquário.

Após encerrar a conversa sobre o livro, ele continua a observar o local e nota uma antiga adaga ritualística de origem nórdica, acabando por comprá-la também. Em seguida, ele se retira.

Parte de Marcov

A Senhora Franchesca se dirige à reunião com os outros vampiros e pede a Marcov que cuide do local. Ele, por sua vez, vai até o Doutor e lhe solicita a restauração da carta. O Doutor se queima ao retirar o documento de dentro do fogo, e Marcov o repreende, chamando-o de "idiota".

O telefone toca; o mordomo atende e é informado da morte de um contato da Senhora Franchesca, que era responsável por um antiquário. O mordomo repassa a informação a Marcov e pergunta se seria prudente ir ao antiquário para verificar itens que possam ser de interesse da Senhora Franchesca. Marcov concorda e convida o Doutor a acompanhá-lo, partindo juntos para o local.

Parte de Liliana

Liliana acorda no hotel. Sua Senhora está presente e avisa que terá de sair novamente, mas antes, gostaria de conversar sobre alguns assuntos. A Senhora revela que não é uma pessoa comum e, dado o envolvimento de Liliana em tantos perigos, gostaria de lhe fazer uma proposta: transformá-la em uma Carniçal. Liliana recusa por enquanto, pois tem a intenção de encontrar certas pessoas primeiro, e seria mais difícil fazê-lo como Carniçal. Mesmo ciente dos riscos, ela decide permanecer humana.

Liliana relata à sua Senhora o pouco que conseguiu traduzir do livro. Menciona que o texto estava em norueguês com runas antigas, fala sobre deuses nórdicos, um olho esmeralda e uma droga. O livro descreve um indivíduo que fica como um berserker, mas com os olhos verdes, o que lembra muito o estado atual dos viciados.

Elas discutem sobre a tentativa de assassinato de Petreli. Sua Senhora cogita que possa ser o chefe de Lupino, já que Petreli está causando muitos problemas. Elas abordam os poderes mágicos de Lupino, e a Senhora aconselha Liliana a ter cautela, assegurando-lhe que ali ela está protegida.

Liliana volta a dormir. Em seus sonhos, Petreli aparece com uma arma, apontando para ela e perguntando sobre Ty Jameson. Liliana nega saber e é atingida por um tiro no ombro. Ela então pula sobre Petreli, e ambas caem escada abaixo, rolando. As duas ficam atordoadas com a queda. Liliana tenta segurar as pernas de Petreli, que acaba de se levantar, mas não consegue e recebe um chute no rosto. Ela consegue bloquear o chute e a derruba. Petreli desaparece do sonho, e Liliana ouve uma voz dizendo que ela voltará.

Um homem com vestes de monge surge no subconsciente de Liliana e afirma que Petreli é uma feiticeira que domina os sonhos. A entidade se apresenta como uma criatura dos sonhos e diz precisar de ajuda. Ele revela que Lupino está firmando um acordo com um Deus antigo que é seu inimigo. A criatura parece ser um elfo de pele gélida e explica que os guardiões que lutariam contra Sutur e seus asseclas pereceram ao longo das eras. Ele propõe uma aliança e um pacto com Liliana: ele a ajudará, e em troca, ela irá atrás de Sutur e suas legiões.

Ele se identifica como um changeling e promete protegê-la de seus inimigos, permitindo-lhe dormir em paz, e se oferece para ajudá-la a perseguir seus inimigos enquanto ela ajuda com os dele. Ele deseja impedir o que Lupino planeja, especificamente que ele abra o portal para que Sutur não saia. Ele estende a mão para selar o acordo e garante que, além de protegê-la nos sonhos, lhe fornecerá informações e a ajudará a encontrar sua família de lobisomens. Liliana pede para esperar antes de decidir, mas ele insiste que ela deve aceitar imediatamente. Ela concorda e aperta a mão dele.

Liliana acorda, toma café e conversa com Rafael. Ele pergunta se a noite foi tranquila. Ela conta que Petreli tentou invadir os sonhos, procurando por Ty Jameson. Rafael informa que a reunião foi um sucesso e que eles começarão a planejar como acabar com Jack Lupino. A intenção é capturar Lupino e extrair informações sobre Petreli. Eles conversam mais um pouco, e Rafael anuncia que passará no Dojo. Liliana se oferece para ir junto, mas ele recusa. Eles se despedem.

Parte de Vhaerun

Vhaerun acorda na capela, e tudo está em ordem. Ele conversa com o Carniçal de sua Senhora e pergunta sobre a reunião, mas o servo não soube responder. O Carniçal avisa a Vhaerun que sua Senhora solicitou que ele fosse à biblioteca onde trabalhava para recuperar os livros que lá estavam. Ele concorda e segue para o local.

Ao chegar, avista o Senhor Chrovax, um valioso cliente idoso da biblioteca que possui várias histórias interessantes sobre ser um antigo mago que viajou pelo universo e, por algum motivo, perdeu seus poderes. Vhaerun o cumprimenta e pergunta por que ele está ali. Senhor Chrovax diz que soube do ocorrido na biblioteca e estava preocupado com ele. Vhaerun agradece a preocupação e assegura que está bem, explicando o que aconteceu na biblioteca e como conseguiu escapar no dia do incidente, quando os viciados a invadiram.

Em seguida, ele continua a conversar com Chrovax, que o convida para ir à sua casa no fim da tarde para discutirem alguns assuntos. Vhaerun aceita, e Senhor Chrovax se despede. Antes de partir, Senhor Chrovax fala com Jeffrey sobre os viciados e o caos na cidade, pedindo-lhe para verificar com seus contatos na polícia o que está acontecendo, e avisa que antes passará na farmácia.

Depois disso, Vhaerun entra na biblioteca, começa a recolher os livros e, ao terminar, retorna à capela Tremere para se preparar para o encontro com Elias Makolich.


Resumo Chorvax

Diário de laboratório Arcano. 25 de novembro no calendário local. (Gravação em áudio)

A manhã nasceu com um mal presságio no ar. Fui acordado minutos antes do que pretendia por causa do frio, mas também por causa de um pressentimento. Um sonho etéreo, quase uma memória de outra vida. Em meu sonho, a cidade era soterrada por uma presença maligna. Desperto, a massa branca da frente fria tinha uma estranha semelha com a presença de meu sonho.

Eu havia retornado de uma viagem de negócios, onde eu havia adquirido alguns bons livros, e havia chegado cedo e exausto e por isso não tinha acompanhado as notícias da noite. 

Na manhã seguinte apenas que eu vi o caos que estava a cidade. Diversos estabelecimentos haviam sido atacados por vândalos, entre eles o museu de história natural e vários antiquários. Obviamente haviam outros alvos também, mas o padrão me pareceu suspeito!

Jesus, como sempre extremamente solícito me conseguiu um carro adequado para que eu pudesse seguir com planos.  Eu tinha um encontro com os irmãos, dois bons fornecedores locais. Eles haviam recentemente adquirido um lote irlandês que incluia um codex norueguês. À princípio uma coletânea de contos, mas logo indentiquei algo mais... É prematuro afirmar mas acredito que posso extrair algo prático das suas descrições ritualisticas.

Além disso, entre os artefatos havia um punhal de ferro frio com runas... Pode ser só uma réplica, mas se for verdadeiro é possível que seja um athame consagrado, e portanto uma arma contra espíritos menores.

O encontro com os gêmeos foi produtivo, mas minha mente estava em outro lugar. Morgath o antiquário é um jovem promissor. Eu havia dividido parte da minha história com ele à fim de que ela se espalhasse pela cidade. Quando vi que a loja dele havia sido atacada, me perguntei qual era as chances de aquilo ter sido culpa minha. Se fosse esse o caso, era meu dever ao menos me certificar se ele estava bem.

Apesar dos danos à loja, Morgath não tinha sido ferido. Ele me contou sobre o ataque, vândalos alucinados e narcótisados... Nada muito fora do comum, se não fosse a conhecidencia dos outros lugares atacandos eu desprezaria o caso, mas pelo menos 4 lojas foram atacadas além do museu.

Marquei com Morgath um encontro para que eu possa mostrar a ele o livro recem adquirido e conversarmos sobre o incidente. Ele mencionou algo sobre anjos, algo que me deu o mesmo pressentimento de hoje de manhã... Até as 18h tenho algum tempo para estudar o novo livro.


1x09 - A Carne dos Anjos parte 4

Liliana,  Vhaerun e Chorvax ganharam 3xp

Liliana e Vhaerun ganharam  2 xp pelo resumo 

Resumo Liliana 

Liliana foi tomar o segundo café, era um lugar chique. Voltou pro quarto 

Fez busca na internet dos locais novos de ataque e marcou os locais no seu mapa

Haviam locais com produtos químicos

Eles estavam fabricando ingredientes mais especiais

O livro descrevia “material orgânico” mais alguns itens incomuns como sangue de unicórnio

Lupino precisaria realocar para outra fábrica na zona industrial antiga

Liliana foi para o dia de princesa dela

Kath apareceu de noite e não levou as filmagens de segurança. Disse que não sabia sobre o ser dos sonhos e não ficou para vê-lo.

Liliana disse o que descobriu e ela foi embora.

Chrovax foi para a farmácia

Ele entregou receita, enquanto o atendente estava atrás, ele escutou um pessoal em outro balcão "ela vai ficar quieta, ela tem uma condição estranha"

"O que aconteceu com ela?" "Não sei, a gente encontrou ela na rua, o tio dela que pediu" o tio era o dono do local

Ele olhou, ela parecia ter uns 20 e poucos anos, olhos vermelhos, presas, usando restrições nas pernas e nos braços

O cara injetou um negócio no pescoço dela

Os caras passaram por ele e foram em direção a garagem. Chamou a atenção dele pelo sobrenatural

Ele convenceu o cara a procurar outro remédio, o cara pediu 200 a mais, ele pagou e foi procurar. Ele entrou no local e encontrou ela amarrada numa cadeira. Ele tenta acordar ela, tirou as restrições e carregou ela com dificuldade até o carro

Ele volta no balcão, o balconista aparece e diz que não conseguiu achar o remédio.

Falou para o motorista "ela é parente de um amigo, mas fica tranquilo que ela tá dopada não vai dar trabalho, vamos voltar para o apartamento"

Id: Victory, 23 anos, endereço: zona comercial

Ele encontrou o celular, tentou desbloquear com os olhos dela.

A última mensagem dela era sobre ir para uma balada clandestina com uma amiga, o tio perguntando onde ela tava, ele tava mandando gente pra pegar ela, ela respondeu que não tava se sentindo bem e o local era na zona portuária antiga.

Ele pediu ajuda pro motorista carregar ela, colocou ela num quarto de hóspedes que parecia um quarto de hospital, ele disse para o segurança que isso deva ser mantido em sigilo, pede para ele ficar em stand-by e que ia pagar pelo horário

Ele ligou os equipamentos médicos nela para ver se descobria algo

Ela parecia estar com sinais vitais bons e estava surgindo umas tatuagens nela

O idioma parecia ser árabe, jogou no Google lens, uma marca de família de djinns, na mitologia árabe e Islâmica tem muitos tipos de djins, lá não tinha a ver com gênios mas com magias de sangue, alterando a realidade. 

Às vezes eles enganavam as pessoas drenando o sangue delas e colocando em mundos de sonhos, às vezes eles realizavam.

Só um descendente de djinn com humano pode ser transformado em djinn

Ele consultou uns livros procurando por djinns, descobriu que:

Ser filho e usar drogas e afins ou ser mordido por um

Aqueles que não são filhos não precisam se preocupar

As vezes tem uns itens amaldiçoados que forçam eles a cumprir desejos

Se eles beberem sangue eles podem usar a magia deles, se não beberem são pouco mais fortes que uma pessoa normal

Ele começou a monitorar ela

Até que ela acorda, "Calma Vitória!"

Ela pulou pra cima dele, e ele tenta esquivar

Ele convenceu ela a se acalmar

Eles foram comer, era uma comida sem graça

Morgath foi na empresa do Elias, o cara que todos sabem que era maluco

A empresa deveria estar fechada, mas estava aberta

O portão abre como se reconhecessem o carro

Quando ele desceu, uma segurança disse "ele está na cobertura"

Morgath negociou uma parceria com ele

Eles pegarqm um elevador até um subterrâneo

Lá tinha muita coisa, o cara dizia que seria uma biblioteca tão grande quanto do vaticano

Eles trocaram gravuras

Pegou o cartão do cara, estava escrito uma mensagem numa língua antiga e um endereço, o cara disse que se quisesse conhecer o grupo dele, para ir lá amanhã à meia noite 

Ele pediu para olhar a biblioteca

Achou um livro bem antigo, num idioma que ele não conhecia. Estava no idioma dos anjos, narrava a estória de um anjo buscando se reconciliar com deus, um documento apócrifo pela igreja de 6 mil anos, numa época que as coisas eram feitas no barro de alguma forma o autor escreveu em um papiro

Ele consultou se já era de tarde para ir na casa do Chrovax.

Foi comer e fez junto o relatório, usou o tempo para pesquisar se achava algo sobre essa língua dos anjos oculto, um livro apócrifo que fazia menção a João 23, é um anjo buscando se reconciliar após a primeira guerra, o nome do anjo oculto: Simião

Esse anjo não lutou na guerra, escolheu ser neutro e foi jogado na terra, não herdou as diversas maldições

Estava escrito que ele acreditava que quando um anjo morre volta para deus, mas se ele morresse como caído ele iria para o inferno. Ele estava tentando voltar para deus.

Volta pro chrovax, eles estão falando sobre o que a menina lembra

Ela fica de esperar um pouco lá

Morgath chega

Eles falam da runa do Sultr 

Ele fala do livro que comprou e pergunta de livros raros recentes relacionados ao tema

Morgath disse que tinha algo sobre uns berserkers de olho verdes que tomavam uma poção, ele disse que viu algo semelhante nos olhos dos drogado

Morgath olha os desenhos e vê que parece que tem um braço direto que é um demônio tipo uma succubus.

O seres que sultr comanda tem um ponto fraco. Ele consulta o diário do monge, ele conseguiu ferir com uma adaga, parecia ser uma fraqueza deles

Esses seres não são demônios, são meio que Deus menores

Chrovax mostra seus itens para ele, eles suspeitam que essa adaga seria efetiva contra os seres.

Vhaerun quer fazer uma cópia 

Chrovax diz que não consegue, mas queria encontrar os alvos primeiro


Resumo Vhaerun

Resumo:

Parte da Liliana

​Liliana realiza uma pesquisa na internet e descobre uma série de ataques a complexos químicos, cujo objetivo era o roubo de insumos para a produção da droga Valkyrie. Ela nota, curiosamente, que uma casa abandonada também foi alvo de uma invasão. Após concluir suas investigações, ela decide aproveitar um "dia de princesa" no hotel para relaxar.


​Mais tarde, após seu momento de descanso, Liliana retoma a tradução do livro e dedica-se à meditação até a chegada de Kate. Ao anoitecer, Kate aparece e as duas trocam informações. Liliana relata seus sonhos recentes, mencionando a invasão de Petrelli à procura de Ty Jameson e o surgimento de uma entidade onírica com a qual selou um acordo. Por fim, ela apresenta o mapa que elaborou, destacando os locais atacados que são as fábricas e também uma casa abandonada, ela também compartilha sua suspeita de que o Lupino está realocando sua fábrica.

​Parte do Chrovax

​Enquanto estava na farmácia para comprar seus remédios, o Sr. Chrovax ouve uma movimentação suspeita nos fundos do estabelecimento. Aparentemente os funcionários da farmácia encontraram uma jovem alterada que era sobrinha do dono da farmácia. Eles falaram com o dono que alegou que ela estava drogada e ordenou que lhe aplicassem um sedativo. Chrovax observa que a moça apresentava olhos vermelhos, presas em vez de dentes comuns e debatia-se violentamente até ser dopada e desmaiar. Após trancarem a jovem na sala, os funcionários saíram.

​Usando de perícia e astúcia, Chrovax engana o vendedor, alegando que faltava um composto em seu medicamento para afastá-lo do balcão. Ele invade a sala trancada, encontra a jovem inconsciente com a seringa ao lado e consegue despertá-la parcialmente. Ele a leva até seu carro e, após retornar para pagar o remédio e não levantar suspeitas, parte para seu apartamento.

​Durante o trajeto, ele revista os pertences da moça e descobre que seu nome é Vitória. Ao acessar o celular dela, lê mensagens sobre uma ida a uma balada clandestina perto do porto. Vitória havia enviado uma mensagem ao tio dizendo que não se sentia bem, e este enviou alguém para buscá-la. Chrovax não consegue identificar o nome do tio no momento e decide levá-la para casa.

​Ao examiná-la, ele percebe o surgimento de tatuagens em seu corpo que remetem à cultura islâmica e à linhagem dos Djins. Sua pesquisa na biblioteca revela que os Djins utilizam magia de sangue para alterar a realidade. O livro consultado explica que a transformação em Djin ocorre por herança genética, pela quebra de preceitos do Alcorão ou por mordida (neste último caso, a vítima sem sangue Djin torna-se apenas um lacaio). É mencionado também que a espécie está quase extinta devido a restrições culturais árabes ao uso do sangue. Enquanto ele pesquisava, 

​Vitória acaba despertando abruptamente e o ataca, mas ele se esquiva e a acalma, explicando que deseja apenas ajudar. Ela revela que seu tio se chama Sirius, um homem tradicional e muçulmano que a criou. Chrovax, então, solicita um encontro com Sirius para tratar da situação.

​Parte do Vhaerun

​Vhaerun vai à empresa de Elias para propor um acordo: a troca de informações entre a foto da imagem do livro que ele conseguiu dos gêmeos em troca do acesso ao livro da biblioteca de Elias. O acordo é aceito. Durante a consulta, Vhaerun fotografa as imagens de interesse e ao terminar, pede para Elias para dar uma olhada rápida pela biblioteca e ele concorda. Ele então encontra um livro antigo com relatos sobre uma guerra angelical e um anjo que buscava reconciliação após a "Primeira Queda". O texto mencionava que Simião não teria escolhido o lado de Lúcifer, mas a compreensão foi limitada pelo idioma antigo e pela interrupção de Elias, porém Vhaerun gravou o conteúdo do livro com sua memória eídética para depois pesquisar seu conteúdo na internet.

​Antes de sair, Elias entrega a Vhaerun um cartão com um convite para uma reunião que ocorreria no outro dia, Vhaerun agradece e diz que se for possível ele irá.

 Vhaerun segue então para a casa do senhor Chrovax. Lá, o senhor Chrovax  perguntou se ele sabia sobre o que estava acontecendo na cidade e eles trocaram algumas informações, Vhaerun falou por alto um pouco do que ele sabia. Chrovax então lhe mostrou um livro antigo que descrevia efeitos semelhantes aos da Valkyrie e  dizia algo sobre uma adaga ritualística capaz de ferir até mesmo deuses menores, adaga essa que o senhor Chrovax também lhe mostra. Percebendo que algo sinistro estava acontecendo na cidade, o senhor Chrovax propõe formar uma aliança para investigar o que está acontecendo e Vhaerun concorda em ajudar dentro do possível.


1x10 - Ragnarok 

Liliana,  Vhaerun e Chorvax ganharam 3xp

Liliana e Vhaerun e Chorvax ganharam 2 xp pelo resumo 


Resumo


2026 01 06

Apartamento de Chrovax

Morgath e Chrovax estavam conversando sobre seus planos em relação ao que estava acontecendo na cidade, nisso Victory apareceu na sala e magicamente parecia saber de muitas coisas, assim que bateu o olho nele, ela disse que Morgath era um servo de vampiro e questionou quem era seu mestre, Morgath respondeu que era só um bibliotecário que trabalhava para a senhora Tremere.

Não ficou claro se ela acreditava bem nisso e ela disse que foram eles, os vampiros, que sequestraram ela, ele tinha sangue amaldiçoado, e ela precisa encontrar a família dela, o que deixou Chrovax meio incerto pois do nada Victory sabia de muitas coisas incomuns. Morgath disse a ela que eles pareciam estar do mesmo lado.

Ela contou a eles que ela era um tipo de Djinn, algo como uma das primeiras criaturas no alcorão, capazes de realizar desejos e as tatuagens só apareciam depois de alguém beber sangue. Alguém deu sangue para ela na festa e ainda disse que tiraram o sangue dela para vender, ainda mais estranho pois ela deveria estar desacordada.

Ela pediu sangue ao Chrovax, porque não poderia beber o sangue “amaldiçoado” de Vhaerun, e ele lhe explicou que o dele também não era exatamente normal, mas ela de alguma forma sabia exatamente o que ele era.

Victory então mordeu chrovax no braço e algo estanho aconteceu com ele, ele acordou em outro lugar, lá ele encontrou uma fada muito familiar e um local quase que místico. Ele e o ser mágico começaram a conversar que disse que fazia tempo que não o reencontrava.

Morgath assistiu o velho apagar logo após ser mordido, enquanto ela entrou em uma espécie de transe e os olhos brilhavam sobrenaturalmente azul.

Assim que ela retomou a consciência, Victory disse que achava Sultr teria uma serva menor. Tudo na cidade seria uma distração para reviver essa serva e ela trazer o Sultr de volta. Morgath perguntou o que havia acontecido apontando para o homem apagado e ela disse que realizou o desejo de Chrovax. Ele perguntou se daria para o Chrovax pedir para encontrarem os servos e ela explicou que uma pessoa precisaria dar a ela a alma voluntariamente e em troca receberia 3 desejos, porém Morgath não aceitou dar sua alma a ela.

Ele pediu o telefone dela, porém ela disse que iria acordar Chrovax e desapareceu. Ela aparece no mundo mágico do Chrovax, e explicou aquilo não era permanente porque se não teria que pegar a alma dele, seu amigo elfo estranhou aquela mulher e perguntou quem era a mulher com roupas estranhas com Chrovax o tranquilizando, após um tempo de conversa, eles retornaram ao mundo normal.

Victory disse que iria dar um presente para ele em troca dele ter salvado ela, nisso apareceu uma marca nele e ele ficou finalmente saudável. Que ela explicou que sua sáude ficaria boa por 7 dias. Morgath finalmente pegou o número da V e depois ela ainda passou a runa da serva de Sultr. Essa quantidade de informações que essa mulher parecia saber era muito estranha a ambos.

Eles reconheceram a runa e ao procurar na internet viram a figura de Herja.

Hotel Afterlife

Liliana foi jantar, depois que voltou, ela cochilou vendo TV. Nos sonhos apareceu novamente o ser dos sonhos, ele parecia um elfo, vestido como um monge medieval, com cabelos ruivos e pele bronzeada, bem diferente de sua aparência anterior. 

Liliana perguntou o nome dele, já que ele ainda não havia dito e ele disse não poderia falar o nome dele por enquanto, pois haviam seres observando eles naquele momento e eles não tinham muito tempo.

Ele foi direto, ele queria que ela saísse imediatamente de onde ela estava e seguisse até a igreja mais próxima. “Aquele” inimigo de Liliana estava manipulando seus outros inimigos para que fossem atrás dela. Ela teria 20 minutos assim que acordasse antes que eles a encontrassem.

Ela despertou como num susto e foi imediatamente arrumar suas coisas, o que demorou algo como 10 minutos. Ela saiu correndo e pegou o elevador em direção ao seu carro, mas no caminho era possível ouvir barulhos de gritos e destruição. Ela pôs pesquisou no GPS por igreja e seguiu para a primeira que apareceu.

O clima durante o percurso estava bem ruim já, com bastante neve caindo, após alguns minutos ela encontrou uma igreja já fechada e reforçada. Ela chamou no interfone e após falar com o padre local ele abriu o portão para que entrasse.

O padre a recebeu e explicou que a última missa que fariam já havia acontecido e ela disse que precisava lidar com alguns problemas que surgiram recentemente e que não demoraria muito e ela ficou aguardando enquanto ele foi chamar o outro padre para ela.

Quando ela sentou para esperar, ela pôde ver de soslaio que as imagens pareciam ganhar a vida, como se houvesse algo realmente divino e banhado a fé naquele lugar. Não demorou muito e apareceu o padre ruivo que a direcionou para que conversassem no confessionário.

Já dentro da cabine o sacerdote lhe disse que “Ele” teve contato com outros seres sobrenaturais e que ele estava usando o que podia como distração. Ele era alguém da linhagem dos feiticeiros europeus e não um mago, lobisomem ou vampiro que estava por de trás. Basicamente um mortal que queria libertar Sultr porque estava frustrado com sua posição dentro da organização que fazia parte e manipulou o mago Jack Lupino para fazer os ataques que eram necessários para romper os selos que prendiam a serva de Sultr.

Contando uma história que acontecera muito antes da colonização dos EUA, na qual os nórdicos estiveram ali e os seus deuses estavam com eles, juntos eles trancafiaram na cidade a serva. 

Ele explicou que esse cara fazia parte de um grupo que mandava no mundo, também chamado de Illuminati, Nova Ordem Mundial ou qualquer coisa assim, porém ele suspeitava que ele queria enganar a morte.

O padre pediu para ela esticar a sua mão e abriu uma pequena fresta na divisória do confessionário. Quando colocou ela sentiu uma como se estivessem gravando diretamente nos seus ossos e se segurando para não gritar de dor. Quando a dor passou, ela retirou a mão e haviam sigilos lá, ele explicou que eles atrapalhariam que pudessem senti-la, o mago não mais conseguiria a detectar e aqueles de quem ela se escondia também teriam dificuldade de encontrá-la. 

Ele disse para ela se concentrar um pouco e então pôde sentir como se pudesse se comunicar com animais, além de seus sentidos estarem mais aguçados. Ela perguntou sobre aceitar a benção de Kathy se surtiria efeito essa proteção dos sigilos e ele disse que próximo os lobisomens ainda conseguiriam senti-la, mas que iria atrás de como resolver isso para a próxima vez que se reencontrassem. 

Ele contou para ela sobre outros dois que ela deveria encontrar pois eles teriam uma adaga. Lhe passando o endereço de Chrovax e o telefone de Vhaerun. 

Antes de partir, o elfo disse que seu nome era Aelar e que deveria dizer ao padre para que fosse para a arquidiocese, pois os lobisomens estavam se aproximando e ele também iria partir. Ela ofereceu carona ao homem que aceitou a gentileza, porém quando estavam saindo ela ouviu o barulho do portão quebrar e partiu com presteza. Ela deixou o homem na arquidiocese e seguiu para o endereço que recebeu.

Prédio de Chrovax

Ao chegar no local, ela passou informações para a Kathy sobre ter feito contato com o amigo deles, sobre estar indo para a reunião com Vhaerun Morgath e o endereço que havia ido. Em seguida, ela ligou para Morgath, explicando que trabalhava para uma das associadas da chefe dele. Morgath disse para Chrovax que havia alguém ali para falar com eles que dizia trabalhar para alguém da comunidade deles que pediu para o porteiro Jesus abrir a porta para ela. 

Ela pegou sua mochila, guardou o carro e subiu até o apartamento de Chrovax, quando ela chegou e abriram a porta havia somente os dois homens lá, Victory já não estava mais com eles. Um dos homens era um velho que batia com uma discrição de um cara que trocava diamantes no mercado negro, e que dizia estar envolvido com o sobrenatural, mas apesar dele procurar pelo sobrenatural ele era conhecido por ser só um maluco. O outro era Vhaerun Morgath.

Liliana disse seu nome e se apresentou como alguém que trabalhava para a senhorita Summers, ela explicou para eles que a adaga que eles haviam encontrado parecia ter despertado a atenção de diversos seres sobrenaturais e que eles estavam correndo perigo, porém ela parecia realmente ser efetiva contra os seus inimigos. Chrovax disse que eles iriam dar o primeiro passo e resolveu mostrar o livro que eles tinham, ele disse que os itens faziam parte de um lote que eles conseguiram e que vinham da mesma região do norte da Europa.

Enquanto eles conversavam, as luzes começaram a piscar, e um homem apareceu magicamente na sala com um guarda-chuva dizendo se chamar Gold. Este homem era a terceira pessoa que parecia saber absolutamente de tudo que estava acontecendo, ele se apresentou como feiticeiro, alguém que nas palavras dele: fazem alteração aceita da realidade.

Gold disse que era da mesma organização de Ty Jameson e sacou um mapa, no mapa havia a runa de Sultr onde houve uma expedição do governo que eles acreditavam que havia sido uma vila nórdica no passado. Ele pegou um relógio dourado antigo trincado e disse que não tinha mais muitas cargas para o transporte, mas que poderia leva-los lá. Ele disse que o responsável era um homem de preto que ele não sabe direito quem era, mas confirmou que não era Elias para Morgath.

O Sr. Gold abriu o sobretudo onde haviam muitas armas debaixo, ele estava como Tp7 com silenciador e distribuiu pistolas para os envolvidos, dando 1 para cada, das quais Chrovax passou a sua para Liliana.

Ele disse que deveriam seguir agora para encontrar o altar nas escavações e não poderiam contar com apoio dos vampiros pois eles estariam ocupados indo atrás do mago, de alguma forma ele sabia até da existência dos vampiros.

Eles deveriam destruir o que encontrassem por la e que os associados dele apareceriam depois de 1 hora para ajuda-los. Chrovax perguntou se era a mesma ordem do Elias e Gold diz que não, eles se chamavam de Relojoeiros e que Elias era um satanista. Morgath comentou da reunião do Elias para qual foi convidado e ele disse que deveria ser para se juntar a ordem dele, ele parecia também saber tudo dessa ordem.

Vhaerun mandou várias mensagens para sua senhora contando tudo o que descobriu mas não obteve resposta, o sinal havia ficado ruim novamente, logo após Gold mexeu no seu relógio velho e eles apareceram no sítio das escavações.

Escavações das ruínas nórdicas

Gold disse que iria cuidar dos guardas e partiu por um dos caminhos. Liliana mandou mensagem para Kathy dizendo onde estava e em seguida pôs o celular para gravar e guardou no bolso. Como eles não sabiam exatamente por onde ir, Liliana escolheu aleatoriamente o caminho da esquerda os outros dois foram atrás.

Eles passaram por dois alarmes, que foram vistos por Morgath e Liliana, cooperando para passar por eles e que fez Morgath concluir que eles deveriam estar indo da direção correta.

Um pouco depois, Chrovax viu um segurança mesmo em meio a escuridão. Morgath seguiu sozinho, apagou o cara e pegou tudo o que ele tinha o que incluía seu rádio, seu celular, seus documentos, 10.000,00 dólares e sua uzi. Enquanto mexia em suas coisas e pôde ver que o nome do cara era Alan Sênior da Corporação de segurança Vanir, o rádio começou a chamar, mas Chrovax pensou rápido e conseguiu despistar.

O caminho a frente se dividiu de novo, mas já mais familiarizado com a arquitetura do local, Chrovax decidiu por um, já que o outro parecia que desabaria, dessa vez seguindo a frente. Eles seguiram até chegam num elevador e Chrovax usou o cartão que pegaram do homem na entrada.

Eles chegaram nas ruínas do que parecia um altar e Morgath se escondeu. No local Chrovax reconheceu uma das runas como sendo de Odin e no meio algo como uma grande caixa com coisas em cima. Eis que apareceu um cara de terno, que parecia ser dos anos 60, algo como homens de preto e Morgath se preparou para atirar caso ele fizesse algo que pudesse ser ameaçador.

O homem andou até onde estava Chrovax e Liliana e pôs-se a falar e fazer promessas sem sentido, ele chegou perto de Liliana que teve seu braço quebrado em dois sem poder resistir, e logo depois com um simples aceno de mão do homem o braço de Liliana se curou. Vendo a situação estranha, Chrovax foi até o altar de forma despretensiosa para tentar quebrar as coisas enquanto Morgath tentava atirar nele, porém do nada o homem pareceu invocar Herja antes mesmo de ser atingido pelos tiros.

Os tiros atingiram o cara que caiu e se levantou como se nada tivesse acontecido, enquanto a caixa se abria como um caixão e as coisas de cima caíam pelo chão.

O homem então se aproximou de Chrovax que estava sacando a adaga e Liliana viu que o homem parecia estar usando um anel que brilhava de forma estranha sempre que o homem fazia algo e tentou se aproximar para pegá-lo. Nisso, Morgath atirou contra algo que parecia ter gás e o local explodiu, derrubando escombros e começando a desmoronar.

Uma pedra de uma das colunas caiu em cima do homem de preto, parecendo esmagá-lo. Sem ter muito o que fazer, Liliana e Chrovax resolveram correr para longe do desmoronamento, com Chrovax parencedo ser capaz de acompanha-la sem dificuldades.

Morgath entrou em combate com Herja e não parecia ser capaz de feri-la. Após um tempo, ele usou sua Celeridade para ir até onde estavam Liliana e Chrovax que corriam pelas suas vidas, pegou a adaga das mãos de Chrovax e voltou para o altar para enfrentar Herja.

Os dois se degladiavam enquanto Morgath gastava seu sangue, até que finalmente ele acertou um golpe com a arma que pareceu ficar presa em Herja e seguiu correndo também. Ele alcançou os outros dois que ainda estavam correndo para escapar daquelas cavernas.

Assim que eles saíram do local que havia desmoronado, carros apareceram, os cercando, entre as pessoas que saíram dali havia uma mulher idosa. A mulher se apresentou como associada do senhor Gold e que eles cuidariam das coisas ali e levaram eles para a Associação dos Relojoeiros.

Ela deu chá para Chovax e Morgath que seguiu para procurar sua senhora, em seguida ela levou Chrovax e Liliana em direção ao apartamento de Chrovax.


Resumo 

Parte do Vhaerun e do Chrovax

Vitória entra na sala e reage de forma hostil a Vhaerun, dizendo que ele tem sangue amaldiçoado e perguntando quem é a sua senhora. Vhaerun, de forma evasiva, responde que é apenas um bibliotecário, mas revela que sua senhora se chama Lysandra. Vitória insiste que ele pode não saber, mas carrega um sangue amaldiçoado. Vhaerun, então, questiona o que ela é, já que seu olho ficou vermelho e depois azul; ela revela ser uma Djinn.

Vhaerun busca em suas memórias informações sobre os Djinns e recorda que, para se tornar um, é preciso descender de uma família de Djinns ou ir contra os ensinamentos de Allah. Aparentemente, eles se passam por humanos normais, mas, após beberem sangue, ganham tatuagens e outras habilidades. Ele a questiona sobre onde provou sangue, e ela conta que aplicaram nela à força em uma boate e, depois disso, extraíram seu sangue; parece que alguém queria utilizá-lo para algum objetivo obscuro.

Após essa conversa, Vitória diz ao senhor Chrovax que precisa de sangue. Após hesitar um pouco, ele o concede, mas ela acaba levando-o ao seu "mundo desejado" através de sua habilidade de Djinn. Aquela realidade, que pairava entre a ilusão e o real, era um mundo onde estavam as coisas que o senhor Chrovax ansiava recuperar. Enquanto ele estava nesse mundo, Vitória se virou para Vhaerun e deu informações importantes sobre o ritual para libertar uma serva de Surtur. Ela disse que magos, vampiros e lobisomens estão trabalhando para trazer essa serva — uma deusa menor chamada Helja — de volta à vida. Os drogados eram apenas uma distração; o objetivo era revivê-la para trazer o Ragnarok ao mundo, permitindo o retorno de seu mestre Surtur. Após compartilhar essas informações, ela acorda o senhor Chrovax e avisa que buscará ajuda de sua família para lidar com a situação. Vhaerun pede seu contato telefônico, ela o entrega e vai embora.

Parte da Liliana

Liliana dorme vendo TV e a criatura que parece um elfo aparece para ela novamente, dizendo que não têm muito tempo. Liliana pergunta o nome do ser, mas ele diz que ainda não pode contar, pois outros seres poderiam descobrir. Ele pede que Liliana saia do hotel rapidamente e vá para a igreja mais próxima, avisando que o Lupino está manipulando todos os seus inimigos para encontrá-la. Ele afirma que, ao se encontrarem na igreja, colocará nela uma marca que impedirá os inimigos de farejá-la.

Liliana sai correndo e chega ao elevador. Enquanto desce em direção à garagem, escuta gritos. No estacionamento, pega seu carro e ruma para a igreja. As ruas estão vazias; ela chega ao destino e aperta o interfone. A voz de um senhor idoso atende e permite sua entrada. Um padre idoso a recebe e ela explica que busca ajuda para seus problemas. O padre diz que no local só estão ele e outro sacerdote, perguntando se ela marcou horário. Liliana entra mesmo assim e, ao vê-lo, percebe que o padre é quem ela procurava: ele tem a aparência do elfo, exceto pelas orelhas.

No confessionário, ele revela que estão criando o caos na cidade como distração. Liliana conta que quem está por trás de tudo é um mortal, membro de uma ordem secreta chamada Illuminati, que deseja ascender na organização. Por não conseguir, frustrou-se e recorreu a outros meios para alcançar poder e a verdadeira imortalidade sem maldições; seu plano seria libertar Helja para poder alcançar esse objetivo através dela. O "padre", então, entalha um sigilo na mão de Liliana para ocultá-la. Ele também lhe concede novos poderes, como falar com certos animais e sentidos aprimorados. Informa-a sobre dois companheiros que possuem uma adaga capaz de matar Helja; diz que um deles se chama Vhaerun e trabalha em um antiquário. Por fim, o ser revela seu nome: Aelar, o último dos elfos.

Aelar pede que Liliana dê uma carona ao padre até a arquidiocese, já que o local seria atacado. Logo em seguida, batidas ecoam no portão, como se alguém tentasse invadir. Liliana foge com o padre no carro e, após deixá-lo na arquidiocese, parte para a casa do senhor Chrovax. Ao chegar, liga para Vhaerun avisando que está na portaria. Vhaerun informa a situação ao senhor Chrovax, que permite sua subida.

Parte de Vhaerun, Liliana e Chrovax

Vhaerun tenta entender quem é Liliana e a questiona. Descobre que ela serve à senhorita Summers, uma amiga de sua mestre, e que soube por outra fonte que ele e Chrovax possuíam a adaga. Após os esclarecimentos, as luzes piscam e um homem chamado senhor Gold surge. Ele pergunta sobre o artefato e pede que saiam dali, pois precisam impedir o ritual em uma villa nórdica que está sendo escavada para trazer Helja de volta.

grupo decide confiar no senhor Gold, que lhes entrega uma 9mm. Vhaerun reporta tudo à sua mestre e eles são teleportados para as ruínas. Lá, o grupo se divide: o senhor Gold segue por um lado e os outros seguem os instintos de Liliana indo para o outro. Vhaerun consegue evitar os alarmes graças à percepção do grupo e eles encontram um guarda armado com uma Uzi. Vhaerun usa sua rapidez, imobiliza o guarda com um mata-leão e confisca a Uzi, um cartão eletrônico, um walkie-talkie e uma carteira com mil dólares e documentos em nome de Alan Senior, da corporação Vanir.

Orientados pela experiência de Chrovax, eles escolhem um caminho seguro e chegam a um elevador. Usando o cartão, descem ao andar mais profundo e entram em uma sala com runas de Odin e um caixão central. Vhaerun se aproxima furtivamente. Um homem albino, de terno e chapéu, aborda os companheiros com propostas ilusórias de imortalidade. Ninguém cede à sedução, mesmo após ele quebrar e curar o braço de Liliana. Falhando em recrutá-los, o homem toca no caixão ao notar a aproximação de Chrovax, ativando o ritual.

O combate começa. Vhaerun dispara dois tiros de Uzi no peito do homem de terno, mas ele sobrevive por meio de poderes sobrenaturais e liberta a entidade do caixão. Liliana nota que o homem usa um anel vermelho, possivelmente a fonte de sua resistência sobrenatural, e avança contra ele. Vhaerun percebe que pode causar uma explosão ao atirar em um certo lugar com materiais inflamáveis. Temendo ferir os aliados, mas diante do cenário desesperador, ele decide arriscar. A explosão atinge em cheio a criatura e reduz o homem de terno a polpa.

Seus companheiros conseguem recuar, mas Vhaerun percebeu que a criatura que na teoria era a que deveria ter se ferrado mais com a explosão, não tinha se prejudicado tanto assim. Então em um ato de coragem imprudente para trazer honra ao nome de sua mestre e para salvar a cidade do futuro tenebroso, com sua rapidez ele toma a adaga de Chrovax e volta para atacar a criatura. A criatura se esquiva e o golpeia brutalmente. Ferido, 

Vhaerun faz uma última tentativa desesperada e consegue cravar a adaga no peito da entidade. Sem tempo para recuperar a arma, ele foge usando sua rapidez antes que as ruínas desabem, conseguindo escapar por pouco da morte. Fora do túnel, encontram carros da ordem do senhor Gold. 

Vhaerun é levado a uma idosa que lhe serve um chá curativo, ele agradece e depois de se recuperar um pouco ele relata o que aconteceu para sua senhora, que ordena que ele vá à capela para se recuperar e explicar os detalhes.


Resumo da Ultima seção.

Após os eventos da seção anterior em que Chrovax se reuniu com Vhaerun Morgath em seu apartamento e discutiram sobre os eventos na cidade, o livro e a adaga...

Vitoria encontra Vhaerun e o acusa de ter "o sangue corrompido". Revela que ela é de uma linhagem de Djins e que podem realizar os sonhos de mortais. Se queixa de estar fraca e pede por sangue vivo, pedindo a Chrovax seu sangue. Ao beber de Chrovax, ele cai em sono profundo e desperta de volta a cidade que ele fundou (AlMedina)...

Vitoria revela a Vhaerun Morgath que conhece a sociedade sobrenatural da cidade e a senhora dele.

Trazido de volta de Almedina, Vitoria se despede dos dois e retorna para sua família.

Liliana tem mais um sonho com a entidade dos sonhos, que se recusa a dizer seu nome, mas oferece ajuda e mascara a presença de Liliana, e aconselha à ela a se refugiar em uma igreja o mais rápido possível, ele revela que os responsáveis pela morte dos pais de Liliana estão vindo para emboscar ela no prédio, e Liliana parte imediatamente. Já na igreja a entidade se revela ser Ahela. Ahela revela que esteve em  contato com outros seres que também estão lutando para salvar a cidade. Revela que alguém esta usando o caos como distração, um mortal que deseja o poder da serva de Surtur, e que esse mortal vai tentar alcançar a imortalidade. Esse mortal faria parte de uma sociedade secreta que controla a sociedade, e que eles seriam conhecidos por vários nomes, entre eles Illuminati.

Além desse mortal, haveria a interferência de outro mago...

Ahela realiza um ritual para despertar poderes temporários de lupino em Liliana, e informa onde ela pode encontrar os aliados que irão ajuda-la.

Liliana encontra Vhaerun e Chrovax, embora haja uma mutua desconfiança, os três revelam suas afiliações. Liliana e Vhaerun servem a vampiras conhecidas um do outro e parte da sociedade sobrenatural que controla a cidade. Revelam o que descobriram sobre os eventos na cidade estarem interligados a um ritual de invocação de uma "deusa menor" nórdica.

Surge Mister Gold, afirmando que o tempo acabou! que os três precisam agir imediatamente ou será tarde de mais. Relutantemente o trio aceita a missão e partem com M Gold para as escavações de uma antiga vila nórdica na cidade, datada de uma era pré-colonial. Em quanto Gold elimina capangas para permitir ao grupo chegar ao local do altar, o grupo invade as escavações. Encontram o antigo altar, guardado pelo "mortal", que lhes oferece dinheiro, poder, imortalidade e ate a ressureição dos mortos...

Por fim ele finaliza o ritual e desperta a entidade Herja. O imortal se mostra invulnerável e Morgath decide explodir o tanque de um maquinário na esperança que a explosão pudesse ferir os dois. 

Mais do que isso, a explosão derruba as escavações, soterrando mortal e entidade. Antes de sair Morgath crava o punhal nas costas da entidade.

Ao saírem, o grupo é achado pelos associados de M Gold, que os levam para uma das casas dos relojoeiros, e a madame XXX (nome da maga), uma curandeira.

Após cuidados iniciais, o grupo se divide. Morgath retorna ao refugio de sua mestra, Chrovax e Liliana retornam ao apartamento de Chrovax.



1x11 - Assuntos Inacabados parte 1 

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Resumo Vhaerun

Parte da Liliana

Liliana sai da casa do senhor Chrovax e vai se encontrar com a senhora Summers. Ela desce para o seu carro, mas percebe que ele não dá partida; então, liga para sua senhora, mas quem atende é o Rafael. Liliana explica a situação e ele vai buscá-la. Após Rafael chegar, ela entra no carro e vai explicando melhor o que aconteceu. 

Ele, então, a leva à casa da senhorita Franchesca, pois sua senhora estava lá.

Depois disso, Liliana procura algo para comer e conversa com Aurelius. Passado um tempo, Vhaerun chega à casa e conversa um pouco com ela. Em seguida, Liliana é chamada por sua senhora para conversarem sobre o que aconteceu; falam sobre a ordem secreta que ajudou nas ruínas. 

Sua senhora diz que iria cooperar com eles e com os Djins para que os carniçais e funcionários escavassem as ruínas em busca dos artefatos, enquanto eles atacariam o mago no dia seguinte. Elas conversam sobre mais algumas coisas e depois se despedem.

Ao acordar, Liliana conversa com Rafael. Ele diz que pretendem procurar os artefatos e também buscar o paradeiro do integrante da ordem secreta dos Illuminati que estava nos destroços. 

Liliana questiona se estão monitorando o mago e Rafael responde que a senhora Summers monitora algumas pessoas através de terceiros, e provavelmente o mago é uma delas. Após essa conversa, Liliana pega uma carona com Rafael para recuperar sua moto.

Parte do Vhaerun

Vhaerun chega à casa de sua senhora cheio de fome e vício por sangue, já que estava bem enfraquecido e com sede de vitae. Ao ficar diante dela e cumprimentá-la, pede que ela lhe dê sangue. 

Após tomar duas taças e se recuperar, ele começa a contar tudo o que aconteceu: desde os fatos na casa do senhor Chrovax até os incidentes na ruína e como quase morreu, mas, felizmente, conseguiu sobreviver e concluir a missão.

Após o relato, a senhora chama Vhaerun e o outro carniçal para irem à mansão da senhora Franchesca, onde ela teria uma reunião com outros vampiros. Lá, Vhaerun vai até a cozinha comer, encontra Liliana e trocam algumas palavras. 

Depois disso, Liliana sai para falar com sua senhora e Vhaerun volta a falar com a dele, passando informações que havia esquecido: uma sobre a organização Vanir e outra sobre o convite de Elias para uma reunião.

Sua senhora também lhe dá informações sobre os passos dos vampiros no dia seguinte: tentariam recuperar os artefatos das ruínas, principalmente a adaga e o anel. 

Vhaerun diz que pretende ajudar nas buscas, mas pede a opinião dela sobre o convite do senhor Elias; se ela achasse proveitoso, ele iria lá em vez de voltar às ruínas. Sua senhora diz que não há necessidade de ele ir se achar que correrá risco, e que ele pode ajudar nas ruínas se quiser, mas não haveria problema se não fosse. 

Depois disso, ele pede mais sangue, já que se recuperou do ferimento agravado e precisou repor o estoque; sua senhora lhe dá mais. 

Ele agradece, despede-se e vai dormir. Ao acordar, conversa com o carniçal de sua senhora, que pergunta se há algum lugar onde ele queira ir; Vhaerun diz que gostaria de ir ao museu falar com a proprietária, que possui um dos livros que ele pretende comprar.

Parte do Chrovax

O senhor Chrovax fala com seu contato que tem informações sobre o sobrenatural e marca um encontro para as 8 da manhã. Após isso, ele vai à sua biblioteca pesquisar sobre o que ocorreu nas ruínas.

Ele descobre que Surtur é o último dos gigantes antigos. Continuando a pesquisa, descobre que um monge, através da fé, abençoou a adaga que servia para golpear esse tipo de criatura maligna; segundo a lenda, um herói usou essa adaga para matar um demônio.

A lenda diz ainda que aqueles que fizerem um pacto para libertar Surtur e tiverem sua runa ficam imunes a vários tipos de dano; aparentemente, o Illuminati usou essa runa no anel. 

Enquanto pesquisava, o senhor Chrovax adormeceu e uma voz falou com ele no mundo dos sonhos. Ele diz que seu nome é Aelar, o último dos elfos, e consegue acessar esse mundo. A criatura diz que falam sobre Chrovax no mundo dos sonhos — que acreditam que ele veio de outros mundos, o que ele confirma. 

Chrovax pergunta sobre os Djins e se são confiáveis; o elfo diz que depende, pois não confia tanto em "sanguessugas" de forma geral, mas que dá para fazer negócios com eles.

Ao acordar, Chrovax recebe seu contato da polícia em casa. O homem fala sobre a Blackwater, uma corporação tecnológica criada por um empresário ex-militar. Existe uma teoria de que nem o governo americano nem o deep state sabem o que ocorre nessa corporação, e que eles podem saber mais que o próprio governo, pois possuem ex-membros de elite da CIA, NSA e Exército que se aposentaram ou foram abandonados. A Aesir (senhores da guerra) desenvolve remédios, enquanto a Vanir (senhores da natureza) é uma empresa de segurança; parece que têm o mesmo dono.

O senhor Chrovax pergunta ao contato se ele conhece algo sobre o farmacêutico tio da Djin. O contato fica responsável por buscar essas informações, assim como qualquer outra que possa ser útil.


Resumo Chrovax

Após os eventos da ultima seção, onde o grupo se reuniu e invadiu as ruinas...

O grupo novamente se dividiu:

Liliana é levada por Raphael ate o novo refúgio da sua senhora, mas antes pega o contato (telefone) do Chrovax. 

No caminho conta a Raphael sobre os eventos antes dos três se reunirem, sobre como Liliana foi rastreada e precisou se refugiar em uma igreja. 

Raphael conta que aliados foram atacados e estão operando a partir da mansão de Franchesca. 

Vhaerun retorna para sua senhora pedindo por sangue, que o serve em uma taça de prata, cena de desespero de fome. 

Vhaerun conta sobre Vitoria (djin), sobre a ameaça de uma guerra que está por vir. 

Conta sobre o M Goold, sobre os Illuminattis e o confronto com Herja... 

Ele insiste que tentou dar orgulho a sua senhora. Em seguida, Vhaerun e Franchesca se reúnem aos outros vampiros e carniçais da aliança para discutir os próximos passos.

Liliana se reúne com sua senhora Kat e revela sobre os eventos da noite anterior, sobre a reunião com o grupo e a aparição de M Goold, sobre o ataque as ruinas e a invocação da entidade (Herja), o combate contra o mago, e o "sequestro" dos relojoeiros aos grupo. 

Por um breve momento Kat se enfurece achando que foi enganada pelos relojoeiros, mas as informações passadas por Vhaerun corroboram o apoio dos Relojoeiros ao grupo e Liliana confirma que o sequestro poderia ser uma falha de comunicação. Liliana revela os registros que ele fez da batalha. Discutem sobre a utilização da magia nórdica das ruinas em beneficio próprio, ou a utilização do poder de Herja ou o anel do mago... 

Mas é dissuadida por sua senhora. Discutem o ataque o ataque ao mago (lupino), o esconderijo de Ahela e a runa dele. Falam sobre relatórios do governo e os relatórios escritos por um "membro do esgoto", e sobre um individuo relacionado a nova ordem mundial.

Vhaerun conversa com sua senhora sobre o mago / traficante de drogas (Lupino) e sobre o ataque ao refúgio do Lupino. Conversam tambem sobre Elias e a ordem secreta de satanistas, e sobre a corporação Vanir.

Em quanto isso, Chrovax pede para se encontrar com Jefreey na manhã seguinte, passa o restante da noite estudando sobre a relação dos vikings e as ruinas na cidade, mitos e lendas locais e escandinavos, tentando relacionar os mitos com um possivel processo de construção dos artefatos/feitos mágicos que testemunhou (o caixão de selamento, o despertar da entidade, a invunerabilidade do mago, a potencia da adaga...) 

Adormece em meio a pesquisa e se encontra com Ahela, o ultimo dos elfos daquele mundo. 

Embora sético, Ahela aceita que TALVEZ Chrovax seja o que ele diz ser. 

Afirma que no mundo dos sonhos a fama do mago começa a se expalhar e lhe oferece sua mágia para a proteção do mago, e sugere que os dois se encontrem no plano fisico (a igreja). 

De manhã Chrovax se encontra com Jefreey e revela a ele uma parte do ocorrido, a conexão dos grupos investigados por ele à pedido do mago (Escritório Aesir de segurança privada, e Corporação Vanir de desenvolvimento farmacêuticos), e a ligação com diferentes grupos na cidade... 

Cético Jefreey debocha das afirmações do mago, mas admite que existe algo real por de tras daquilo e concorda em envestigar mais... 

Chrovax entrega a Jefreey o telefone do tio de Vitoria, afirmando que ele e a sobrinha estavam envolvidos com o surto de drogados, embora fossem provavelmente vitimas no lugar errado, na hora errada, e que ele pretendia se encontrar com ele (o tio da Vitoria) em breve e precisaria do maximo de informaçoes sobre ele a familia.


Resumo Liliana 

Apartamento de Chrovax 

Chrovax e Liliana foram levados para o apartamento dele. 

Quando chegaram, Chrovax ofereceu residência para ela caso ela quisesse ficar ali. 

Ela agradeceu e respondeu que iria ver depois, mas que precisava acertar algumas coisas por agora.

Quando ela saiu, seu carro não ligava. Enquanto esperava o carro aquecer ela ligou para Rafael para saber como as coisas estavam. 

Rafael explicou que eles ainda não tinham feito nada e perguntou se ela iria até onde lá, Liliana explicou que o carro parecia não estar ligando pelo frio e ele foi buscar ela.

Enquanto esperava Rafael busca-la, ela ficou na recepção conversando com o porteiro Jesus. 

De lá, eles foram para a mansão de Franceska (na ilha de mansões que só é possível chegar apertando um botão). 

Rafael pegou a chave do carro e disse que iria chamar um mecânico para ela. Assim que chegaram, eles foram para a cozinha de funcionários comer e encontraram pelo caminho Aurelius judiando de um velhinho numa relação que muito parecia homoerótica.

Havia na cozinha um mordomo tipo Alfred pegando garrafas antigas de uma adega que muito provavelmente eram de sangue.

Capela Tremere

Morgath foi para a casa Tremere conversar com sua regente. 

Quando ela lhe viu, ela pediu para ele explicar o que havia acontecido que ele parecia tão esfarrapado. Ele contou como precisou se esforçar para voltar vivo e estava praticamente sem sangue, então ela colocou sangue em um cálice, que ele pegou de suas mãos e bebeu todo o sangue da taça.

Ela perguntou o que aconteceu e ele contou a estória toda de Herja. 

Após passar os detalhes dos acontecimentos nas ruínas, eles partiram também para a mansão da Franceska, onde encontrou Liliana.

Após o fim da reunião dos vampiros

Liliana fez reunião com Kathy que disse que eles se aliaram a outras linhagens e espécies e por isso fariam o ataque só no outro dia.

Morgath faz reunião com a tremere, ela lhe contou de Jack Lupino, do ataque no dia seguinte e sobre a batida nas ruínas. Eles conversaram sobre rituais e a adaga e ele perguntou da corporação Vanir.

Apartamento de Chrovax

Novamente no apartamento de Chrovax, apesar de já ser de madrugada ele resolveu ligar para Jeffrey, o policial de bolso dele, que acordou meio desnorteado e um pouco injuriado por ser acordado num horário já tão avançado. 

Chrovax contou sobre o contato que teve nas ruínas e como precisavam dar um jeito de explorar o que tinha lá, sem querer falar muito sobre o que aconteceu pelo telefone, eles ficaram de se encontrar na hora do café. 

Quando desligou o telefone, Chrovax começou a pesquisar no Google por mais detalhes das ruínas e descobriu que se tratava de uma colônia nórdica de 800 anos atrás, resquício dos primeiros contatos dos povos vikings com o continente americano. 

Muito do que encontrou estava relacionado a guerra do Ragnarok e sobre como que selaram uma aliada dos gigantes "além do mundo conhecido", o que ele associou como sendo outro continente. 

De acordo com os textos, o último dos gigantes seria Sultr.

Porém, ele também encontrou textos sobre um ritual de runas que deveriam estar presas ao corpo de um servo, aquele que usasse isso não seria acometido por nenhum mal se usasse um item com isso.

Ao pesquisar mais sobre as origens, ele viu sobre um monge cristão que era considerado um e santo usava uma adaga, um entre os mesmos monges que falavam com nórdicos e vendiam contos para a Europa. 

Esse no caso parecia acreditar mesmo nas estórias que contava e nessa adaga em específico, ele próprio quem abençoou a adaga que foi usada por um herói local e foi guardada no monastério que ficava na Dinamarca até ser pega pelos contrabandistas.

Haviam mais menções dos seres com ponto fraco: armas de Santos ou com poder divino ou forjadas com poderes divinos.

Um ser semelhante a um elfo apareceu para ele num local estranho que lhe disse estarem no mundo dos sonhos. 

Chrovax perguntou ao “elfo” se foi ele quem manipulou para a adaga chegar até ele e o cara disse que o “Destino ajudou”. 

Ele se apresentou como o último dos elfos e que era capaz de acessar o mundo dos sonhos, ele agradeceu pela ajuda e deu a Chrovax como agradecimento um presente, um sigilo capaz de impedir qualquer ser sobrenatural de rastreá-lo. 

Chrovax aproveitando da oportunidade perguntou ao ser mágico sobre os djinns e a moça que havia conhecido mais cedo.

Pela manhã, Chrovax tomou café com Jeffrey que lhe explicou sobre a corporação Vanir e disse que ela estava associada ao deep state e a black water. Ela na verdade era composta de duas divisões:

Aesir, que desenvolve medicamentos;

Vanir, mercenários.


1x12 - Assuntos Inacabados parte 2

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Resumo Lilliana


Mansão de Franceska

Já de manhã, Liliana seguiu para tomar café. Chegando lá, além das figuras estranhas de sempre haviam um novo homem tomando café.

Ela e Rafael conversaram sobre alguns detalhes recentes incluindo a mansão onde parecia ter alguns suicídios recentes que ela suspeitava de algo sobrenatural. O homem estranho que devia ter algum tipo de ascendência árabe até fez uns comentários pela manhã principalmente quando o assunto se direcionou para fantasmas, mas ele parecia ser bem extremista.

Ela e Rafael saíram de lá para pegar sua moto e lidar com algumas coisas, mas no caminho ele sugeriu que passassem na Igreja do Elfo, já que ela havia comentado do quão incomum era os “lobisomens” terem atacado em terreno que parecia ser tocado pela fé.

Chegando no local, Liliana viu um cara na igreja com olhos animalescos, aparência atraente e uma aura sombria. Aplicando a técnica que ela descobriu na noite anterior, ao olhar ele de canto de olho apareceu algo como uma aréola em sua cabeça, deixando o ser ainda mais intrigante.

Ela deixou Rafael em um dos bancos e seguiu para o confessionário. Aelar já dentro como se a esperasse, disse que esse cara excêntrico ajudou ele e que ela não deveria se preocupar com ele, porém o homem de preto da noite anterior ainda estava vivo.

Aelar explicou que Petrelli fez algum tipo de feitiçaria para pegar os itens do homem de preto, ela tentaria buscar vingança ou tomar o lugar dele, seu objetivo era destruir os Relojoeiros. 

Ele explicou um pouco do poder dele e do cara de preto que seria um tipo um vampiro. 

Apesar dos vampiros não terem contado para ela, eles já haviam realizado um ataque a Lupino porém ele ainda estaria vivo.

Ele diz que ele acredita na dívida o homem de preto e para ela levar ele na igreja inconsciente para negociarem lá.

Apartamento de Chrovax

Chrovax terminou a conversa com o Jeffrey. O interfone tocou quando ele estava se arrumando para sair, era da portaria dizendo que ele tinha visitas, algum membro dos relojoeiros estava lá para visita-lo.

Era a velhinha do chá, ela o convidou para fazer parte da associação e entrar na ordem. Chrovax respondeu que estava relutante, mas ela disse que as portas estavam abertas e lhe deu um cartão. Se ele quisesse, ele poderia ir na associação para conversarem.

Assim que se despediram e ele chamou o motorista de sempre e partiu para a igreja que o ser dos sonhos havia falado na noite anterior.

Mansão da Franceska

Morgath chegou a área do café um pouco após Liliana partir. Lá ele conheceu o árabe chamado de Arlinzur. Sabendo das novas alianças, morgath perguntou se ele seria um parente de Victory, que o homem respondeu com outra pergunta, ele queria saber onde ela estava. Não ficou muito claro se eles eram parentes ou até da mesma espécie, apesar de parecer que sim. 

Eles conversaram por um tempo até que deu seu horário de sair e seguir para o museu. Lá Morgath foi direcionado para Valeria Stone a dona de um dos livros. Ele negociou o livro e quando perguntou se ela teria outros itens além daquele apareceu um homem estranho que parecia saber que ele era um carniçal portando uma gema estranha. A mulher disse que era uma gema para purificar o sobrenatural e amplificar poderes, mas que poderia também anular um único poder para quem soubesse o ritual correto, uma vez usada ela se desintegraria.

Quando perguntou o preço, o homem disse que era algo sem valor, porém ele queria 500 doletas e um favor em troca. Morgath sem saber direito com quem falava ou o que poderia ser o preço, pediu para ele determinar que favor que ele precisava, mas o homem disse que só diria depois. Sem saber se aquilo era verdade ou não, quem seria a pessoa e o preço para algo que nas próprias palavras deles era sem valor, ele recusou.

Igreja de Aelar

Aelar explicou que ele o homem exótico juntos conseguiram enfrentar os invasores o que Liliana estranhou pois sabiam pelas histórias que já tinham ouvido seriam seres bem poderosos. Ele disse que na igreja eles estavam mais fracos a ponto dos dois conseguirem enfrenta-los, ela perguntou se eles descobriram algo deles e Aelar disse que eles não deixaram nada a não ser um carro para trás.

Aelar levou ela e Rafael até o carro dos aparentemente falecidos e começaram a vasculhar. Lá haviam alguns documentos e uma Uzi. Dentre eles haviam 4 identidades mais o documento do carro no nome da Fundação Crystal Lake que ficava numa cidadezinha do condado de mesmo nome Crystal Lake. Parecia que eles vieram de um acampamento de lá.

Quando Chrovax chegou na igreja ele foi falar com o padre Aelar e também viu o homem estranho.

Aelar que se apresentou como o último elfo puro capaz de acessar os sonhos, explicou que seguidores de Sultr e Nir atacaram sua espécie. Ele disse que já teve outras vidas mas que ainda existiam mestiços.

Chrovax falou dos relojoeiros e perguntou se o elfo sabia onde Petrelli estava quando o sacerdote explicou que tinha o poder de enxergar coisas que aconteciam ao longe e que viu o que ela tramava. O elfo não respondeu fugindo da pergunta, deixando ele com suspeitas.

Chrovax disse que iria avisar os relojoeiros.

Vhaerun foi vistar o terceiro homem, aquele cara que recebeu o livro de herança. Lá havia ainda outro livro que lhe chamou a atenção: Conteúdos mortais. Um tomo que falava de seres que podiam mudar de forma e de tamanho e seriam inimigos dos deuses.



Resumo Valéria


Parte da Liliana


Ela toma café com Rafael e alguns outros carniçais; um dos seres presentes ela não conhece. Ela o cumprimenta e depois continua conversando com Rafael sobre vários assuntos: a mansão abandonada, os feiticeiros, as ruínas, a adaga, o poder da fé e a igreja. Esse assunto da fé e da igreja desperta a curiosidade de Rafael, que pede para ir até lá. Ao chegarem e entrarem, veem dois homens. Um deles é o elfo em sua forma de padre; ela vai até ele e conversa. Liliana percebe que o outro ser na igreja tem uma auréola e comenta com o elfo, que diz para ela não se preocupar com o visitante.


 O elfo revela que teve que ceifar as vidas dos parentes da Liliana no dia anterior, quando eles invadiram a igreja atrás do rastro dela, e menciona que o visitante exótico o ajudou. Depois disso, o elfo informa que talvez a feiticeira Petreli tenha usado seus poderes para recuperar os itens das ruínas e que o homem misterioso pode ter sobrevivido lá; se ele fosse resgatado, poderia se tornar um aliado para derrotar Petreli, já que ela roubou seu anel e o abandonou. Ele também fala que os vampiros falharam em matar o mago e que Petreli atacará os feiticeiros, sendo este um bom momento para acabar com ele já que ele estava ficando com a Petreli e ficaria sozinho quando ela fosse atacar os relojoeiros.


 Após examinar o carro e os documentos que encontrou lá, Liliana acredita que os parentes que atacaram vieram de Crystal Lake, uma pequena comunidade conhecida pelos acampamentos de férias. Nos documentos, ela descobre sobre a Fundação Crystal Lake. Depois disso, ela fala com Rafael sobre as ruínas; ele sugere salvar o homem e ir lá recuperar os itens, mas Liliana o corrige, dizendo que os itens já foram pegos por Petreli.


​Parte do Chrovax


 Uma senhora que trabalha com os relojoeiros tenta falar com o senhor Chrovax. Ele a atende, e ela diz que tem notado sua busca pelo sobrenatural, convidando-o para se juntar à Ordem dos Relojoeiros. Ele recusa gentilmente, dizendo que não seria bom fazer parte da Ordem, pois ele chama muita atenção. Ela responde que ele será bem-vindo para aparecer por lá e estudar com eles.


 Chrovax chega à igreja e encontra o elfo. Ele o questiona sobre fazer parte da igreja, já que eles caçam criaturas sobrenaturais; o elfo responde que sua espécie foi eliminada por Surtur e Ymir, e não pela igreja. Depois disso, conversam sobre Petreli, que roubou os itens das ruínas; aparentemente, ela está por trás da criação da droga e um de seus objetivos é se vingar dos relojoeiros. Ele pergunta como o elfo sabe dessas informações, e este descreve seu poder, que Chrovax interpreta como sendo uma projeção astral.


 Em seguida, conversam sobre o homem das ruínas e sobre a fonte de seu poder não ser apenas o anel, aparentemente ele tem uma força física maior que os humanos normais. Depois dessa conversa, Chrovax sugere que ele informe os relojoeiros sobre o ataque da Petreli, já que eles são os maiores interessados, pois serão atacados por ela. Chrovax fica sabendo que o Lupino é o maior distribuidor da droga que ela produz, mas ela também possui outros parceiros. Após a conversa, o senhor Chrovax se despede e vai em direção à sede dos relojoeiros para avisá-los.


​Parte do Vhaerun


 Ele conversa com o árabe chamado Arlinzur durante o café e especula que ele seja parente da Vitória, provavelmente o tio. Ele conversa com ele e confirma o parentesco. Vhaerun o trata cordialmente; Arlinzur surpreende-se com o tratamento e o elogia por não desconfiar dele, perguntando também sobre Vitória, mas Vhaerun não sabe responder. Após terminar o café, ele vai ao museu falar com a senhorita Valeria Stone sobre o livro que pretende comprar.


 Ao chegar, o museu está interditado, mas ele usa o interfone e consegue falar com ela, que o recebe e lhe vende o livro. Ela sugere fazer negócios futuramente; Vhaerun se interessa e pergunta se ela tem outro livro ou objeto. Ela lhe mostra uma pedra com um poder relacionado à purificação e amplificação de poderes sobrenaturais. Vhaerun não entende muito bem para que serve, mas tenta comprar. Ela diz que vende por 500 dólares e um favor; ele pergunta qual seria o favor, mas ela não revela. Ele agradece, mas diz que não pode aceitar o item sem saber as condições.


 Depois, ele vai à casa do homem que herdou o livro do pai. O homem o recebe e permite que ele olhe os livros, mas sem possibilidade de compra. Vhaerun agradece e analisa o livro, gravando as informações na memória e fazendo um relatório, além de tirar uma foto para mandar à sua senhora. Outro livro chama sua atenção: este fala sobre gigantes do gelo que habitam entre os mortais; eles começaram com Ymir e podem atingir qualquer tamanho, podendo aumentar ou diminuir de tamanho, sendo servos de Surtur, inimigos dos deuses e vulneráveis ao fogo. Após olhar os livros, ele agradece ao homem e vai em direção à mansão da senhora Franchesca.



Resumo Chorvax

Após os eventos da ultima seção, onde o grupo se reuniu e invadiu as ruinas...

O grupo novamente se dividiu:

Liliana é levada por Raphael ate o novo refúgio da sua senhora, mas antes pega o contato (telefone) do Chrovax. No caminho conta a Raphael sobre os eventos antes dos três se reunirem, sobre como Liliana foi rastreada e precisou se refugiar em uma igreja. Raphael conta que aliados foram atacados e estão operando a partir da mansão de Franchesca. 

Vhaerun retorna para sua senhora pedindo por sangue, que o serve em uma taça de prata, cena de desespero de fome. Vhaerun conta sobre Vitoria (djin), sobre a ameaça de uma guerra que está por vir. Conta sobre o M Goold, sobre os Illuminattis e o confronto com Herja... Ele insiste que tentou dar orgulho a sua senhora. Em seguida, Vhaerun e Franchesca se reúnem aos outros vampiros e carniçais da aliança para discutir os próximos passos.

Liliana se reúne com sua senhora Kat e revela sobre os eventos da noite anterior, sobre a reunião com o grupo e a aparição de M Goold, sobre o ataque as ruinas e a invocação da entidade (Herja), o combate contra o mago, e o "sequestro" dos relojoeiros aos grupo. Por um breve momento Kat se enfurece achando que foi enganada pelos relojoeiros, mas as informações passadas por Vhaerun corroboram o apoio dos Relojoeiros ao grupo e Liliana confirma que o sequestro poderia ser uma falha de comunicação. Liliana revela os registros que ele fez da batalha. Discutem sobre a utilização da magia nórdica das ruinas em beneficio próprio, ou a utilização do poder de Herja ou o anel do mago... Mas é dissuadida por sua senhora. Discutem o ataque o ataque ao mago (lupino), o esconderijo de Ahela e a runa dele. Falam sobre relatórios do governo e os relatórios escritos por um "membro do esgoto", e sobre um individuo relacionado a nova ordem mundial.

Vhaerun conversa com sua senhora sobre o mago / traficante de drogas (Lupino) e sobre o ataque ao refúgio do Lupino. Conversam tambem sobre Elias e a ordem secreta de satanistas, e sobre a corporação Vanir.

Em quanto isso, Chrovax pede para se encontrar com Jefreey na manhã seguinte, passa o restante da noite estudando sobre a relação dos vikings e as ruinas na cidade, mitos e lendas locais e escandinavos, tentando relacionar os mitos com um possivel processo de construção dos artefatos/feitos mágicos que testemunhou (o caixão de selamento, o despertar da entidade, a invunerabilidade do mago, a potencia da adaga...) Adormece em meio a pesquisa e se encontra com Ahela, o ultimo dos elfos daquele mundo. Embora sético, Ahela aceita que TALVEZ Chrovax seja o que ele diz ser. Afirma que no mundo dos sonhos a fama do mago começa a se expalhar e lhe oferece sua mágia para a proteção do mago, e sugere que os dois se encontrem no plano fisico (a igreja). De manhã Chrovax se encontra com Jefreey e revela a ele uma parte do ocorrido, a conexão dos grupos investigados por ele à pedido do mago (Escritório Aesir de segurança privada, e Corporação Vanir de desenvolvimento farmacêuticos), e a ligação com diferentes grupos na cidade... Sético Jefreey debocha das afirmações do mago, mas admite que existe algo real por de tras daquilo e concorda em envestigar mais... Chrovax entrega a Jefreey o telefone do tio de Vitoria, afirmando que ele e a sobrinha estavam envolvidos com o surto de drogados, embora fossem provavelmente vitimas no lugar errado, na hora errada, e que ele pretendia se encontrar com ele (o tio da Vitoria) em breve e precisaria do maximo de informaçoes sobre ele a familia.


1x13 - Assuntos Inacabados parte 3

Liliama, Chorvax e Vaerum ganharam 3xp

Liliana e Vaerum ganharam 2xp pelo resumo 


Resumo Liliana 

O resumo de mortais

Rúinas do sítio arqueológico

Estava nevando forte novamente. 

Um pouco antes de Rafael e Liliana chegarem ao local, ele entregou para ela uma carta de sua mentora, uma que ela deveria destruir depois de ler. 

Pelo que Kathy havia descoberto com os relojoeiros, aqueles lobisomens que Liliana viu, não eram os mesmos lobisomens da família dela, aqueles eram “amaldiçoados”, seres que não se controlavam e não eram tão fortes. 

Eles poderiam estar usando eles para caçar ela.

Assim que ela terminou de ler, eles chegaram ao seu destino. 

Ela não falou nada do conteúdo da carta para Rafael, somente dobrou e assim que eles desceram, jogou num tonel com fogo ali do lado. 

Os relojoeiros estavam fazendo as buscas auxiliados por equipamento pesado, havia inclusive um cara fazendo buscas com drone e ambulâncias disponíveis. Pelo que era perceptível demoraria ainda muito tempo para conseguirem tirar qualquer coisa dali.

Conforme o dia foi passando, eles acompanharam os esforços e pela demora era quase certo o risco que o homem corria. 

Isso se seguiu até que Liliana viu carros estranhos se aproximarem deles ao longe. 

Ela conseguiu perceber que todos os carros pareciam modificados e nenhum deles tinha placa e prontamente avisou aquilo para Rafael que se encarregou de falar com os outros para se prepararem.

Quando os 5 furgões estranhos chegaram, ela se escondeu atrás do bloco de um carro próximo e preparou sua soqueira de prata. 

Homens de terno preto saíram dos veículos e foram recebidos pelos relojoeiros, eles se apresentaram como integrantes do Departamento de defesa e resgate de emergência. 

Percebendo a conversa estranha que aqueles caras tinham e de como suas roupas se assemelhavam aos trajes que o homem de preto da noite anterior usava começou a desconfiar de tudo.

Ela contornou de forma furtiva o site e os carros até que se aproximou deles pelo outro lado. Lá, ela pode ver os caras sacando armas de ficção cientifica do fundo dos furgões e prontamente mandou uma mensagem para Rafael escrita somente: Emboscada. 

Após um tempo ele consultou seu celular, vendo a mensagem ele pediu um momento para os caras e levou os relojoeiros para trás.

Ela conseguiu se posicionar para registrar o que estava acontecendo e mandou uma nova mensagem com foto do que estava acontecendo ali apesar de sair meio falhada. 

Porém, antes de que tivessem chance de fazer qualquer coisa, os homens simplesmente abriram fogo contra os presentes.

Começou um tiroteio e as armas deles eram muito fortes. 

Não só elas, um dos caras tomou um tiro no corpo e nada aconteceu, parecia que suas roupas eram a prova de balas. 

Ele só foi lançado para trás e se levantou como se não fosse nada.

Vendo o que tinha em volta, Liliana decidiu correr até uma máquina que estava perto. 

Escapando dos tiros sendo lançados a torto e a direito ela pulou numa retroescavadeira, inclusive batendo com tudo se machucando. 

Ela acelerou de cabeça abaixada para se proteger dos tiros que continuavam, travou o volante e colocou uma pedra no acelerador. 

Ela jogou a retroescavadeira em cima dos carros dos caras e pulou de lá, destruindo furgões e explodindo as coisas pelo caminho.

Ela aproveitou a confusão para tentar golpear os homens de preto sem que pudessem responder. 

Ela se aproximou de um dos homens perto de um furgão por trás e golpeou ele na nuca com sua soqueira o apagando com um único golpe, mas antes que pudesse se esconder um outro homem a viu.

Antes que ele tivesse tempo de atirar, ela correu para o mato morro abaixo. 

Ela fez uma armadilha com o objetivo de fazer o cara olhar para um lado para que pudesse atacar pelo outro lado. 

O homem desceu procurando por ela e antes dela conseguir acertar seu golpe, ele a viu, fazendo com que seu golpe o acertasse pela frente, quebrando seus dentes.

Mesmo machucado, ele conseguiu atirar uma vez contra ela. 

Ela se esquivou, e o tiro acertou uma arvore logo atrás dela a dividindo ao meio. 

Não perdendo tempo ela saltou emendando um segundo golpe. Dessa vez ele apagou de vez.

Quando o cara caiu, ela viu que ele tinha um negócio com timer no seu bolso. 

Ela pegou na mão e viu uma contagem regressiva já no 10, parecia um explosivo, rapidamente, ela jogou em baixo de outro carro que explodiu levando outros 2 junto. Agora, parecia uma zona de guerra.

Ela entrou em contato com Rafael, que explicou que os relojoeiros estavam caindo e eles precisavam recuar pois ele estava quase sozinho. 

Ela vestiu o blazer do homem, pegou sua arma e retornou de forma furtiva até onde ele estava. Mesmo sozinho parecia que ele já havia atingido 2 homens de preto na cabeça os matando de vez.

Eles conversaram e ela deixou a arma com ele que a convenceu a ajudar a encontrar o corpo para que pudessem ir embora. 

Ela foi até o cara dos drones ajudar e conseguiu ver o que parecia ser o cara dos escombros que ela pegou e jogou na traseira de uma ambulância onde haviam dois membros dos relojoeiros. 

Ela convenceu eles a seguir até perto da igreja da elfo que claramente ficaram abalados pela sua aparência e foram persuadidos a fazer o que ela queria.

Próximo a ilha dos ricos

Morgath estava retornando da sua última aquisição. Quando ele estava quase chegando na ponte ele viu algo estranho se aproximando. Ao olhar com mais atenção pareciam lobos do tamanho de ursos atrás deles. Eram lobisomens.

Ele falou com o outro carniçal, que estava dirigindo, e eles começaram um toró de ideias sobre como lidar com isso. 

O outro cara disse que ele via duas possibilidades: contornar e tentar outro caminho ou apertar o passo esperando que eles não fossem capazes de seguir eles.

Como Morgath não conseguia decidir o que fazer, eles foram se aproximando do limite da ponte e os lobisomens deles. 

Até que sem saída, o motorista decidiu que eles iriam pular a ponte. 

Eles apertaram os cintos e o cara pulou a ponte acelerando com tudo e apertou para subir ela de volta no meio do caminho, realizando praticamente um stunt de driver.

Sede dos Relojeiros

O velho Chrovax chegou nos relojeiros. Ao se aproximar do local, ele encontrou uma mulher em combate com eles. Ela parecia à prova de balas, eles atiravam e atiravam nela e nada acontecia enquanto ela avançava usando uma faca.

Ele tentou convencer o motorista a atropelar ela, mas ele parecia irredutível. 

Eles falavam e falavam, enquanto os relojoeiros morriam e eles discutiam se chamavam a polícia ou não. O velho falhou diversas vezes até que o motorista foi convencido.

O homem acelerou e eles atropelaram a mulher, pareceu que tinha acabado e Chrovax perdeu consciência logo em seguida. 

Quando ele acordou, a velhinha estava dando chazinho para ele, ela contou o que aconteceu enquanto ele estava desacordado. 

Ela achava que a mulher tinha morrido, mas na opinião dele, ela ainda deveria estar viva.

Eles iriam se realocar para o novo esconderijo e levariam o prisioneiro junto. 

Arredores da igreja de Aelar

Assim que eles pararam os dois homens estranharam o fato de não ter nada lá. Liliana disse que não precisavam se preocupar e fez o procedimento que o elfo disse para deixar o homem dormindo. 

Um dos dois até comentou a situação mas ambos logo dormiram.

Ela passou o motorista para o lado e assumiu a direção do veículo. O portão abriu quando ela chegou na igreja e ela levou a ambulância para o estacionamento. 

Ela saltou da ambulância e logo o elfo chegou.

Ele contou que a Petrelli havia ido resgatar o mago que eles tinham capturado e, portanto, deveria ser mais fácil de entrar na mente dele. 

Ela achou estranho isso pois achou que ele estivesse com ela e eles só poderiam tentar algo quando ela resolvesse atacar, uma nova informação do elfo que não parecia bater, o que já se mostrava comum até demais...

Sede dos Relojoeiros

A velhinha levou Chrovax para ver o motorista ferido. Eles entraram na parte de trás da ambulância junto do motorista e de lá ele pode ver um carro forte onde estavam colocando um homem todo coberto de restrições. 

A velhinha explicou que esse prisioneiro deles se tratava de um mago, alguém capaz de alterar a própria realidade e era dele de quem a mulher estava atrás. 

Chrovax, se lembrando da mulher que viu, disse que apesar dela ainda estar viva, pelo que ele sabia, as capacidades físicas dela não mudaram, os itens seriam puramente defensivos, então, ela poderia ser restringida se chegassem perto e velhinha logo passou isso de rádio a todos.

Durante o caminho, A velhinha explicou para ele que eles eram uma sociedade do oculto e que eles eram capazes de despertar os poderes daqueles com aptidão para tal, e poderiam fazer o mesmo com ele caso ele fosse um mago, assim como o prisioneiro. 

Chrovax explicou que poderia ter havido algum mal-entendido, pois, apesar de todas as suas memórias de vidas passadas, ele nunca havia sido capaz de fazer algo como o que ela contara, mas ela disse para ele não se preocupar, se ele tivesse a capacidade, eles seriam capazes de fazer. Ele só precisava querer.

O motorista acordou e eles decidiram dar mais oxigênio para que ele de alguma forma apagasse e logo depois eles deixaram ele num hospital. 

Chrovax pediu para deixarem ele dopado para que ele não falasse sobre o que viu. 

A velhinha até perguntou se ele gostaria que ela desse um de seus chás que fizesse ele esquecer, mas Chrovax queria ele mesmo conversar com o homem antes de que qualquer coisa fosse feita.

Igreja do elfo

Liliana abriu a parte de trás da ambulância e o elfo magicamente curou o homem todo ferido. 

Ele disse que não seria problema entrar nos sonhos dele, em seguida, pôs uma mão na cabeça e entrou em seus sonhos, enquanto sangrava pelo nariz. 

Ele explicou que haviam proteções psíquicas que foram adicionadas a mente do homem pelos illuminati, mas mesmo sendo difícil ele conseguiu obter muita coisa. Ele disse que foi possível ver que havia muita gente que ele conhecia e contatos capazes de encontrá-lo, ele iria leva-lo para outro lugar no mundo dos sonhos antes que pudessem chegar até eles.

Mas antes de sair ele contou melhor a relação dele com Petrelli e como ele convenceu ela.

Liliana sentou na direção novamente e quando estava guiando, os caras acordaram quando ela estava saindo com o carro pelo portão. 

Ela falou que eles precisavam ir para outro lugar pois em breve mais dos homens de preto iriam chegar ali, um dos homens disse para irem até a sede dos relojoeiros, mas ela explicou que estava tendo ataque na base deles nesse exato momento. 

Eles então passaram o endereço de um outro esconderijo mais recente deles em estúdio abandonado de cinema. 

Ela mandou mensagem para Rafael com os dados do local e explicou que já havia cuidado do outro homem.

Na ilha dos ricos

Morgath acordou machucado e sangrando. 

O motorista estava desacordado. Ele ouviu um uivo ao longe, quando olhou para trás, parecia que um dos lobos conseguiu pular.

Num primeiro momento, ele pensou em jogar o carro em cima dele, até que decidiu fugir. 

Ele sentou no banco do motorista e acelerou de volta para a mansão de Franceska enquanto usava o poder do sangue para se curar. Após algumas voltas e sem ver ninguém, ele tinha certeza que despistou os lobos. 

Ele entrou na casa e encontrou mau encarado do Aurelius. Morgath disse que haviam lobisomens atrás deles e eles tinham que se preocupar. 

Aurelius, sarcástico, disse que lógico que eles tinham que se preocupar, ele disse para ele avisar o pessoal lá de dentro do que estava acontecendo enquanto ele pegava o cara inconsciente do carro.

Dentro, Morgath encontrou Tio islâmico, um velho de gravata borboleta e cara fumando cigarro. 

Eles falam para eler se armar enquanto eles evacuavam os mestres e seus caixões. 

Mortgath queria armas de prata, porém eles foram sarcásticos quanto a não ter as armas de prata que ele queria, afinal, quem guarda armas de prata em casa.

Um dos homens levou ele para se armar, Morgath ficou em dúvida se pegava outra uzi, mas optou por um fuzil. Ele vestiu um colete, pegou uma granada de luz e um visor noturno.

Depois de se armar ele encontrou o Aurelius que havia acordado o carniçal da mestra de Morgath, que estava inconsciente, para ele lhe ajudar a carregar os caixões. Ele disse que eles iriam fazer a segurança dos mestres.

Os caras saíram da mansão separados. 

O homem que acompanhava Morgath disse que os outros iriam colocar os caixões num navio e eles poderiam sair numa escuna, havia uma ilha perto com um farol abandonado se ele quisesse eles poderiam ir para lá ou ir para antigo porto da cidade de onde podem realocar para um esconderijo. Morgath optou pelo farol.

No carro ele ficou quebrando uma forma de tentar despistar os lobisomens e ele lembrou que de acordo com algumas culturas, por cinzas de um homem morto impediria de ser rastreado pelo cheiro, mas ele não tinha nenhum substituto para isso.

Eles chegaram até onde a escuna estava e puseram o carro dentro, mas nenhum dos dois era experiente com isso barcos. 

O outro cara disse que iria ler o manual da escuna e Morgath saiu do carro para ficar de olho. 

Se empolgando ao invés de esperar, Morgath decidiu tentar ligar a escuna e partir. Ele disse que o cara deveria aprender no caminho enquanto ele guiava.

Usando um mapa e um comunicador eles chegaram na ilha. 

O cara pegou os suprimentos que encontou na escuna e passou para o carro. 

Ele disse que essa ilha era do tamanho de um bairro, e ainda tinha uma floresta eles teriam onde se esconder ou fugir casso fossem seguidos.

Morgath mandou uma mensagem para a senhora dizendo onde estava para quando ela acordasse. Durante o caminho ele continuou pensando em mais formas de lidar com lobisomens chegando a conclusão que fogo apesar de não machucar tanto quando em vampiros, ainda machucaria.

Eles chegaram no farol e subiram até um quarto no topo do farol. 

Eles fecharam tudo fazendo barricadas e ligaram o aquecedor. 

O outro homem disse que deveria funcionar por um dia inteiro pelo menos. 

Os dois limparam o que dava e o cara falou que ele precisava tirar um cochilo primeiro porque não era um “Rambo” como o Morgath, mas Morgath o convenceu que precisava dormir primeiro. 

Ele acha que a escada velha deve desabar com o peso dos lobisomens então isso os ajudaria, as falas de Morgath sobre combate fizeram o cara até duvidar dele ser só um bibliotecário.

Liliana e os 2 homens chegaram no esconderijo no antigo estúdio de cinema na antiga zona nobre. O local parecia estar com tudo caindo aos pedaços e haviam diversos cenários de lugares falsos. 

Um dos homens ligou as luzes dos refletores para aquecerem os presentes. 

Ele disse que eles tinham comida normal estocada e que ele poderia comer por enquanto se tivesse com fome.

Liliana sentiu o cheiro da comida que parecia normal e enquanto arrumava as coisas para comer, o outro homem explicou que eles não poderiam dormir. Petrelli fez parte da ordem deles e poderia os atacar em sonhos, por isso ele iria fazer um café e que se ela visse ele dormindo ele pediu para acordá-lo.

Enquanto terminava de passar o café, ele conversava pelo rádio e passou para os outros que Chrovax havia ido até a sede dos relojoeiros e eles foram mesmo, mas estavam bem. 

O prisioneiro deles não conseguiu fugir. O outro perguntou se ela tinha algum plano e ela respondeu iria ficar lá até o Rafael chegar e depois veria o que fazer.

Um tempo depois, Rafael chegou, um dos homens apertou um botão para abrir um portão e ele guardou o carro lá dentro. 

Assim que Rafael entrou, o homem ofereceu café quente a ele e explicou que eles não poderiam dormir pois poderiam ser atacados nos sonhos deixando o carniçal incrédulo. 

Liliana comentou com ele que já havia falado disso antes e ele disse que não botou fé e achou que ela devia estar tirando uma com a cara dele. 

Ela disse que agora ela precisava dormir já que estava um pouco machucada para eles saírem depois que o Sol caísse, e um dos homens perguntou se ela iria dormir mesmo e ela disse que sim, que ele não precisava se preocupar que ela já tinha cuidado disso do sono. 

O homem até perguntou como que seria isso e ela disse para ele se matricular na academia dela.

Rafael a ajudou a fazer um curativo antes dela dormir. No sono ela encontrou o elfo Aelar novamente, ele disse que o prisioneiro já estava em segurança, mas não trouxe muitas novidades sobre ele. 

Quando perguntado sobre a forma de impedir os lobisomens de detectarem os poderes do sangue, ele disse que poderia fazer o ritual que ele comentou que duraria por um mês, mas precisava terminar de preparar as coisas, ele iria cuidar dos preparativos e assim que estivesse tudo pronto ele entraria em contato.

Antes de retornar ao sono de fato, eles discutiram sobre atacar Petrelli também nos sonhos, algo que ela não esperaria. 

Eles se despediram e o elfo foi atrás do que faltava para realizar o ritual mais tarde. 

Assim que a conversa acabou, Liliana foi tragada para um confortável mundo realmente de sonhos.


Resumo Vhaerun

Resumo da Parte da Liliana

Liliana segue com Rafael até as ruínas, onde durante o percurso de carro ele lhe entrega uma carta da Senhora deles. O conteúdo revela que lobisomens amaldiçoados estão sendo controlados para caçá-la, assim como às pessoas próximas. 

Depois disso eles chegam as ruínas e avistam membros dos Relojoeiros removendo escombros. 

Enquanto Liliana e Rafael ajudam na busca pelo "homem de preto", um grupo surge em um carro sem placa. Liliana se esconde. 

Os recém-chegados questionam a autorização dos Relojoeiros, alegando serem do governo e que aquela é uma área protegida.

Sem resposta, inicia-se um tiroteio. 

O líder do grupo invasor é atingido, mas o impacto não lhe causa dano aparente. 

No caos, Liliana bate a cabeça em uma retroescavadeira enquanto avança e se fere. 

Ao tentar um flanco para golpear os inimigos na nuca com sua soqueira de prata, ela percebe que os tiros no corpo que eles estão tomando não serve de nada e que apenas tiros na cabeça são eficazes, mas acha que golpes com a soqueira também servirá para apagá-los. 

Então Liliana avança e derruba o primeiro inimigo, esquiva-se de um disparo saltando no mato e derruba o segundo agressor. 

Ela nota um relógio com contagem regressiva e, prevendo uma explosão, lança-o no carro dos inimigos, destruindo o veículo.

Após se reunir com Rafael e entregar-lhe as armas apreendidas, ele sugere recuar devido ao número de inimigos restantes. 

Contudo, antes disso Liliana entra nas ruínas e resgata o homem de preto, que está gravemente ferido. 

Ela o coloca em uma ambulância dos Relojoeiros, mas altera o destino final: em vez do hospital, ela os guia para um local próximo a uma igreja, omitindo seu verdadeiro paradeiro para manter o segredo. 

Na igreja, o Elfo utiliza seus poderes para curar o homem e invadir sua mente.

Apesar das defesas mentais do prisioneiro, o Elfo descobre que o homem de preto buscava ascender na pirâmide dos Illuminati revivendo Surtur. 

A Petrelli o ajudava sob a promessa de benefícios hierárquicos, mas o traiu ao notar o fracasso da missão, roubando seu anel e adaga. 

O Padre alerta que aliados do homem podem localizá-lo e decide levá-lo para o "Plano dos Sonhos". 

Liliana parte com os Relojoeiros para uma base alternativa — um esconderijo privado desconhecido pela Petrelli. Lá, enquanto os outros tomam café para evitar o sono e a invasão mental, Liliana, protegida pelo Elfo, dorme tranquilamente. 

Em sonho, ela discute com o Elfo um ritual de ocultamento por um mês para ela e sua senhora e sugere atacarem a Petrelli diretamente no mundo onírico para desestabilizá-la.

Parte do Chrovax

A caminho da sede dos Relojoeiros, Chrovax avista a Petrelli atacando a ordem. Ele ordena que seu motorista atropele a mulher; após hesitação e uma tentativa frustrada de Chrovax assumir o volante, o motorista avança ao perceber que a Petrelli é imune a balas. O impacto faz Chrovax desmaiar.

Ao acordar, ele percebe que foi curado pela Senhora dos Relojoeiros. 

A Petrelli, embora severamente ferida, ainda é vista como uma ameaça iminente por Chrovax. 

A Senhora curandeira ordena a mudança de base e explica que a vilã busca libertar o mago Lupino que é aliado dela e vingar-se da ordem. 

Diante da regeneração da Petrelli, Chrovax sugere que, embora poderosa, ela possui força física normal e pode ser contida por obstáculos físicos pesados. 

A curandeira repassa a estratégia ao grupo e todos fogem, deixando o motorista ferido em um hospital antes de seguirem para um local seguro.

Parte do Vhaerun

Após deixar a casa do herdeiro, Vhaerun percebe que está sendo seguido por quatro lobisomens. 

Ele alerta o carniçal que após duvidar inicialmente, acredita nele. 

Eles decidem atravessar uma ponte e levantá-la rapidamente para isolar os perseguidores. 

O impacto da manobra faz ambos desmaiarem, mas Vhaerun acorda a tempo de ver um lobisomem cruzando a fenda. Ele assume a direção e consegue despistar a criatura.

Então ele vai pra mansão da senhora Franchesca e lá Vhaerun informa sobre a presença dos lobisomens, gerando pânico entre os carniçais. 

Inicia-se uma operação de emergência para transferir os vampiros adormecidos em caixões para um caminhão. Enquanto o comboio parte para um local seguro, Vhaerun e outro carniçal se armam e se refugiam em um farol abandonado em uma ilha, preparando-se para caso algum dos lobisomens fossem até eles.


1x14- Assuntos Inacabados parte 4


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